<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878</id><updated>2011-07-08T11:37:41.695-03:00</updated><title type='text'>TI&amp;Governo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tigoverno.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Plano Editorial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14314929913021448887</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_J_enhzzEyDo/SXoKF7ls_SI/AAAAAAAAAAM/ePRqL6a5zTY/S220/lg_plano_web.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>223</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-512120755764518393</id><published>2010-01-28T17:18:00.002-02:00</published><updated>2010-01-28T17:28:02.041-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; buscando melhorias - I &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#000066;"&gt;&lt;br /&gt;Os técnicos do Senado não dão conta da demanda...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Os técnicos da Prodasen, a empresa de informática do Senado Federal, recebem 4.500 pedidos de manutenção de sistemas por mês, e a demanda cresce. Toda vez que o Senado muda uma regra do orçamento ou a cada nova CPI, eles têm de mexer em sistemas; e logo terão de construir sistemas para controlar as obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas. É muita coisa para 50 desenvolvedores.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Ainda por cima, dos 240 funcionários da Prodasen, 57 devem se aposentar este ano. A maioria trabalha na Prodasen há anos e está na faixa dos 52 anos de idade. Com técnicos mais velhos, diz Carlos Magno Cataldi Santoro, analista consultor do Senado, “a capacidade de produção com ferramental novo cai muito”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;No ano passado, Magno colocou alguns técnicos em cursos de Java — e alguns se saíram bem. Mas ele tem lido estudos sobre treinamento: leva dois anos para formar um bom programador Java, e só 30% de uma classe chega lá. “Não é algo promissor, ainda mais para caras com 50 anos.” A crise econômica prejudicou os treinamentos, porque a maioria dos cursos acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro, e as viagens estão canceladas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Para construir sistemas mais modernos para o Senado, Magno então pensou em contratar uma fábrica de software, mas desistiu por causa dos escândalos no Senado — muita gente interpretaria mal um gasto desses, não essencial, numa época de tantas denúncias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; buscando melhorias - II &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#000066;"&gt;&lt;br /&gt;... decidem usar robôs que geram códigos sozinhos...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Hoje em dia, os técnicos da Prodasen compram pronto tudo o que podem; foi assim com o sistema de recursos humanos e com o de contratos administrativos. Mas nem sempre foi assim, e por isso eles mantêm sozinhos quase todos os outros sistemas (120 ao todo, que rodam na própria Prodasen).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Para ajudar, Magno pensou em usar sistemas-robôs, que geram código Java sozinhos: os técnicos do Prodasen fariam a modelagem do sistema e o robô geraria o código. “A grande vantagem é usar gente que não consegue se atualizar.” Eles já construíram um aplicativo piloto usando um robô desses — e funcionou, diz Magno.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;No entanto, treinar técnicos mais velhos em Java e usar geradores automáticos de código só resolvem parte do problema. O verdadeiro problema é outro — a equipe de TI deveria ter um cronograma de produção, harmonizado com as necessidades estratégicas do Senado. Em outras palavras, os usuários precisam se organizar e ajudar. Como o Senado muda de presidente a cada dois anos, a TI sofre com a descontinuidade da estratégia. “Nós somos o reflexo dos usuários. Se eles não se dispõem a planejar conosco, a TI não consegue ir à frente.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; buscando melhorias - III &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#000066;"&gt;&lt;br /&gt;... e preparam um planejamento estratégico de TI.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;No final de 2009, Magno decidiu escrever um plano para mostrar à alta direção as demandas de TI. Desde então, os técnicos levantam as necessidades do Senado setor por setor. Depois, vão definir até que ponto cada setor precisa de sistema, e tem força para levar o projeto adiante. Eles já terminaram o plano da secretaria geral e trabalham o plano da secretaria de comunicação social. Quando acabarem, vão rever o plano anual da TI.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Com o plano anual, Magno espera que o colegiado perceba como a TI está sobrecarregada, desfalcada e desatualizada, e que, portanto, eles precisam ajudar a reestruturar a área de TI, a priorizar os projetos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Já existe um projeto para reestruturar o Senado Federal e também a área de TI: ela sairia de debaixo da diretoria geral, e ficaria diretamente ligada à mesa diretora, com participação no conselho de administração. O projeto já foi lido em plenário e na comissão de constituição e justiça.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Por um lado, diz Magno, a reestruturação é ruim, pois a TI terá de pedir a autorização da mesa diretora sempre que fizer algo novo, ou seja, terá de competir com todo o resto do Senado, pois todo mundo tem de passar pela mesa diretora. Por outro lado, a reestruturação é boa, pois só as áreas mais importantes do Senado estão ligadas diretamente à mesa diretora. “Se a gente conseguir que o Senado faça um planejamento bem-feito, pode ser bom.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-512120755764518393?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/512120755764518393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/512120755764518393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2010/01/buscando-melhorias-i-os-tecnicos-do.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16856970250993333884</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-3476677389681284274</id><published>2009-12-16T09:00:00.001-02:00</published><updated>2009-12-15T11:27:26.148-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; regras de compra&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A SLTI prepara mudanças para a instrução normativa nº 4&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Nazaré Lopes Bretas, diretora do departamento de integração de sistemas da Secretaria de Logística e TI do Ministério do Planejamento, pretende reescrever alguns trechos da instrução normativa n° 4. O governo publicou a IN 4 há um ano, mas o funcionário público responsável pela TI ainda tem dúvidas ao redigir contratos: quem é responsável, o jurídico, o usuário ou os técnicos? É preciso criar outro comitê para gerir os contratos?&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A IN 4 foi publicada em maio de 2008 para obrigar os profissionais de TI dos órgãos do governo federal a comprar produtos e serviços de informática e telecomunicações com maior cuidado. Pela IN 4, os profissionais deveriam comprar TI de acordo com os planos estratégicos do órgão em que trabalham, deveriam seguir um plano diretor de TI, deveriam controlar os contratos e os fornecedores.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Nazaré, assim como outros diretores da SLTI, queria todos os órgãos adaptados à IN 4 até 2 de janeiro de 2009. Mas, conforme os meses se passaram, ficou claro que os profissionais de TI não conseguiriam realizar as mudanças a tempo. Então, em 31 de dezembro de 2008, a SLTI publicou a portaria n° 11, esticando o prazo. O documento trazia ainda explicações sobre o que é um plano diretor de TI, sobre como diagnosticar as necessidades de TI, como gerir os funcionários ou avaliar os serviços.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Segundo Nazaré, muitos órgãos escreveram um plano diretor e criaram comitês para ajudar na gestão da TI, mas mesmo assim ainda têm dúvidas sobre como mudar os contratos ou exigir prazos dos fornecedores. “O que a gente mais queria, que era integrar a TI dentro dos ministérios, está acontecendo.” Falta simplificar a questão de contratos, definir as etapas de contratação de serviços e os papéis de cada um. “São algumas das coisas que, no texto original, causam dúvidas.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Na IN 4, a SLTI cita a área demandante (o ministro ou o órgão que precisa de uma solução de TI), a área de TI e a área de contratos e licitações. Contudo, quando um ministério quer contratar uma fábrica de software, os gestores de TI não sabem quem deve controlar o contrato: a TI, o demandante ou a área de contratos? Da forma como a IN 4 está escrita, alguns gestores pensaram que deviam criar um outro comitê (além do de TI) para a função. “Vamos esclarecer que isso é entre o comitê de TI e a área de TI.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A nova versão da IN 4, diz Nazaré, deve ficar bem parecida com a versão de hoje, só que mais clara. Por enquanto, um grupo estuda as dúvidas dos gestores de TI e reúne os dados; logo no começo de 2010, Nazaré deve fazer algumas audiências públicas; e só depois irá lançar a IN 4 versão 2010. Ela planeja o lançamento para maio, quando a instrução normativa faz dois anos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-3476677389681284274?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3476677389681284274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3476677389681284274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/regras-de-compra-slti-prepara-mudancas.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-6178913494037252152</id><published>2009-12-16T08:59:00.002-02:00</published><updated>2009-12-15T12:27:09.032-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; mudança de realidade - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A SLTI tenta estruturar a TI do poder executivo... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Paulo Roberto da Silva Pinto tenta estruturar a TI do poder executivo, que inclui a presidência, os ministérios, as secretarias, as universidades, as autarquias, as agências reguladoras e todos os órgãos federais. “Meu desafio é tirar a TI do subsolo e levá-la, pelo menos, para o 1º andar.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Ele já foi secretário de TI do Supremo Tribunal Federal. Hoje, o STF recebe eletronicamente os processos de outros tribunais, os ministros assinam os processos com certificado digital, e as pessoas acompanham os processos pela Internet. “Nas entrevistas”, diz Paulo, “os ministros citam os sistemas de informática.” Por isso, pela sua experiência no STF, ele foi convidado por Rogério Santanna, secretário de logística e tecnologia da informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, para integrar as áreas de informática de todos os órgãos do governo federal. “Para fazer a TI trabalhar em rede.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em algum momento, a TI no governo federal perdeu importância. Ficou sem técnicos, ou com técnicos antigos e destreinados; ficou com máquinas velhas, rede ruim, sistemas desintegrados; ficou sem planejamento, sem cumprir as necessidades dos usuários. Perdeu o respeito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; mudança de realidade - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... por isso, contrata 480 técnicos para trabalhar com governança de TI...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Paulo tenta montar um planejamento estratégico para os departamentos de TI dos órgãos do governo federal; visita as secretarias, estuda os planos plurianuais. Como apoio, ele tem a instrução normativa nº 4, que desde janeiro de 2008 obrigou os executivos de TI a comprar produtos ou contratar serviços de TI seguindo boas práticas de gestão. Desde então, os executivos de TI se mexeram para se adaptar à IN 4. Mas apenas publicar a normativa é insuficiente para mudar a realidade dos órgãos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Os órgãos públicos são formados por funcionários que trabalham lá há anos, e se acomodaram no trabalho. Poucos entendem de governança de TI. Por isso, Rogério Santanna convidou Paulo Pinto para estruturar as áreas de TI. Logo depois, em 2008, a SLTI conseguiu aprovar a contratação de 350 técnicos, que pretende distribuir entre as áreas de TI dos órgãos do poder executivo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Contudo, por conta da crise, a SLTI só contratou 230 técnicos. Além desses, remanejou outros 250 técnicos de dentro do próprio governo para trabalhar, exclusivamente, com governança de TI.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Eles receberam gratificações até chegar ao salário de R$ 6 mil. Com esse salário, alguns deles passaram a ganhar o dobro do que ganhavam antes; é uma tentativa, diz Paulo, de segurá-los no governo por pelo menos um ano. Ao final desse período, eles serão avaliados: os que realmente melhoraram a governança da TI, permanecerão com as gratificações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; mudança de realidade - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e os prepara para um encontro casual com o ministro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Esses 480 novos técnicos estão fazendo cursos na Escola Nacional de Administração Pública — sobre a instrução normativa n°4, boas práticas de TI, entrega de serviços, gestão de contratos. Eles também aprendem a mexer no Oasis, um software livre criado e usado pelos técnicos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para gerir os contratos de TI.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Como a escola de administração não tinha muitos professores de governança de TI no governo, ela convidou os executivos que se destacavam no mercado; entre eles, o próprio Paulo Pinto, da SLTI. Em janeiro de 2010, os 480 técnicos assumem suas novas funções.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Além das aulas, Paulo faz exercícios lúdicos com alguns técnicos. Um deles se chamava &lt;em&gt;TI vira nos 30&lt;/em&gt; (para soar como &lt;em&gt;te vira nos 30&lt;/em&gt;), uma alusão ao quadro do programa Domingão do Faustão, da TV Globo; no exercício, o técnico tem de dizer, em 30 segundos, por que a TI é importante e merece investimentos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O objetivo do exercício, diz Paulo, é preparar o técnico para um encontro casual com algum dos ministros do governo federal, no elevador, por exemplo. Os técnicos do poder executivo, ao contrário dos técnicos do Supremo Tribunal Federal, raramente conversam com um ministro — e nenhum ministro do executivo cita os sistemas de TI nas entrevistas.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-6178913494037252152?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6178913494037252152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6178913494037252152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/mudanca-de-realidade-i-slti-tenta.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-5664261422350503530</id><published>2009-12-16T08:58:00.000-02:00</published><updated>2009-12-15T11:24:14.046-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; intragov&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Ninguém vence o pregão e São Paulo vai fazer nova licitação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Douglas Viudez, diretor de produção e serviços da empresa de informática do estado de São Paulo (a Prodesp), não conseguiu contratar a nova Intragov, a rede que interliga os órgãos públicos nas 645 cidades do estado. O contrato que a Prodesp tem com a Telefônica vence em 2011 e, para manter o serviço sem interrupção, Douglas precisava contratar o serviço logo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Ele conseguiu marcar o pregão para 1° de dezembro, às 9 horas, no auditório da própria Prodesp. O representante da Telefônica entregou uma proposta de preço ao pregoeiro, assim como o da Embratel. Mas o da Embratel não cumpriu o ritual pelo qual a empresa reafirma que sua proposta está de acordo com os termos do edital — e a operadora foi desclassificada.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O representante da Telefônica, por sua vez, baixou três vezes o preço inicial da proposta, mas nenhuma delas satisfez o pregoeiro, que decidiu suspender o pregão até sexta-feira, dia 4.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Contudo, na sexta-feira, o pregoeiro cancelou o pregão. Ele não aceitou o valor mais baixo oferecido pela Telefônica, de R$ 9,5 milhões por mês, que estava, segundo ele, acima do que o governo pretende pagar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;No edital, a Prodesp exigia uma velocidade máxima maior para a Intragov (de 2,5 Gbps, contra 1 Gbps antes); exigia que a operadora aceitasse ordens de serviço via portal, assim como colocasse no portal todas as informações sobre a gestão da rede; exigia ainda que a operadora colocasse, no mínimo, oito engenheiros dentro da Prodesp, além dos sistemas de gestão para que eles visualizassem toda a Intragov e resolvessem os problemas dali mesmo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Agora, como o pregão foi cancelado, Douglas terá de fazer uma nova licitação, e pensa se vale a pena modificar o texto de alguns trechos do edital. Ele tem pressa porque, caso a Telefônica perca, o pessoal da Prodesp precisa de um ano e meio para trocar 15 mil circuitos de uma operadora para outra.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-5664261422350503530?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5664261422350503530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5664261422350503530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/intragov-ninguem-vence-o-pregao-e-sao.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7323352863838873992</id><published>2009-12-16T08:57:00.000-02:00</published><updated>2009-12-15T11:24:55.107-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; tv por assinatura&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A comissão de ciência e tecnologia da Câmara dos Deputados aprova o PL 29&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Na manhã de 2 de dezembro, o deputado federal Eduardo Gomes (PSDB/TO) presidiu mais uma reunião da comissão de ciência, tecnologia, comunicação e informática (CCTCI), na Câmara dos Deputados. Conforme a pauta, os deputados votariam a emenda do deputado Paulo Lustosa (PMDB-CE), que altera o Projeto de Lei 29/2007. Contudo, muitos deputados e associações do setor, como a Ancine e a Abert, ainda pediam explicações ou discordavam da emenda. “Era para ser uma votação”, disse Eduardo, “e não outra discussão.” Ele tentou retomar a votação três vezes, mas não conseguiu. Os deputados estavam dispostos a discutir 103 mudanças no projeto. Por fim, ele suspendeu a reunião.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Deixou os deputados e as associações discutirem a emenda durante a tarde e retomou a votação às 16 horas. Dessa vez, os deputados votaram. Já era noite quando, por unanimidade, eles aprovaram a maior parte da emenda de Paulo Lustosa. “Foi uma conquista”, diz Eduardo, “após três longos anos de espera.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Ao final da reunião, depois de ter aprovado o projeto e a emenda, os deputados lhe entregaram mais cinco propostas de mudanças ao PL 29; eles queriam mudar as normas pelas quais as empresas de TV por assinatura misturam programas brasileiros e estrangeiros. Como nenhuma delas alterava significativamente o PL 29, os deputados da CCTCI marcaram uma reunião extra para discuti-las, no dia 9, uma semana depois.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Nenhuma das cinco propostas impedia que as operadoras de telefonia vendessem serviços de TV por assinatura, independente de qual tecnologia a ser usada para entregar programas de TV aos clientes. Contudo, até que elas possam entrar nesse mercado, o PL 29 ainda deve tramitar mais tempo no Congresso: duas comissões na Câmara dos Deputados, e depois o Senado. Para Eduardo, o PL 29 só vira lei na metade de 2010, e olhe lá.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Com a entrada das operadoras de telefonia, diz Eduardo, o número de assinantes de TV por assinatura, que hoje é de 7 milhões, aumentará. “Nos próximos anos, a infraestrutura para distribuir esses serviços deve aumentar em 25%.”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7323352863838873992?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7323352863838873992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7323352863838873992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/tv-por-assinatura-comissao-de-ciencia-e.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2975511855726665799</id><published>2009-12-16T08:56:00.000-02:00</published><updated>2009-12-15T11:22:42.099-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; integração - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O Cepam convence dez prefeituras a participar do projeto de interoperabilidade do Estado de São Paulo... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Antonio Celso de Paula Albuquerque Filho, gerente de pesquisa, projetos e inovação do Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam), viajou para muitas cidades de São Paulo nos primeiros meses de 2009. Ele visitou gestores de TI de prefeituras, para ver se eles queriam interligar seus sistemas aos do estado. “Os municípios serão os maiores beneficiados.” Em dois meses, 14 prefeituras se interessaram pelo projeto piloto.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Nos órgãos do estado, contudo, tem sido mais difícil convencer os gestores. Até hoje, diz Celso, eles querem saber se o governador ou os secretários já sabem do projeto; querem saber também por que a ordem não veio de cima para baixo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O projeto começou na Corregedoria-Geral da Administração do Governo de São Paulo, quando Rubens Rizek, o presidente, percebeu que, para fiscalizar bem as finanças do estado, precisava acessar todas as informações a partir de um único sistema. Durante quase dois anos, ele tentou convencer os técnicos a interligar todos os sistemas do estado ou a trocá-los por um sistema já integrado. “Mas era impossível”, diz Celso. “Nenhum técnico considerava um projeto assim viável.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em julho de 2008, Celso propôs um outro projeto de interoperabilidade: desenvolver interfaces baseadas em arquitetura orientada a serviços (SOA) para integrar os bancos de dados do estado e das prefeituras. Assim, os usuários acessariam todos os dados por meio de um portal, o sistema de gestão integrada. “A ideia é criar conectores para interligar cada processo.” Rubens aceitou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; integração - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... desenvolve interfaces em SOA para interligar quatro processos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em maio de 2009, dez prefeituras assinaram um termo de cooperação técnica com o Cepam: Campo Limpo Paulista, Caraguatatuba, Jundiaí, Juquitiba, Piracaia, Santos, São Paulo, São José do Rio Preto, Sorocaba e Sud Menucci. Do estado, Celso só convenceu o secretário de finanças e o de educação a participar. Até a metade do ano, Celso e dois técnicos especializados em SOA estudaram os processos dessas duas secretarias e os processos equivalentes nas dez prefeituras.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Eles selecionaram quatro processos para o piloto: compras e contratos, diárias, convênios e matrículas escolares. Os dois técnicos desenvolveram as interfaces em SOA para automatizar o cadastro de sanções a fornecedores e o cadastro de materiais; e também para matricular um novo aluno e para verificar se um aluno já está matriculado (em escolas do estado ou da prefeitura). Por fim, desenvolveram o sistema de gestão integrada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; integração - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e promove um seminário para convencer mais órgãos a participar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Celso compartilhou os aprendizados com o projeto piloto durante o 1º Seminário de Gestão Integrada. Para a interoperabilidade dar certo, diz Celso, o Cepam precisa convencer os gestores de TI de outras secretarias e de outros municípios a aderir. Em 26 de novembro, dia do seminário, Celso esperava 120 gestores de TI. Minutos antes da abertura, no entanto, buscou cadeiras às pressas para acomodar 180.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O contrato do Cepam com a Corregedoria-Geral termina em janeiro de 2010. Até lá, Celso entrega um modelo sobre como desenvolver as interfaces em SOA para qualquer processo de troca de informações do estado. Depois de janeiro, Celso não desenvolverá mais interfaces em SOA; ele só visitará as prefeituras para acompanhar o trabalho. “Vamos apresentar as necessidades dos municípios ao estado.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Rubens, da Corregedoria-Geral, ainda não definiu quem gerenciará o projeto depois que o contrato com o Cepam terminar. O trabalho, diz Celso, deve ficar a cargo da empresa de processamento de dados do estado (a Prodesp), em parceria com os gestores de TI das secretarias e prefeituras. “O governo só tornará todos os processos interoperáveis em dois ou três anos.” Pelas contas dele, se os funcionários que gerenciam as compras e contratos pararem de digitar informações iguais em diversos sistemas diferentes, o estado economizará R$ 24 milhões por mês.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2975511855726665799?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2975511855726665799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2975511855726665799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/integracao-i-o-cepam-convence-dez.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7181323984508783818</id><published>2009-12-16T08:55:00.000-02:00</published><updated>2009-12-15T11:23:16.589-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; formação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;São Paulo terá a primeira escola técnica de gestão pública do Brasil&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Os diretores do Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam) e do Centro Paula Souza assinaram um acordo para criar a primeira escola técnica de gestão pública do Brasil. Os professores e os 160 alunos ficarão num prédio anexo ao Cepam, dentro da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em fevereiro de 2010, começam as aulas das duas primeiras turmas, de 40 alunos cada uma, uma de manhã e outra à noite. Esses primeiros 80 alunos já passaram no vestibular e já fizeram a matrícula.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;As aulas serão ministradas por professores do Centro Paula Souza e do Cepam — já acostumados a dar aulas para gestores públicos, principalmente de municípios. Os diretores do Cepam ficaram encarregados de comprar os produtos de informática, que serão usados durante as aulas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;“O prédio terá tudo de mais moderno”, diz Maria de Fatima Porcaro, gerente de TI do Cepam. Ela pretende comprar 20 lousas digitais, instalar uma rede sem-fio e, se tudo der certo, comprar notebooks para emprestá-los para alunos e professores. Os notebooks, ela diz, devem ter “perfil corporativo”, para sobreviver a quedas e à derrubada de líquidos no teclado, e para suportar todos os sistemas das aulas. Os alunos poderão levar os notebooks para casa, para fazer os trabalhos; depois de formados, os alunos terão o direito de comprar as máquinas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O curso deve durar um ano e meio, e o aluno terá de fazer estágio de seis meses.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7181323984508783818?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7181323984508783818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7181323984508783818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/formacao-sao-paulo-tera-primeira-escola.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1044675938955553546</id><published>2009-12-16T08:54:00.000-02:00</published><updated>2009-12-15T11:23:42.645-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; saída criativa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A cidade de Taboão da Serra pede R$ 3 milhões ao Minicom. E pode conseguir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Donizetti da Costa, diretor de TI e modernização da prefeitura de Taboão da Serra (SP), há anos trabalha com pouca gente e com nenhum dinheiro próprio — pois a área de TI da prefeitura de Taboão não tem orçamento, nem plano diretor. “A TI sempre foi só uma sala com três pessoas, que mantêm os computadores.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Mas, recentemente, Donizetti descobriu o Ministério das Comunicações. Ele pesquisava jeitos de arranjar verba no governo federal, achou que tinha bons projetos, e submeteu alguns deles ao Minicom. Pediu R$ 3 milhões. Dois técnicos do Minicom o visitaram em outubro para vistoriar as instalações e conferir os projetos. “Eles nos deram algumas dicas de como gastar menos.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Donizetti quer usar os R$ 3 milhões para construir um CPD, refazer a rede local da prefeitura e interligar a prefeitura e as secretarias com 3,5 quilômetros de cabos de fibras óticas. Na segunda fase, Donizetti pretende instalar mais 24 quilômetros de cabos para interligar o restante das secretarias e nove enlaces de rádio para conectar escolas e postos de saúde à rede. “Quando a rede estiver pronta”, diz Donizetti, “queremos dar Internet de graça para a população.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Se o Minicom aprovar o projeto ainda em 2009, Donizetti terá verba para os projetos mais importantes de Taboão da Serra já no início de 2010 (até o dia 8, o Minicom ainda não havia aprovado o projeto). Contudo, nos últimos dias de novembro, Donizetti recebeu uma ligação de um gerente da Caixa Econômica Federal (que administra os recursos do Minicom). “Já fui convocado a abrir uma conta-corrente para receber o dinheiro.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Contudo, até o dia 8 de dezembro, o Minicom ainda não havia aprovado o projeto.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1044675938955553546?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1044675938955553546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1044675938955553546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/saida-criativa-cidade-de-taboao-da.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8808766697516760553</id><published>2009-12-16T08:53:00.000-02:00</published><updated>2009-12-15T11:25:29.614-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; mercado - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Avaya quer crescer acima do mercado em 2010...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;No mercado de telecomunicações, se a empresa estiver no terceiro lugar, ela corre o risco de desaparecer. Por isso, Cleber Morais, o presidente da Avaya no Brasil, se esforça para manter a empresa nas primeiras posições. Garantir a “sustentabilidade da empresa”, diz Cleber, preocupa qualquer presidente.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Mas a Avaya tem se saído bem. A Nortel, um dos seus principais concorrentes, pediu concordata em vários países, e a Avaya comprou a divisão de produtos corporativos do concorrente (que incluiu a divisão de produtos para o governo). No Brasil, por causa da crise econômica, vários clientes terceirizaram as operações de informática, telefonia e atendimento ao consumidor; para atendê-los, os datacenters e os call centers compraram máquinas e sistemas da Avaya.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A operação no Brasil, diz Cleber, foi a única que se manteve lucrativa durante a crise, não demitiu funcionários nem cortou investimentos. Por conta do bom resultado, Cleber foi convidado, no final de 2008, para participar das reuniões do conselho internacional — foi a primeira vez que um presidente brasileiro participou da reunião e, depois disso, ele já participou de mais duas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em 2010, ele quer que a Avaya cresça acima do mercado — “dois dígitos”. Para isso, reorganizou os vendedores. Um grupo continua focado nas 200 grandes contas; esse grupo, de 28 pessoas, ganhou mais quatro vendedores. Outro grupo, um novo, com oito vendedores, vai atrás de novos clientes, principalmente de médias empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; mercado - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... para isso, vende para médias empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Entre outros produtos, eles vão vender o Avaya Aura, um sistema para interligar e gerenciar PABX de diferentes marcas. Com ele, o cliente ainda instala várias funções de telefonia via IP: ligações via Internet, videotelefonia, roteamento de ligações ou de sessões de comunicação com base na presença (para o celular, se o usuário estiver disponível no celular, ou para o Skype, se o usuário estiver viajando, para o Messenger, se o usuário preferir).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A Avaya, diz Cleber, vai vender por meio de revendedores. Hoje, técnicos de 15 revendedores recebem treinamento para instalar o Aura. E Cleber quer incentivá-los a construir produtos para os clientes de médio porte, de vários segmentos. Um parceiro, por exemplo, já criou um sistema para o setor da saúde; em breve, a Avaya também terá produto para o setor do governo. “Reforçamos a equipe de Brasília: o escritório tinha quatro pessoas, e colocamos mais três.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Manter a empresa saudável dá trabalho, diz Cleber, mas ver bons resultados é recompensador.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8808766697516760553?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8808766697516760553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8808766697516760553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/mercado-i-avaya-quer-crescer-acima-do.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-421968023636413713</id><published>2009-12-16T08:52:00.000-02:00</published><updated>2009-12-15T12:00:10.978-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; pop-up desbloqueado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Onde é que eu estava mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Quanto tempo uma pessoa demora para se recuperar de um alarme, ou de uma janela de Internet que pula na frente dela? Até que ponto uma janela de pop-up atrapalha? Dois cientistas da Universidade de Cardiff, Helen Hodgetts e Dylan Jones, organizaram vários testes para medir.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Eles deram uma tarefa simples, para ser cumprida em sete passos, para centenas de pessoas. Cada pessoa usava o computador para cumprir a tarefa. Uma parte dessas pessoas cumpriu toda a tarefa, ou todos os sete passos, sem interrupção. E uma parte cumpriu a tarefa com uma interrupção aqui e ali — um alarme visual, ou um pop-up. Cada interrupção durava 5 segundos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Resultado: quem pôde trabalhar sem interrupções cumpria a tarefa em 10 minutos, mas quem foi interrompido duas vezes cumpria a tarefa em 11 minutos, mais ou menos; ou seja, gastava 50 segundos extras, além da interrupção de 10 segundos, e isso para retomar uma tarefa simples. Helen diz que, logo depois da interrupção, a pessoa precisa achar de novo dois conjuntos importantes de informações: Em que ponto eu estava? O que eu pretendia fazer mesmo a partir desse ponto?&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-421968023636413713?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/421968023636413713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/421968023636413713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/pop-up-desbloqueado-onde-e-que-eu.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1248014167867752202</id><published>2009-12-02T09:00:00.000-02:00</published><updated>2009-12-01T21:11:19.656-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; intragov - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O governo de São Paulo faz o pregão para a nova rede estadual... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O contrato que o estado de São Paulo tem com a Telefônica, pelo qual interliga os órgãos públicos nos 645 municípios do estado, vence em janeiro de 2011. Para manter o serviço sem interrupção, Douglas Viudez, diretor de produção e serviços da Prodesp, a empresa de informática do estado, precisa contratar a nova rede logo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A Telefônica fornece a rede desde 2001; se ela ganhar novamente a licitação, só terá de fazer ajustes. Mas, se outra operadora ganhar, a nova operadora terá de instalar equipamentos, conectá-los e testá-los para fazer funcionar os 15 mil circuitos que formam a Intragov — antes que o atual contrato vença. É trabalho para um ano e meio.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;No último pregão da Intragov, em 2005, participaram a Telefônica, a Embratel e a Telemar (Oi). Os representantes das operadoras ficaram no auditório da Prodesp por 11 horas, e deram 92 lances. “Era uma ligação para o México e outra para a Espanha”, lembra Douglas. Cada representante demorava uma hora e meia para dar o lance. E o pregoeiro só encerou o pregão quando percebeu que a proposta era vantajosa para o estado. No fim, o estado fechou um contrato R$ 600 milhões mais barato que o estimado: contratou o serviço por R$ 245 milhões por cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;No edital do próximo leilão, Douglas pede quase as mesmas coisas que pediu no edital anterior. “É uma continuidade do serviço”, ele insiste. De diferente, cita três pontos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; intragov - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... exige da operadora um portal para encomendar serviços...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Um é aumentar a velocidade máxima da Intragov, de 1 Gbps para 2,5 Gbps. Outro é exigir que as operadoras aceitem ordens de serviço via portal, assim como coloquem no portal todas as informações sobre a gestão da rede. Em 2005, ele já teve essa ideia. Pediu aos técnicos da Telefônica um portal para que os usuários da Intragov pedissem serviços e acompanhassem os pedidos. Os técnicos obedeceram — contudo, se a Telefônica perder o pregão, levará embora o portal e todas as informações contidas nele.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Douglas decidiu que é melhor o estado ter seu próprio portal, para ficar com as informações dentro da Prodesp. Os técnicos começaram a desenvolver o portal internamente; e a operadora que ganhar a licitação será obrigada a alimentá-lo com informações.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O terceiro ponto é apressar o atendimento. Hoje, quando a Intragov sai do ar, ou quando funciona mal, os clientes e os técnicos da Prodesp ligam para um 0800 destinado ao governo de São Paulo, abrem um chamado e esperam a solução. Mas o processo demora, e a interação é sempre por telefone.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; intragov - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... exige técnicos da operadora dentro da Prodesp... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Douglas visitou o Banco do Brasil, em Brasília, e o Pão de Açúcar, em São Paulo, e viu que os executivos de TI dessas empresas resolviam rápido os problemas com a rede, pois mantinham dentro da própria área de TI alguns engenheiros da operadora. O Pão de Açúcar mantinha dois; o Banco do Brasil, uns cem. Esse grupo, ele percebeu, trabalha mais perto do cliente, então conhece melhor a rede e as necessidades, e resolve os problemas mais depressa. Além disso, os engenheiros resolvem os problemas só daquele cliente, e não de todos os que usam a rede da operadora. Ele gostou da ideia e colocou isso no edital.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A operadora vencedora terá de colocar, pelo menos, oito engenheiros na Prodesp, além dos sistemas de gestão para que eles visualizem toda a Intragov e resolvam os problemas dali mesmo. “Estamos abrindo um espaço aqui para montar as posições de trabalho.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O pregão da nova Intragov estava marcado para outubro, mas, a pedido da Embratel, da Telefônica e da Intelig, Douglas adiou o pregão para novembro. A alegação é sempre a mesma: a proposta é complexa, requer uma logística complicada, o tempo é curto. “E a gente, para estimular a concorrência, tem dado os prazos.” O pregão ficou marcado para ontem, 1° de dezembro, às 9 horas, no auditório da Prodesp — e foi gravado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; intragov - IV&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... mas o pregoeiro suspende o pregão até sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Os representantes da Telefônica e da Embratel entregaram sua proposta de preço ao pregoeiro. O da Embratel, no entanto, não cumpriu o ritual pelo qual a empresa reafirma que sua proposta está de acordo com os termos do edital — e a operadora foi desclassificada.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O representante da Telefônica baixou três vezes o preço inicial da proposta, mas nenhuma delas satisfez o pregoeiro, que decidiu suspender o pregão até sexta-feira, 4. Diante da situação, ele quer avaliar melhor a proposta da Telefônica.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1248014167867752202?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1248014167867752202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1248014167867752202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/intragov-i-o-governo-de-sao-paulo-faz-o.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-6254517088609055593</id><published>2009-12-02T08:59:00.002-02:00</published><updated>2009-12-09T15:20:14.172-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; lei da transparência – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A prefeitura de Porto Alegre só envolve a Procempa no projeto três meses antes do prazo... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Faltavam poucos dias para o fim de outubro, quando Zilmino Tartari, diretor técnico da Procempa, a empresa de processamento de dados de Porto Alegre, foi convocado para uma reunião. Sem saber, ele já era parte do grupo de trabalho do portal da transparência. Em 15 de julho de 2009, o prefeito sancionou a lei 10.728, que obrigou todos os órgãos a divulgar as finanças na Internet. “A Secretaria da Fazenda”, diz Zilmino, “demorou a entender a lei e escrever o escopo do projeto.” Ao final da reunião, Zilmino assumiu a integração dos bancos de dados (das secretarias e empresas) e o desenvolvimento do novo portal. Mas só tinha três meses para entregar tudo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Até o portal virar lei, a prefeitura de Porto Alegre tinha poucos dados na Internet. Nos últimos anos, algumas secretarias colocaram serviços no portal da prefeitura, como imprimir a segunda via da conta de água, solicitar serviços de manutenção urbana ou alvarás de funcionamento. A prefeitura só coloca esses serviços na Internet, diz Zilmino, porque eles reduzem custos ou aumentam a arrecadação. “Mas existem algumas informações”, diz Zilmino, “que o governo só disponibiliza quando se trata de uma exigência.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;No caso do portal da transparência, foi o presidente Lula quem exigiu. Em 27 de maio de 2009, ele sancionou a lei complementar 131, que obriga o governo federal, os estados e municípios a colocar as finanças na Internet.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; lei da transparência – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... e agora todos se apressam para cadastrar as finanças em sistemas e interligar os bancos de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;No início de novembro, Zilmino colocou os técnicos para estudar os portais de transparência de outras prefeituras e se reuniu de novo com os funcionários das secretarias; ele não achou algumas informações nos sistemas e pediu ajuda. Então, teve uma surpresa: muitos dados, como os valores recebidos ou gastos nos convênios, a folha de pagamento das empresas terceirizadas e detalhes de licitações, não estavam em nenhum banco de dados. “Não havia processos para acompanhar essas informações”, diz Zilmino, “então ninguém cadastrava nos sistemas.” Ele também descobriu que as informações da prefeitura e de suas empresas estavam espalhadas por bancos de dados muito diferentes.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Enquanto os funcionários da prefeitura desenham novos processos, Zilmino já colocou os dados de folha de pagamento, orçamento, além de receitas e despesas (que já estavam no sistema de gestão da prefeitura) num banco de dados único, armazenado no CPD da Procempa.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em paralelo, três técnicos da Procempa pressionam os executivos de TI das empresas da prefeitura, como a de limpeza urbana (DMLU), a de água e esgotos (DMAE), para entregar os bancos de dados completos no prazo. “Embora a gestão não esteja com a TI”, diz Zilmino, “só atenderemos o prazo se a equipe for pró-ativa.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Para cumprir a lei 10.728, Zilmino gastará R$ 350 mil. Ele deve publicar a primeira versão do portal da transparência de Porto Alegre na Internet até 15 de janeiro de 2010. “Entregaremos parte das demandas depois.” Para evitar que o tribunal de contas multe alguma secretaria, Zilmino planeja pedir ao prefeito mais quatro meses.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-6254517088609055593?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6254517088609055593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6254517088609055593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/lei-da-transparencia-i-prefeitura-de.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1782914185436292724</id><published>2009-12-02T08:58:00.000-02:00</published><updated>2009-12-01T21:12:20.174-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; nem agora foi - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Lula manda o governo se entender, antes de escolher o Plano Nacional de Banda Larga... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O presidente Lula conheceu as propostas para o Plano Nacional de Banda Larga, no dia 24 de novembro. A reunião começou às 16h30; estavam presentes, entre outros, o ministro das Comunicações, Hélio Costa; a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff; o ministro da Educação, Fernando Haddad; o do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo; e o da Fazenda, Guido Mantega; além do secretário de logística e TI do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna; e o secretário do Ministério de Ciência e Tecnologia, Augusto Gadelha. Hélio Costa entregou ao presidente um documento de 197 páginas encadernadas, em cuja capa se lia Um Plano Nacional para Banda Larga, o Brasil em Alta Velocidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Hélio Costa representa uma linha dentro do governo que defende vários tipos de incentivos, com os quais as operadoras levariam banda larga mais barata a mais lugares. Segundo seu plano, até 2014, o Brasil chegaria aos 30 milhões de acessos fixos de banda larga e aos 60 milhões de acessos móveis. Haveria linhas de crédito do BNDES para as operadoras, assim como recursos do Fust e do Funttel, assim como menos impostos, assim como desconto nas licenças de SCM. O governo gastaria R$ 26 bilhões, e as operadoras, R$ 49 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Depois de deixar o documento, Hélio Costa saiu.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O resto do grupo continuou na reunião até por volta das 18h30. Discutiram vários aspectos; na parte de infraestrutura, Rogério Santanna apresentou um cenário para construir os anéis principais da rede (backbone) e os enlaces para interligar os anéis (backhaul). Ele representa a outra linha dentro do governo, que defende uma rede própria, montada e administrada pelo governo, com a qual o governo levaria banda larga aonde quisesse. O presidente Lula quis saber como as conexões chegariam na casa das pessoas, mas Rogério Santanna não tinha detalhado essa parte, a da última milha.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Por fim, Lula mandou todo mundo se entender. “Com operadoras ou sem operadoras”, diz Rogério Santanna, “o presidente quer que o governo tenha uma posição única.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O grupo deve se reunir novamente até 18 de dezembro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; nem agora foi - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... e Rogério Santanna promete chamar os membros da Abep para ajudar no plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Antes de apresentar o plano ao presidente, Rogério Santanna se encontrou com os representantes da Abep, a associação dos diretores das empresas estaduais de informática (como a Prodesp em São Paulo).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Há anos, os diretores das empresas estaduais tentam criar uma Infovia Nacional, uma rede interligada por onde circulariam informações e serviços de qualquer órgão de governo. Todos os estados já têm sua própria rede, desconectada das outras. Por isso, em dezembro de 2007, eles apresentaram uma proposta para Sérgio Rezende, o ministro da Ciência e Tecnologia — mas a proposta não foi levada à frente pelo ministro. Dessa vez, Rogério Santanna também não chamou nenhum deles para participar do grupo de trabalho. No entanto, em 28 de outubro, os diretores da Abep conseguiram uma reunião com ele.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;“Com a proposta de usar fibras apagadas da Eletronet e de retomar a Telebrás”, diz Paulo Coelho, presidente da empresa de informática do Rio de Janeiro (Proderj) e presidente do conselho de associados da Abep, “a gente convocou uma reunião para mostrar nosso interesse em participar do projeto.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Paulo foi ao gabinete de Rogério Santanna, em Brasília, acompanhado por René Lapyda, secretário executivo da Abep e funcionário da empresa de informática de São Paulo (Prodesp), e por Luiz Fernando Caldart, vice-presidente executivo da Abep e presidente da empresa de informática do Mato Grosso (Cepromat).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Rogério manteve a posição de que primeiro o governo precisa chegar a um consenso, e fez uma promessa: assim que o governo Lula decidir o que quer, Rogério chamará os membros da Abep para ajudar no plano.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Paulo, por sua vez, colocou as empresas estaduais à disposição. Os estados têm poucas fibras óticas para ajudar na formação da rede, mas os associados da Abep poderiam gerenciar a rede em nome do governo — como alguns estados já fazem com a RNP, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A Abep “vê com bons olhos” a proposta de Rogério Santanna, de usar as fibras apagadas. “É um investimento que já foi feito e precisa ser usado.” Mas, independente da linha do governo, a Abep quer participar do projeto, e assim reduzir os gastos com telecomunicações e aumentar o cardápio de serviços.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Numa conta rápida, Paulo diz que as empresas associadas à Abep gastam em média R$ 200 mil por mês com telecomunicações. “A condição atual limita os investimentos com governo eletrônico, principalmente para o cidadão que mora mais afastado.”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1782914185436292724?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1782914185436292724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1782914185436292724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/nem-agora-foi-i-lula-manda-o-governo-se.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7981616094758176309</id><published>2009-12-02T08:57:00.000-02:00</published><updated>2009-12-01T21:01:34.176-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; atrás de dinheiro - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A prefeitura de Vitória arrecada menos com o ICMS... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Quando surgiu a crise econômica em setembro de 2008, Pedro Bolzani, subsecretário de TI da prefeitura de Vitória (ES), ajudou o prefeito João Carlos Coser a rever o orçamento recém-escrito. “Tivemos que colocar o pé no freio, porque o estado nos repassou 10% menos ICMS.” Na época, Pedro planejava cinco projetos de TI para 2009, entre eles instalar 60 quilômetros de cabos de fibras óticas (para concluir a rede de dados da prefeitura) e instalar 40 câmeras de segurança e um centro de operações de segurança na cidade. Eram promessas de campanha. Os editais de licitação só ficariam prontos no final de 2009, então Pedro não se preocupou. “O prefeito manteve todos os projetos de TI.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Contudo, a prefeitura de Vitória arrecadou ainda menos nos meses seguintes: o ICMS rendeu R$ 27 milhões em julho, R$ 3,5 milhões a menos que em janeiro. Numa nova reunião, o prefeito escolheu só os projetos mais importantes para a prefeitura. No caso da TI, a rede de dados e as câmeras de segurança.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Os outros projetos de TI ficaram para 2010: comprar um sistema de backup e um de gestão, aumentar a capacidade do armazém de dados (storage), construir uma sala-cofre para o CPD, atualizar o sistema de mapas digitais (GIS). Pedro pensava em como viabilizar esses projetos, quando se reuniu com funcionários do BNDES para assinar uma papelada; eles iam encerrar um contrato a respeito de verba do Programa de Modernização da Administração Tributária (PMAT). Então, Pedro imaginou uma alternativa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; atrás de dinheiro - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;.... e recorre ao BNDES para investir em TI em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Como a prefeitura de Vitória já pagou a antiga dívida do PMAT, Pedro poderia submeter outro projeto ao BNDES. “Foi uma coincidência descobrir isso.” Em agosto, ele colocou três gerentes para escolher os projetos principais de TI, para incluí-los todos num projeto maior, financiado pelo PMAT.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Enquanto isso, Pedro terminou o edital da rede de dados: em 10 de novembro, ele licitou os 60 quilômetros de cabos, o serviço de instalação dos cabos e o serviço de manutenção por dois anos; incluiu nessa licitação rede local para 40 escolas. A 7Lan e a F&amp;amp;S participaram da licitação, mas só a 7Lan se classificou. Como a F&amp;amp;S entrou com recurso, Pedro ainda não pôde abrir as propostas comerciais. Ele pretende pagar R$ 1,42 milhão ou menos pelo projeto.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Na sexta-feira, 20 de novembro, os três gerentes listaram quais projetos a prefeitura deve submeter ao PMAT. “A maior parte dos recursos será usada para melhorar os serviços de TI.” Pedro levou os projetos para a assessoria de captação de recursos da prefeitura; vai precisar de R$ 10 milhões.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Pedro prepara o texto final do projeto, enquanto os assessores reúnem as informações sobre as finanças da prefeitura. Eles submeterão o projeto até o final de 2009; assim, caso o BNDES o aprove, Pedro receberá a verba até março de 2010. “Vamos usar um dinheiro barato para a prefeitura”, diz Pedro. “E a TI terá verba, independente da arrecadação.”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7981616094758176309?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7981616094758176309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7981616094758176309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/atras-de-dinheiro-i-prefeitura-de.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8621174190941473644</id><published>2009-12-02T08:56:00.005-02:00</published><updated>2009-12-01T21:21:28.098-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; incentivos fiscais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O governo ganha mais do que todos na Zona Franca de Manaus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Um pesquisador da USP, Jorge de Souza Bispo, estudou quanto o governo embolsa com a Zona Franca de Manaus (ZFM), e se surpreendeu: o governo embolsa mais que empregados e que proprietários de empresas, o que é normal; apesar dos incentivos fiscais, contudo, embolsa mais na ZFM do que no resto do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Na ZFM, as empresas vão atrás de descontos no ICMS, no IPI e no imposto sobre importações. 400 empresas se instalaram na ZFM, mas 70 empresas apenas respondem por 90% do faturamento total da ZFM. Jorge usou informações de vários bancos de dados, tanto do governo quanto de instituições privadas, e comparou os vários dados com um estudo completo de 30 empresas da ZFM e de 30 empresas equivalentes fora da ZFM. “A conclusão foi surpreendente”, diz Jorge. “É um paradoxo a ZFM distribuir mais riquezas para o governo, que deixa de arrecadar dinheiro com as isenções fiscais.”&lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oz4HqomC9ts/SxWkzHgc4CI/AAAAAAAAAE0/EM0stWyBrp0/s1600/grafico0112.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410411725450960930" style="WIDTH: 316px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_oz4HqomC9ts/SxWkzHgc4CI/AAAAAAAAAE0/EM0stWyBrp0/s400/grafico0112.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8621174190941473644?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8621174190941473644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8621174190941473644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/incentivos-fiscais-o-governo-ganha-mais.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oz4HqomC9ts/SxWkzHgc4CI/AAAAAAAAAE0/EM0stWyBrp0/s72-c/grafico0112.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-5850705994156924391</id><published>2009-12-02T08:55:00.000-02:00</published><updated>2009-12-01T20:59:36.396-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; e-saúde&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Hospitais não conseguem recuperar o que investem em informática&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Então, investir em computadores reduz custos e melhora a administração? Não nos hospitais modernos, responde David Himmelstein, professor da Escola de Medicina de Harvard.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Ele estudou os dados de 4 mil hospitais nos Estados Unidos, de 2003 a 2007, buscando evidências de que o investimento em informática reduz custos ou melhora a administração — mas não achou nenhuma evidência. Nos hospitais mais bem administrados, até mesmo nos hospitais com os melhores sistemas de informática, o custo da administração até aumentou um pouco de 2003 para 2007.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Himmelstein já foi diretor de informática no Hospital da Universidade de Cambridge, no estado de Massachusetts. Nesse estudo, já publicado no &lt;em&gt;American Journal of Medicine&lt;/em&gt;, ele não se preocupou em produzir explicações. Ele não sabe dizer por que os executivos dos hospitais foram incapazes de reduzir custos ou de melhorar a gestão por meio de informática — mas pretende investigar as causas num outro estudo, mais para a frente.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Vai investigar duas hipóteses, entre outras: o hospital gasta mais ao comprar, instalar e manter sistemas novos de informática do que consegue economizar com esses sistemas; e o hospital acha bons sistemas para informatizar os aspectos administrativos, mas não acha bons sistemas para informatizar os aspectos clínicos — onde estão os maiores ganhos. (Quando um médico visitante escolhe a marca da prótese a implantar num paciente, ele toma uma decisão clínica, que pode não ser rentável para o hospital.) É difícil mesmo informatizar os aspectos clínicos. O hospital teria de apaziguar muita gente, trabalhando dentro e fora do hospital, com interesses bem distintos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-5850705994156924391?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5850705994156924391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5850705994156924391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/e-saude-hospitais-nao-conseguem.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2048791438489009698</id><published>2009-12-02T08:54:00.000-02:00</published><updated>2009-12-01T21:00:47.398-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; informática verde&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O QPACE, da IBM, é o supercomputador que mais economiza energia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A IBM e um consórcio de universidades europeias construíram o supercomputador com o menor consumo de energia elétrica do mundo, segundo a lista da organização Green500. Ele se chama QPACE e calcula 26 trilhões de operações matemáticas a cada segundo (26 teraflops) — por bastidor. Em cada bastidor, a IBM e o consórcio instalaram 256 processadores PowerXCell 8i (desenvolvido com a Sony para o PlayStation 3), que consomem 1 watt para calcular 723 megaflops.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2048791438489009698?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2048791438489009698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2048791438489009698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/12/informatica-verde-o-qpace-da-ibm-e-o.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-5312865130689911468</id><published>2009-11-18T09:00:00.000-02:00</published><updated>2009-11-17T15:56:15.139-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; crise – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A prefeitura de Campinas arrecada 10% a menos com impostos e para de comprar... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Luis Felizola, diretor de informatização da prefeitura de Campinas (SP), recebeu o programa de governo de Hélio de Oliveira Santos, o prefeito reeleito, em fevereiro de 2009. Ao lado da lista com mais de 200 projetos, Luis rabiscou projetos de TI relacionados. “Criamos um programa de TI.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Durante os meses seguintes, Luis organizou sua equipe e os técnicos da Informática de Municípios Associados (IMA); eles deveriam comprar e instalar novos computadores, implementar uma agenda via Internet de consultas nos postos de saúde (o Siga-Saúde), instalar um sistema de gestão de notas fiscais eletrônicas e também automatizar a cobrança do imposto sobre serviços (ISS).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Luis cumpriu o cronograma de projetos até julho, quando a prefeitura arrecadou 10% a menos com impostos por causa da crise. Os reflexos apareceram logo: em vez de receber o 13º salário em julho (como nos últimos dois anos), Luis só vai recebê-lo no final do ano. Além disso, foi avisado de que não poderia mais comprar computadores. “Tudo estava previsto no orçamento, mas o dinheiro não entrou.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Seguindo ordens do prefeito, Luis pararia de comprar equipamentos e software para a área de TI, mas não pararia alguns dos projetos. Ao contrário, deveria entregá-los antes do prazo combinado. Esses projetos ajudariam a prefeitura a arrecadar mais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; crise – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... mas coloca as dívidas dos moradores na Internet e recupera R$ 30 milhões em três meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em julho, Luis levou a lista rabiscada para uma reunião com o pessoal da IMA, e apresentou os projetos mais urgentes. Um sistema colocaria na Internet o nome de moradores com dívidas com a prefeitura; outro sistema ajudaria a prefeitura a gerenciar notas fiscais eletrônicas. Luis não tinha gente suficiente para implementar esses projetos urgentes e, em paralelo, concluir os outros que já estavam em andamento. Por isso, pediu mais técnicos ao pessoal da IMA. “Coloquem mais gente para trabalhar”, disse Luis, “senão não teremos como pagar vocês.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Com mais cinco técnicos da IMA, Luis entregou em agosto o sistema de dívidas na Internet, e o prefeito lançou uma campanha para incentivar os moradores de Campinas a pagar as dívidas com a prefeitura. No portal, os moradores veem o valor, simulam formas de pagamento, imprimem os boletos. A campanha termina em novembro, mas a prefeitura já recuperou quase R$ 30 milhões até agora.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Até dezembro, os técnicos da IMA terminam o sistema de gestão de notas fiscais eletrônicas. Enquanto isso, Luis revisa novamente a lista rabiscada; a prefeitura arrecadará menos e já avisou que o orçamento de TI será 5% menor. “O reflexo da recuperação demorará a vir.”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-5312865130689911468?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5312865130689911468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5312865130689911468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/crise-i-prefeitura-de-campinas-arrecada.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-6947093958798393847</id><published>2009-11-18T08:59:00.000-02:00</published><updated>2009-11-17T15:59:11.399-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; computação paralela&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Bull e Petrobras montam o maior computador da América Latina — com 250 teraflops. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A Bull vendeu o maior supercomputador da América Latina até agora — por US$ 2 milhões. O comprador é o centro de pesquisas da Petrobras (Cenpes). Alberto Lemos Araújo Filho, presidente da Bull, organiza seu pessoal para que a instalação comece em dezembro.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O supercomputador terá 1.100 processadores Intel (para os cálculos) e 120.000 processadores Nvidia (para o tratamento de imagens em três dimensões). O pessoal do Cenpes pretende usar os 250 teraflops do novo supercomputador para criar ambientes de realidade virtual — e simular operações complicadas ou perigosas antes de arriscar equipamentos, consumíveis e gente de verdade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;(Se quisesse a loucura de empregar pessoas para calcular num segundo o que esse novo supercomputador calcula, o Cenpes teria de empregar 25 trilhões de pessoas, cada uma delas com uma calculadora comum; teria de esperar a população da Terra crescer 3.600 vezes...)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Instalar e fazer a nova máquina funcionar é a parte fácil do projeto, diz Alberto. Logo depois, vem a parte difícil: escrever software para tantos processadores em paralelo. “Toda a programação precisa ser diferente.” Software escrito para computadores comuns não aproveita as características de computadores paralelos. (Assim como, para empregar 25 trilhões de pessoas com sucesso, o Cenpes teria de colocar bilhões de pessoas para organizar as rodadas de cálculos, distribuir contas para cada pessoa e recolher os resultados.)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Esse projeto representa o que Alberto espera de seu pessoal em 2010 — gente capaz de fechar negócios difíceis de pôr em prática, mas que, uma vez em prática, deem bons ganhos para a Bull e para o cliente.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-6947093958798393847?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6947093958798393847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6947093958798393847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/computacao-paralela-bull-e-petrobras.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8728754912022640244</id><published>2009-11-18T08:58:00.003-02:00</published><updated>2009-11-17T15:55:12.891-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; prêmio&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Conheça os Profissionais de Tecnologia da Informação 2009 — categoria governo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Ocorreu ontem, 17, a cerimônia de entrega do Prêmio Profissional de Tecnologia da Informação, organizado pela Plano Editorial. 50 profissionais de TI receberam cada um seu prêmio, inclusive os cinco profissionais da categoria governo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;São eles: Ademir Milton Piccoli (da Procergs), José Antônio Eirado Neto (do Banco Central do Brasil), Marcos Vinicius Ferreira Mazoni (do Serpro), Marcos Tadeu Yazaki (da Prodesp) e Nelson Costa Cardoso (da Petrobras Distribuidora).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Veja &lt;a href="http://www.planoeditorial.com.br/proftec/2009/votacao/premiados2009.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; o perfil de cada desses profissionais, e vote num deles; o mais votado ganhará um perfil de duas páginas no &lt;em&gt;Informática Hoje&lt;/em&gt; de janeiro.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8728754912022640244?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8728754912022640244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8728754912022640244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/premio-conheca-os-profissionais-de.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-4884151435021261215</id><published>2009-11-18T08:57:00.001-02:00</published><updated>2009-11-17T16:07:03.898-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; lousa eletrônica&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;A Dell tenta convencer o Estado de São Paulo a comprar kit sala de aula &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Ricardo Menezes, diretor da divisão de governo e educação da Dell, tenta convencer os clientes do governo a comprar os produtos de educação da Dell, “mas é difícil”. Agora, ele poderá mostrar como os produtos funcionam e como os alunos reagem.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A Dell criou o kit &lt;em&gt;Sala de Aula Conectada&lt;/em&gt; e doou 32 kits para 26 escolas estaduais de Hortolândia — cidade onde mantém fábrica. Cada kit abastece 32 salas de aula com uma lousa eletrônica, um desktop, alto-falantes e conteúdo para as aulas de português e matemática, produzido por funcionários da USP. Com um piloto de um ano, Ricardo espera mostrar ao governo de São Paulo, e a outros governos, que os alunos aprendem melhor ao usar o kit. A Unesco medirá os resultados.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Técnicos da Unesco deram uma prova aos alunos da 5ª série fundamental e da 1ª série do ensino médio antes das aulas com a lousa eletrônica, em agosto. No final de novembro, farão outra prova; e em fevereiro, outra. Vão analisar não só as notas dos alunos, mas também a forma como se relacionam com os professores, com a família e com os colegas. Por enquanto, diz Ricardo, deu para perceber que os alunos inspiram outros membros da família a usar o computador e a Internet.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;No futuro, Ricardo também quer testar como os alunos se comportam com netbooks: em dezembro, a Dell começa a fabricar um modelo no Brasil, que continua funcionando mesmo depois de quedas e sacolejos, e que acende uma luz na tampa (virada para o professor) quando o aluno abandona o conteúdo da aula para navegar em outros conteúdos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Segundo Ricardo, a Dell não calculou quanto o kit custa por aluno.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-4884151435021261215?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4884151435021261215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4884151435021261215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/lousa-eletronica-dell-tenta-convencer-o.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2562636296500312311</id><published>2009-11-18T08:56:00.000-02:00</published><updated>2009-11-17T15:58:18.635-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; bancos e operadoras - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O Itaú desiste da contestação eletrônica com a Telefônica... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Estava tudo pronto para Antonio Carlos Ferreira, superintendente de sistemas do Itaú, contestar eletronicamente as contas de serviços da Telefônica — e então a Telefônica colocou um empecilho.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Quando o banco acha um erro de conta, quase sempre ele paga o valor total primeiro, e depois põe um funcionário para cobrar o que o banco pagou indevidamente. É e-mail para lá, documento para cá. Em média, o banco reconhece 98% da conta, e contradiz 2%. É injusto deixar de pagar os 100% por causa de 2%, assim como é injusto pagar os 100%. Se a contestação fosse eletrônica, todo processo seria automático: o banco pagaria os 98% e deixaria os 2% para discutir depois, conforme a apuração.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em maio de 2007, Antonio começou um projeto de contestação eletrônica com a Telefônica. Num ambiente de testes, a operadora colocou um código na fatura, que permitiu ao Itaú acessar o sistema de contestação eletrônica. O sistema dispara a reclamação do Itaú dentro da Telefônica, e avisa as pessoas sobre o provável erro na cobrança. Em novembro de 2008, ele deu o OK para a Telefônica começar os testes no ambiente de produção do Itaú.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Quando chegou a hora da instalação, um funcionário da Telefônica lhe disse que a contestação seria eletrônica, mas o Itaú só poderia contestar a conta inteira — e não só uma coisa ou outra. “Eu não entendi nada.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; bancos e operadoras - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... e a Febraban sugere um relacionamento todo eletrônico.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;br /&gt;xx&lt;/span&gt;Antonio levou o problema para um grupo de estudos da Febraban. Os representantes de outros bancos se interessaram pela história, e sugeriram fazer outras coisas eletronicamente, não só a contestação. Pela proposta, todo relacionamento entre bancos e operadoras deveria ser eletrônico, feito por meio da troca de mensagens ou de arquivos: assim o banco pediria uma nova linha telefônica, mudaria o endereço de cobrança, cancelaria um serviço. “A ideia é essa”, diz Antonio. “Propor padrões e normas para isso acontecer.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;As operadoras teriam de investir em máquinas e sistemas, integrar sistemas e tratar as mensagens. A Telefônica já avisou: teria de gastar uns R$ 600 mil só de hardware — sem contar desenvolvimento de sistemas. Contudo, diz Antonio, com o relacionamento eletrônico, operadoras e bancos apressam as coisas, evitam retrabalho e economizam.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;No dia 23 de outubro, o grupo da Febraban apresentou a proposta às operadoras. “A recepção foi positiva.” O próximo passo é marcar reuniões individuais: a Telefônica já marcou; a Oi pediu um projeto detalhado para colocar no orçamento de 2010; as celulares ainda não marcaram nada.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2562636296500312311?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2562636296500312311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2562636296500312311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/bancos-e-operadoras-i-o-itau-desiste-da.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2463270153096817290</id><published>2009-11-18T08:55:00.000-02:00</published><updated>2009-11-17T15:57:44.455-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; crise&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Samsung deve vender quatro lotes de computadores antes de montá-los no Brasil &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em junho de 2009, Ricardo Miranda, diretor da divisão de TI da Samsung, participou de uma reunião com Gee-Sung Choi, chairman mundial, que visitava o Brasil. Ricardo explicou ao chefe e à sua comitiva como a Samsung Brasil lançaria notebooks e netbooks no Brasil — pela segunda vez. (Na primeira vez, em 2008, Choi aprovou os planos, mas veio a crise e em seguida Choi cancelou os planos.)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Ricardo conseguiu autorização para importar quatro lotes de computadores e, se vender o suficiente até março de 2010, espera fabricar computadores no Brasil. Ele escolheu três modelos de notebooks e dois de netbooks. Enquanto os primeiros lotes não chegavam, entrou com a papelada para incluir os novos produtos no Processo Produtivo Básico (em troca de isenções fiscais) e se reuniu com outros diretores para planejar as novas linhas de produção. “Vamos importar todas as peças e montar os produtos aqui.” Como não havia mais espaço para mais funcionários e para mais linhas de produção na fábrica de monitores, em Campinas, Ricardo e seus colegas transferiram a fábrica de monitores para Manaus, e abriram espaço em Campinas para a fábrica de computadores.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em outubro, chegou o primeiro lote, mas Ricardo esperou a primeira semana de novembro para vendê-lo — é mais fácil assim, perto do Natal. “Queremos ser a novidade deste final de ano para os consumidores.” Antes de anunciar os novos produtos na mídia, o primeiro lote já estava vendido.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Ricardo entregou, na semana passada, os primeiros computadores aos distribuidores e varejistas. “Daqui a cinco anos”, diz Ricardo, “os notebooks e netbooks devem responder por metade do faturamento da Samsung.”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2463270153096817290?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2463270153096817290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2463270153096817290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/crise-samsung-deve-vender-quatro-lotes.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1855864539890633346</id><published>2009-11-18T08:54:00.000-02:00</published><updated>2009-11-17T16:04:23.818-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; fiscalização&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Americanos preparam sistema de detecção de fraudes de balanço&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Todo balanço financeiro parece correto, inclusive o de empresas que falsificam os números. Três cientistas dos Estados Unidos estudaram o balanço de 160 empresas idôneas e de 160 empresas falsárias para distinguir as diferenças entre balanços corretos e fraudados. “Algumas empresas conseguem manipular a contabilidade muito bem”, diz Joe Brazel, professor da Universidade Estadual da Carolina do Norte e um dos coautores do estudo. “Mas nem toda informação dá para esconder.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Brazel e seus colegas descobriram um jeito de entrever fraudes. Eles tabularam as diferenças entre medições do tipo a receita, a dívida, a margem operacional (ou seja, medições financeiras, que vão no balanço) e medições do tipo o número de funcionários, a área em metros quadrados de centros de distribuição, o número de lojas (ou seja, medições não financeiras, que nem sempre vão no balanço). Diversos órgãos de governo coletam as medições não financeiras, e uma empresa só consegue manipular essas medições se subornar muita gente. Poucas conseguem. Por exemplo: nas empresas idôneas, diz Brezel, a receita e o número de funcionários crescem e diminuem mais ou menos juntos — com diferença de 4% no máximo, para mais ou para menos. Nas empresas falsárias, a diferença ficou em 20%.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Agora, Brazel monta um portal de alertas na Internet. O sistema do portal vai coletar números de balanços publicados na SEC (a CVM dos Estados Unidos) e números de diversos órgãos do governo americano, vai fazer as contas e vai transmitir alertas quando notar diferenças suspeitas entre números financeiros e não financeiros. Ao mesmo tempo, Brazel e seus colegas trabalham nas próximas fases da pesquisa — em que vão pedir a ajuda de investidores, auditores e fiscais.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1855864539890633346?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1855864539890633346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1855864539890633346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/fiscalizacao-americanos-preparam.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-6209188436129955066</id><published>2009-11-04T09:00:00.000-02:00</published><updated>2009-11-03T20:21:13.029-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; responsabilidade cruzada - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;Para igualar os técnicos do Serpro aos do mercado privado... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Técnicos do Serpro constroem sistemas que serão usados por 20 anos. Quando eles vão medir o próprio sucesso, contudo, eles se comparam com os técnicos da iniciativa privada, contratados e pagos de acordo com seus conhecimentos em tecnologias novas. Marcos Mazoni, diretor-presidente do Serpro, se perguntou: como lidar com essas comparações, visto que os salários pagos pela iniciativa privada são mais altos, justamente porque os técnicos da iniciativa privada conhecem tecnologias novas?&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Mazoni aumentou os salários, criou um sistema que valoriza a tarefa (e não a tecnologia), e montou uma rede de treinamento para que os técnicos se mantenham atualizados, mesmo os que lidam com tecnologias antigas. Mas tudo isso resolvia só parte do problema.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Como os funcionários entram por concurso, Mazoni não sabe se as tarefas são realizadas pela pessoa com o melhor perfil. Ele imagina que, numa empresa com 11.500 funcionários, cada função importante para o Serpro poderia ser cumprida por um doutor naquela função. O desafio, diz Mazoni, é colocar cada funcionário em projetos nos quais eles são especialistas, e dos quais eles gostam.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; responsabilidade cruzada - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... Mazoni cria gestão de pessoas inspirada no software livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Para isso, Mazoni abriu uma espécie de rede social na intranet, onde publica as vagas abertas a cada projeto: funcionários de qualquer área podem se candidatar. Se o comitê de gestão do Serpro aprovar, o candidato fica livre para ocupar a vaga para a qual se candidatou — até que o projeto termine.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;É uma forma de gerenciar os conhecimentos de uma empresa como o Serpro, diz Mazoni. “Estamos trazendo a lógica do mundo do software livre, no qual as pessoas cumprem tarefas por prazer.” Alguns projetos já incluem funcionários de outras áreas, mas a movimentação deve aumentar em 2010, pois Mazoni vai a todas as regionais do Serpro para falar sobre o projeto. “Ele altera a hierarquia, pois os chefes não são mais donos do trabalho.” O Serpro pretende virar uma rede de “responsabilidades cruzadas”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Para uma empresa de 45 anos, diz Mazoni, o Serpro está sendo bem moderno com essa ideia de trabalho cooperado.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-6209188436129955066?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6209188436129955066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6209188436129955066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/responsabilidade-cruzada-i-para-igualar.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7162883767498476380</id><published>2009-11-04T08:59:00.001-02:00</published><updated>2009-11-03T20:25:55.066-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; retrabalho - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;Rogério Santanna prepara proposta da rede nacional...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Rogério Santanna, secretário de logística e TI do Ministério do Planejamento, deve apresentar até a metade de novembro o modelo do Plano Nacional de Banda Larga. Rogério coordena o grupo de trabalho que estuda um jeito de formar a nova rede de banda larga, e o prazo foi imposto pelo presidente Lula.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Com a rede nacional, Rogério quer incentivar a concorrência no mercado de telecomunicações. Para ele, hoje não existe concorrência, pois as operadoras controlam a infraestrutura. Por isso, até São Paulo, “o estado mais rico do país”, teve problema com o serviço de banda larga.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Segundo ele, o governo gastaria R$ 1,3 bilhão para ativar a parte central da rede (backbone). “Hoje o governo já gasta R$ 800 milhões com serviços de telecomunicações.” A ideia é usar as redes que vários órgãos de governo já mantêm, e recorrer a pequenas operadoras para levar serviços até a casa dos usuários.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; retrabalho - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... mas deixa uma antiga proposta da Abep para a última hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Os diretores das empresas estaduais de informática, por meio da sua associação (Abep), tentam há anos criar uma Infovia Nacional, uma rede interligada por onde circulariam informações e serviços dos governos federal, estadual e municipal. Todos os estados já têm sua própria rede, desconectadas umas das outras. Por isso, no começo de dezembro de 2007, eles apresentaram uma proposta para Sérgio Rezende, o ministro da Ciência e Tecnologia — mas a proposta não foi levada à frente.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Rogério Santanna também não levou à frente a proposta da Abep, nem chamou nenhum associado para participar do grupo de trabalho. “O governo primeiro precisa chegar a um consenso.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Só na quarta-feira, 28 de outubro, Rogério Santanna convidou os associados da Abep para uma reunião. Paulo Coelho, presidente da empresa de informática do Rio de Janeiro (Proderj) e presidente do conselho de associados da Abep, foi ao encontro.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7162883767498476380?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7162883767498476380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7162883767498476380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/retrabalho-i-rogerio-santanna-prepara.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-992674624405455088</id><published>2009-11-04T08:58:00.000-02:00</published><updated>2009-11-03T20:16:15.870-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; internautas novatos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;No Amazonas, 80 mil pessoas já usam a Internet sem viajar até Manaus. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em quatro cidades do Amazonas, 80 mil pessoas já acessam a Internet por meio de rádio Wi-Fi, de rádio WiMAX e de conexão via satélite. As quatro cidades estão entre as mais populosas do estado (Itacoatiara, Manacapuru, Tabatinga e Tefé), e por isso foram as primeiras a entrar no programa Amazonas Digital, feito pela Seplan (a secretaria de planejamento) com serviços da Prodam (a empresa de informática) e com serviços e tecnologia da Hughes (fornecedor especializado em comunicações por rádio e comunicações via satélite).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Márcio Silva de Lira, chefe de gabinete da Seplan, diz que, nas quatro cidades, as pessoas já fazem mais negócios umas com as outras e, como ficou mais fácil obter informações sobre essas quatro cidades, aumentou a publicidade espontânea (como reportagens de jornal) e o turismo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O programa Amazonas Digital começou no final de 2008, quando Prodam e Hughes assinaram os contratos. A primeira fase termina em dezembro, com 15 cidades no ar: em cada uma delas, Seplan, Prodam e Hughes interligam os órgãos públicos com WiMAX, criam uma área Wi-Fi aberta à população e montam um telecentro com dez computadores. O centro da rede fica em Manaus, no prédio da Prodam. Márcio diz que todas as 61 cidades do Amazonas estarão no programa até outubro de 2012.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Márcio e equipe agora medem como os habitantes das quatro cidades usam a Internet. Eles pretendem colocar os serviços mais úteis e populares já na primeira página do Amazonas Digital. “A Internet”, diz Márcio, “pode melhorar os índices socioeconômicos de uma cidade em 50%.”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-992674624405455088?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/992674624405455088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/992674624405455088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/internautas-novatos-no-amazonas-80-mil.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1031197468536234643</id><published>2009-11-04T08:57:00.001-02:00</published><updated>2009-11-04T17:42:01.198-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; gestão – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;A Procergs quita R$ 30 milhões em dívidas com fornecedores de TI...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Em 2007 e 2008, Ademir Milton Piccoli ajudou o antigo presidente da Companhia de Processamento de Dados do Rio Grande do Sul (Procergs) a pagar dívidas de mais de R$ 30 milhões com fornecedores de TI. Por isso, quando assumiu a presidência em abril de 2009, com as contas pagas, seu desafio era outro: vender novos projetos de governo eletrônico e fazer a Procergs dar lucro. Ele encomendou uma pesquisa, com funcionários e clientes, para descobrir se a Procergs seria capaz de assumir projetos. O resultado foi desanimador: para a maioria, a Procergs demorava para responder às demandas e não entregava projetos inovadores. “Eu tinha que recuperar a credibilidade.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Se funcionários e clientes enxergavam a Procergs assim, pensou Piccoli, o problema estava no atendimento. Depois de visitar empresas de TI de outros estados, como São Paulo, Piccoli pediu para Sérgio Dalanhol, diretor técnico, ajudá-lo a escrever um plano de ação; Sérgio já tinha gerenciado a equipe de atendimento a clientes e conhecia os problemas. “Os usuários”, diz Piccoli, “tinham que ficar entusiasmados com as mudanças.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; gestão – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... e investe R$ 1,5 milhão para atender melhor os clientes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O primeiro passo foi aumentar a verba para o marketing interno: Piccoli instalou TVs nos corredores para exibir entrevistas com os técnicos da Procergs, em que cada técnico explicava um projeto; a cada 15 dias, ele também promove um café da manhã com 30 técnicos para ouvir sugestões. “Agora todos são reconhecidos.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em paralelo, colocou os gerentes em cursos de gestão de projetos, Cobit e ITIL. Eles já implementam os processos de gestão de pedidos, de relacionamento com os clientes e de segurança da informação; eles se reúnem toda semana para avaliar o andamento de 32 projetos de TI mais importantes para o estado; e eles reduziram as despesas em 35%.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Até agora, Piccoli investiu R$ 1,5 milhão para mudar a Procergs e pretende investir mais em 2010: em 5 de novembro, divulgará um edital para contratar 28 funcionários. Para provar que deu certo, ele repete as pesquisas com funcionários e clientes. Os resultados melhoraram, mas Piccoli prefere avaliar o sucesso do plano enquanto anda pelos corredores. “Aprendi a levantar da cadeira para enxergar como está nossa imagem.”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1031197468536234643?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1031197468536234643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1031197468536234643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/gestao-i-procergs-quita-r-100-milhoes.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7944316164841266906</id><published>2009-11-04T08:56:00.000-02:00</published><updated>2009-11-03T20:45:49.454-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; petróleo – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;Com mais técnicos, a Petrobras Distribuidora entrega os arquivos do Sped no prazo... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;br /&gt;xx&lt;/span&gt;Nelson Costa Cardoso, CIO da Petrobras Distribuidora, tinha de entregar os primeiros arquivos do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) fiscal e contábil para a Receita Federal até 31 de maio. Em janeiro, o ERP ainda gerava os arquivos com erros, porque os dados dos 20 mil clientes vinham de bancos de dados diferentes, armazenados em servidores diferentes. Enquanto Nelson procurava uma solução, a crise obrigou os diretores da Petrobras Distribuidora a dar crédito para muitos clientes. A demanda aumentou e a empresa precisava do sistema de relacionamento com clientes (CRM), mas faltava implementar a maioria dos módulos. De repente, Nelson tinha dois projetos urgentes para entregar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A área de TI precisava entregar tanta coisa que Nelson contratou 68 técnicos, por meio de um concurso público.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; petróleo – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... e entregará 12 módulos do novo CRM até dezembro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;br /&gt;xx&lt;/span&gt;Com mais técnicos, Nelson conseguiu implementar dez módulos do CRM, que já interligou a outros sistemas. Enquanto isso, a Receita adiou o prazo de entrega do Sped para outubro, e o restante dos técnicos teve mais tempo para conciliar os bancos de dados, dimensionar os enlaces de rede (principais e redundantes) que conectam filiais ao datacenter, e instalar novos servidores em algumas das filiais, para processar as informações mais rápido. “Nossa infraestrutura em todos os estados ficou no mesmo nível.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em outubro, o ERP gerou os arquivos do Sped 100% corretos. Os usuários enviaram os primeiros arquivos para a Receita Federal dias antes do prazo. Até o final do ano, Nelson entrega os dois últimos módulos do CRM, que apoiarão os processos de controle de investimentos. Em paralelo, ele já planeja o próximo projeto: implementar um novo sistema de gestão da cadeia de fornecedores e subfornecedores. “Temos que implementar esse sistema até o final de 2010.” Ele já mapeou os processos, pesquisou fornecedores e calculou os custos. O edital de licitação, diz Nelson, sai logo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7944316164841266906?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7944316164841266906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7944316164841266906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/petroleo-i-com-mais-tecnicos-petrobras.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-3007430476616872715</id><published>2009-11-04T08:55:00.001-02:00</published><updated>2009-11-03T20:47:08.359-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; padrão bancário - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;As operadoras aceitam a nova versão de conta eletrônica da Febraban... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Antonio Carlos Ferreira, superintendente de sistemas do Itaú, convenceu quase todas as operadoras a usar o novo modelo para o banco receber eletronicamente as contas de telefone. A única exceção é a Oi. “Ela ainda nem começou o projeto.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em abril de 2009, Antonio e o grupo de estudos da Febraban (formado por representantes do Banco do Brasil, do Bradesco, da Caixa Econômica Federal, do Santander, do Itaú e do Unibanco) apresentaram a nova versão da conta eletrônica, a V3. Ela traz um número para identificar a fatura e o mês referente à conta; informa o endereço de instalação e de cobrança de todos os serviços tarifados; traz o valor total de cada serviço, o valor de multas e descontos; e tem um anexo com as categorias das chamadas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;A GVT foi a primeira a começar os testes e a entregar contas com o padrão V3. Depois, foram a Transit e a Hoje Telecom. A Telefônica, a Embratel e outras operadoras, diz Antonio, estão umas mais adiantadas que as outras, mas todas já trocam arquivos com o Itaú e conduzem testes.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Com a experiência até agora, diz Antonio, a V3 deixa os processos mais rápidos, deixa mais fácil acompanhar as despesas e mostrar as informações para os funcionários do banco. Mas ele só saberá se os erros nas contas diminuíram quando as grandes operadoras, como a Telefônica e a Oi, adotarem a V3.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; padrão bancário - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... só a Oi se atrapalha por causa da fusão com a BrT. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Quando a Oi comprou a Brasil Telecom, o atendimento piorou. “Principalmente o da Brasil Telecom”, diz Antonio, “que tinha uma parte de atendimento certinha.” Primeiro, veio uma fase de indefinição; depois, processos que aconteciam de uma forma na Brasil Telecom, aconteciam de outra na Oi. Os gerentes de atendimento falavam: não posso mais fazer isso porque agora é Oi. Com isso, o projeto da V3 atrasou.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em maio, funcionários da Oi chamaram Antonio para uma reunião, explicaram que estavam num processo de fusão, por isso as coisas não aconteciam no ritmo que todos gostariam. Ele perguntou o que faltava para adotar a V3, facilitou uma série de coisas e deu mais dois meses de prazo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Dois meses depois, diz Antonio, a Oi mudou toda a equipe. “Os interlocutores com os quais tínhamos contato foram embora.” E ele teve de explicar tudo de novo para os novatos. No dia 20 de setembro, Antonio recebeu a ligação de um novo gerente da Oi, se apresentando, pois ele estava assumindo o atendimento do Itaú. Segundo ele, o projeto da V3 não tinha sido aprovado e ele teria de apresentá-lo novamente ao comitê.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Antonio ameaçou levar à diretoria do Itaú a sugestão de não comprar mais serviços da Oi; lembrou que o Banco do Brasil não pagaria a Oi, pois no edital para o serviço de 0800 ele tinha exigido a V3. Mas foi tudo em vão. Então ele acionou a Febraban.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;No dia 29 de outubro, o responsável pela comissão de tecnologia e automação bancária, Gustavo Roxo, escreveu uma carta para a operadora, pedindo explicações.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Antonio sabe que o Itaú não deixará de abrir agências porque a Oi não usa a V3. Mas entre um fornecedor com a V3 e outro sem, o fornecedor com a V3 leva vantagem. “A gente sabe que é difícil para uma empresa do tamanho deles fazer uma integração, mas é injustificável essa falta de interlocutor.”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-3007430476616872715?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3007430476616872715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3007430476616872715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/padrao-bancario-i-as-operadoras-aceitam.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2788918419503997316</id><published>2009-11-04T08:54:00.000-02:00</published><updated>2009-11-03T20:22:35.675-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; educação via internet – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;Com PDAs, a JBS passa a atender mais de 500 chamados por dia no help desk...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Em janeiro, Jenner Jon Lopes, CIO do Grupo JBS, ouviu explicações sobre a estratégia da JBS do próprio presidente da empresa: a JBS vai comprar mais empresas, atender grandes varejistas, mas vender também para pequenos comerciantes. Para isso, os vendedores iriam para as ruas. Jenner ajustou o sistema de vendas para PDAs. Pela rede 3G, os vendedores acessam promoções, cadastram pedidos, checam o roteiro de visitas. No entanto, a cada mês, a JBS contratava 300 novos vendedores. Em pouco tempo, os dez técnicos do help desk atendiam 500 ligações por dia. “Dobramos de tamanho em oito meses.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Enquanto os técnicos do help desk tentavam atender os usuários, o restante da equipe recebia os PDAs, instalava o sistema e os enviava para os vendedores. Jenner voltou a se reunir com o presidente em junho. “Para atender esse crescimento”, disse Jenner, “a TI também deve crescer.” Saiu da reunião com dinheiro para contratar 15 técnicos e aumentar os enlaces de rede entre os centros de distribuição e a sede da JBS de 8 Mbps para 16 Mbps. Mas isso não reduziria os chamados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; educação via internet – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... e compra um sistema de educação à distância para treinar os usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Jenner pensou em educação à distância para ensinar os usuários da JBS a usar todos os sistemas. Assim, os usuários ligariam menos para os técnicos do suporte. “Percebi que sempre investimos em sistemas muito bons, mas treinamos pouco.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;O presidente da JBS autorizou esse projeto também e, depois que o conteúdo dos cursos estiver disponível, os usuários acessarão as salas de aula virtuais de qualquer lugar. A equipe de TI saberá quais cursos cada usuário já terminou. “Eu realizaria meu sonho”, diz Jenner, “se o técnico acessasse o perfil do usuário no momento da ligação.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Sete fornecedores já enviaram informações sobre sistemas de educação à distância para Jenner; em outubro, diz Jenner, três deles receberam as instruções para a proposta (RFP). “Vamos implementar o sistema ainda este ano.” Se o novo sistema ficar pronto logo, Jenner atenderá melhor todos os usuários da JBS. Assim, caso o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) autorize a fusão com a Bertin, Jenner terá mais tempo para integrar a TI das duas empresas. “Nosso desafio será fazer com que as empresas funcionem como uma só.”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2788918419503997316?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2788918419503997316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2788918419503997316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/educacao-via-internet-i-com-pdas-jbs.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8441965724638709211</id><published>2009-11-04T08:53:00.000-02:00</published><updated>2009-11-03T20:24:19.087-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; boas práticas - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;Técnicos da GVT empurravam as reclamações dos funcionários... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Quando Fábio Augusto Koreeda, diretor de infraestrutura de TI, chegou na GVT, os funcionários reclamavam do sistema lento, ou do e-mail com problema, ou da intranet fora do ar. O técnico de infraestrutura checava se os servidores estavam funcionando, ou os equipamentos de rede, ou o banco de dados. Se estivessem, ele repassava a reclamação para o pessoal de aplicativos — e esquecia o problema. Muitas vezes, as máquinas estão funcionando, mas, para o usuário, para o que ele precisa, o sistema está lento. O usuário só pararia de reclamar se a informática fosse estável. “Estabilidade”, diz Fábio, “é a soma de máquinas e sistemas funcionando em sincronia.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Ele queria que os técnicos parassem de olhar máquinas ou sistemas, e olhassem as necessidades do usuário — os processos de negócio. A tela do CRM abre numa velocidade aceitável? O sistema está lento? Fábio se propôs a mudar a cabeça dos técnicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; boas práticas - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... então o diretor de infraestrutura adotou a ITIL... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Fábio contratou uma consultoria, treinou os 140 técnicos de infraestrutura em ITIL, e juntos reviram os processos mais notados pelos usuários: problemas, incidentes, mudanças, acordos sobre a qualidade mínima dos serviços, monitoração, central de serviços e planejamento de capacidade. Para ganhar escala, Fábio instalou duas ferramentas: uma olha os processos do ponto de vista do usuário (e avisa qual componente de TI está atrapalhando o processo) e a outra ajuda a planejar a TI de acordo com crescimento da empresa (para evitar que uma infraestrutura mal calculada afete os negócios).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Depois, a equipe migrou o banco de dados (que não tinha mais suporte do fabricante) para uma versão mais moderna. Só com isso, as telas que abriam em 20 segundos agora abrem em 10 segundos. A equipe também reviu os processos do portal que integra os sistemas corporativos: a tela que antes abria em 155 segundos, depois das melhorias, passou a abrir em 3,5 segundos. O sistema de provisionamento (que entrega os serviços aos clientes) processava 10 mil eventos em cinco minutos, e agora processa 40 mil eventos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;As melhorias na área de infraestrutura foram percebidas pelos usuários: até os engenheiros da área de operações notaram que tinham menos problemas com a informática e se interessaram pela ITIL.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; boas práticas - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e mudou a cabeça dos técnicos. &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;Foi difícil mudar a cabeça dos técnicos de infraestrutura, que por dez anos trabalharam de um jeito. Mas Fábio mostrou que, quando um aplicativo falha, o ciclo de faturamento falha, a GVT não entrega a conta para o cliente, que atrasa o pagamento, e por isso não entra dinheiro na empresa. Hoje, se o aplicativo não está bem, o técnico de infraestrutura não esquece o problema até que tudo esteja funcionando bem. “Isso mostra que as coisas mudaram.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Fábio continuará com a revisão de processos. O próximo passo é olhar os processos de configuração, liberação e continuidade dos negócios. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8441965724638709211?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8441965724638709211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8441965724638709211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/boas-praticas-i-tecnicos-da-gvt.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-4974640766239492837</id><published>2009-11-04T08:52:00.000-02:00</published><updated>2009-11-03T20:25:54.807-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; desempenho&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;Anuário Telecom 2009: o setor cresceu 21,97% em 2008. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Segunda-feira, 26 de outubro, a Plano Editorial lançou o Anuário Telecom 2009, cujos números são de 2008. Alguns números sobre o setor de telecomunicações no Brasil:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;- Em dólares, o setor cresceu 21,97%, para chegar ao faturamento líquido de US$ 75,68 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;- As operadoras celulares obtiveram receita líquida de US$ 25,2 bilhões (33,3% do faturamento líquido total do setor); as operadoras fixas, US$ 21,9 bilhões (29%); num distante terceiro lugar, ficam os fabricantes de terminais, com US$ 6,4 bilhões (8,5%).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;- O maior fabricante instalado no Brasil é a Nokia, com receita líquida de US$ 2,62 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;- A maior operadora é a Oi, com receita líquida de US$ 10,3 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;- A empresa do ano do Anuário Telecom é a Trópico, um fabricante brasileiro de centrais telefônicas digitais, de padrão multimídia IP. A Trópico faturou R$ 214 milhões em 2001 — e só R$ 2,2 milhões em 2002, quando quase desapareceu. Mas, depois de fazer um acordo com o BNDES e com o Funttel, e depois de investir de forma inteligente em pesquisa e desenvolvimento, a Trópico se recuperou: obteve receita líquida de R$ 102,9 milhões em 2008, ou seja, cresceu 135,34% em relação a 2007.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Durante a cerimônia de lançamento do anuário, Raul Del Fiol, o presidente da Trópico, foi aplaudido de pé por minutos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-4974640766239492837?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4974640766239492837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4974640766239492837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/desempenho-anuario-telecom-2009-o-setor.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-6882750547917564333</id><published>2009-11-04T08:51:00.000-02:00</published><updated>2009-11-03T20:43:24.668-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; gestão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;Crimes de colarinho-branco ocorrem num processo de 12 etapas &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Três cientistas estudaram vários crimes de colarinho-branco (inclusive o da WorldCom/MCI, o da Computer Associates e o da Xerox) e conseguiram decompor o processo pelo qual um executivo importante se transforma num criminoso, e prejudica a empresa — esse processo tem 12 etapas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;Nenhum dos executivos estudados, diz Ruth McKay, professora da Universidade de Carleton e coautora do estudo, entrou na empresa com a intenção de cometer crimes. Ele se transformou num criminoso uma etapa por vez — e outros funcionários da empresa testemunharam o processo inteiro, mas não tiveram a coragem de denunciá-lo depressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.planoeditorial.com.br/ti_governo/imagens/infourgenteok.pdf"&gt;Clique na imagem para ampliar.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.planoeditorial.com.br/ti_governo/imagens/infourgenteok.pdf"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400009230874979698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 114px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_oz4HqomC9ts/SvCvyPYiLXI/AAAAAAAAAEc/5NZVhMjVpkA/s200/graficoturgentepq.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-6882750547917564333?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6882750547917564333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6882750547917564333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/11/gestao-crimes-de-colarinho-branco.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oz4HqomC9ts/SvCvyPYiLXI/AAAAAAAAAEc/5NZVhMjVpkA/s72-c/graficoturgentepq.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-6529018389615640785</id><published>2009-10-21T09:00:00.009-02:00</published><updated>2009-10-23T19:17:11.683-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; internet popular - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Serra zera o ICMS para banda larga de 200 kbps a 1 Mbps... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O governador de São Paulo, José Serra, chegou ao Futurecom no final da manhã de 15 de outubro, o segundo dia da feira, para fazer um anúncio.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Sua visita tinha sido anunciada algumas vezes pelo organizador do Futurecom, Laudálio Veiga Filho, durante um painel com presidentes de operadoras e fornecedores. "Ele está vindo de helicóptero", disse Laudálio da primeira vez. "Ele já saiu do Palácio", disse da segunda. "Ele chegou", disse quando todos já podiam ouvir o helicóptero.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Serra apareceu acompanhado do secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Machado da Costa, do secretário de Gestão Pública, Sidney Beraldo, de quatro seguranças, e de alguns assessores. Eles anunciaram o que o secretário de Fazenda chamou de "Internet a preço justo".&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O Estado de São Paulo abriu mão do ICMS, de 25%, sobre o serviço de conexão à Internet de velocidade entre 200 kbps e 1 Mbps.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; internet popular - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... para São Paulo ter banda larga por até R$ 29,80... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O governador e cada um dos secretários assinou o decreto 54.921 para oficializar o programa &lt;em&gt;Banda Larga Popular&lt;/em&gt;. Depois, Serra subiu ao púlpito, folheou uma apostila, deu bom dia a todos e a todas, agradeceu a Laudálio — pois era o segundo ano do Futurecom em São Paulo. "Bons negócios com a Internet significam mais empresas, mais produção", disse Serra. "Não tenho dúvida disso."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O Estado de São Paulo, diz Serra, tem 6,95 milhões das casas com computador: dessas, 4,39 milhões têm banda larga; 1,75 milhão usam conexão discada e 690 mil não têm conexão. Os habitantes do estado não contratam banda larga por conta do preço: em média, R$ 50,00 por mês. O objetivo do Banda Larga Popular é beneficiar os moradores dessas 2,442 milhões de casas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;"Quando a ideia me foi transmitida pelo Beraldo e pelo Mauro Ricardo", disse Serra, "eu fiquei pressionando e pressionei bastante os provedores." Com isso, o governo e os provedores chegaram a um acordo: o estado zera o ICMS e os provedores tiram R$ 10,00 do preço do serviço.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;As operadoras que fizerem parte do programa terão de oferecer a conexão com modem, provedor de acesso e instalação grátis, sem limite de uso, por até R$ 29,80 por mês.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Para os serviços modernos de Internet, conexão de 200 kbps é lenta; às vezes, até a conexão de 1 Mbps é lenta. Serra sabe disso, mas, para quem não está conectado, ou para que se conecta por linha discada, é suficiente.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Serra agradeceu a Laudálio pela oportunidade de fazer o anúncio durante o Futurecom; agradeceu à Telefônica, o principal e único parceiro por enquanto; e desceu do púlpito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; internet popular - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... mas só a Telefônica entra no programa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Todas as operadoras podem participar do programa Banda Larga Popular: fixas, móveis, de TV a cabo. Mas só a Telefônica assinou convênio com o estado: começa a vender o serviço em 9 de novembro. "As móveis", diz Sidney Beraldo, "disseram que precisam investir na rede de banda larga para suportar a demanda antes de assinar o convênio."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O Estado de São Paulo arrecada R$ 534 milhões com o serviço de banda larga. Se apenas as pessoas que não têm conexão contratarem o serviço, o estado não perde nada na arrecadação. Caso as pessoas troquem um plano mais caro pelo plano popular, diz Beraldo, então o estado vai perder.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O programa só vale para pessoas físicas — que não precisam comprovar renda para contratar o serviço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-6529018389615640785?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6529018389615640785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6529018389615640785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/internet-popular-i-serra-zera-o-icms.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-4120821565247904965</id><published>2009-10-21T08:59:00.004-02:00</published><updated>2009-10-21T16:19:46.154-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; bancos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O consórcio Termoeste cobra R$ 880 milhões do Banco do Brasil e da Caixa para construir um novo CPD. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Em 16 de outubro, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal anunciaram, por meio do Diário Oficial da União, que o consórcio Termoeste (composto pelas empresas BVA Investimentos, Termoeste e GCE) venceu a licitação para construir um novo CPD (ou datacenter). José Luís Salinas, vice-presidente de TI, logística e suporte operacional do Banco do Brasil, usará 4.200 metros quadrados do novo CPD, enquanto a equipe de TI da Caixa usará mil metros. O contrato é uma parceria público-privada (PPP); o consórcio gastará R$ 880 milhões, pagos pelo Banco do Brasil e pela Caixa ao longo de 15 anos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Além de construir o CPD e gerenciar a infraestrutura predial (serviços de energia elétrica, água, esgoto e circuito fechado de TV), o consórcio deve gerenciar duas conexões por fibras óticas independentes para cada banco. O consórcio tem até o final de janeiro de 2010 para começar a construção do CPD, que ficará num terreno do Banco do Brasil, em Brasília (DF). Pelo edital, depois de começar as obras, o consórcio precisa terminá-las em 510 dias.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O Banco do Brasil e a Caixa pretendem pagar juntos, no máximo, R$ 3,4 milhões por mês. "Vamos ganhar em escala", diz Salinas. Sem uma PPP, o Banco do Brasil e a Caixa gastariam mais: ou construiriam um CPD com dinheiro próprio ou contratariam um CPD terceirizado, sendo obrigados a licitar o serviço a cada cinco anos. Recorrendo à PPP, os dois bancos evitam licitar o mesmo serviço a cada cinco anos, e evitam o risco de levar todas as máquinas de um CPD a outro. Se o contrato com o consórcio der certo, Salinas só se preocupará em contratar um novo CPD em 2025; ainda assim, ele poderá renovar o contrato com o consórcio por outros 15 anos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Quando o novo CPD estiver pronto, Salinas ajustará o modelo de processamento de dados do Banco do Brasil: vai tirar sistemas menos importantes do mainframe, onde hoje funcionam 70% de todos os sistemas, para organizá-los em servidores diferentes, conforme a importância. Assim, ele investe só o necessário em cada máquina e atende mais rápido as encomendas dos usuários. "Será uma oportunidade para melhorar a infraestrutura de TI do banco."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Contudo, antes de assinar o contrato, os dois bancos precisam esperar o consórcio perdedor recorrer (ele é formado por Método Engenharia, Dalkia, MC, Grenit e Comercial de Hardware). O prazo para contestar a licitação termina sexta-feira (23).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-4120821565247904965?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4120821565247904965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4120821565247904965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/bancos-o-consorcio-termoeste-cobra-r.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7144553163808120355</id><published>2009-10-21T08:58:00.001-02:00</published><updated>2009-10-20T20:41:04.824-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; segurança&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Usuários de redes sociais correm o risco da chantagem &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Quando o usuário visita um portal de relacionamento ou um portal de encontros (qualquer portal social), e navega no portal à vontade, talvez um dia veja um relatório completo de como ele navegou: que páginas visitou, por quanto tempo, em que sequência. Segundo Craig Wills, pesquisador do Worcester Polytechnic Institute (WPI), muitos portais sociais revelam informações em excesso para sistemas especializados em relatórios de navegação na Internet, como o Google Pagerank, o Alexa, o Compete, o Technorati.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Quando o internauta se conecta a um portal social, diz Wills, ele recebe um número único do portal, e a partir dali ele navega pelo portal carregando esse número como um crachá. O número único aponta para todas as informações que o usuário forneceu ao portal social — nome, sexo, idade, profissão, endereço. Um programa como o Alexa ou o Technorati consegue produzir relatórios sobre como os usuários navegam em qualquer portal, mas sem identificar os usuários. Quando um programa desses obtém o número único, contudo, ele consegue associar a navegação à pessoa — ele sabe quem navegou como. O problema, diz Wills, é que a maioria dos portais sociais fornece esse número único aos sistemas especializados em relatórios de navegação.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;A empresa responsável pelo Alexa ou pelo Technorati talvez nunca divulgue um relatório desses, mostrando, por exemplo, como certo político famoso costuma ver o perfil de prostitutas; mas e se um funcionário dessa empresa não resiste à tentação?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7144553163808120355?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7144553163808120355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7144553163808120355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/seguranca-usuarios-de-redes-sociais.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8487449531893728395</id><published>2009-10-21T08:57:00.002-02:00</published><updated>2009-10-21T11:27:40.637-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; a rede do futuro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Para o pessoal da Trópico, os funcionários das operadoras mudam logo o perfil de investimentos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Nos últimos anos, diz Raul Del Fiol, presidente da Trópico, os funcionários de operadoras fixas e celulares trabalharam com uma ideia fixa: instalar equipamentos para levar serviços de banda larga ao maior número possível de ruas. Eles investiram em abrangência (ou &lt;em&gt;penetração&lt;/em&gt;, como dizem no setor de telecom). Clientes conseguem escolher várias versões de serviços de banda larga: no caso da banda larga celular (3G), o cliente paga uma taxa por mês e tem direito a transmitir uma certa quantidade de bytes. Quando ele atinge sua cota de bytes, a operadora limita a velocidade, visto que ela não pode interromper o serviço (é contra a lei). Muitos clientes não sabem disso, e reclamam do serviço lento. Em outras palavras: os funcionários das operadoras ainda não investiram em redes mais inteligentes, e vendem serviços meio burros. A partir de 2010, diz Del Fiol, coisas assim devem mudar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;As operadoras devem investir em serviços IP que funcionem ao longo de várias redes, inclusive redes fixas e celulares. Essa iniciativa é conhecida pela sigla em inglês: IMS (de &lt;em&gt;IP multimedia subsystem&lt;/em&gt;). Na prática, as operadoras devem instalar máquinas de controle e tradutores de protocolos para interligar melhor os serviços de telefonia fixa, de telefonia celular e de Internet. Quando o cliente estiver na rua, ele receberá uma mensagem no celular: sua mãe deixou um recado na secretária eletrônica do telefone de casa. E depois outro: seu chefe mandou um e-mail com a palavra urgente. Para Del Fiol, esse tipo de serviço IMS é a cara da linha de produtos da Trópico, a Vectura. Ele explicou a linha Vectura a funcionários de operadoras durante o Futurecom 2009, que ocorreu na semana passada em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Em Manaus, o pessoal da fábrica trabalha para automatizar cada vez mais a produção de placas e módulos da Vectura. Ao mesmo tempo, em Campinas, os funcionários estudam vários modelos de computadores industriais. A Trópico ganha pouco ao vender hardware. Mais para a frente, ela deve fabricar menos placas e menos módulos; vai substituí-los por computadores industriais comprados no Brasil, na Ásia. Aos poucos, diz Del Fiol, a Trópico deve se transformar numa empresa de software.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Em 2009, sem a portabilidade, a Trópico fatura uns R$ 110 milhões, ou seja, cresce 13% em relação a 2007. (Em 2008, com a portabilidade, a Trópico faturou R$ 209 milhões.) Para Del Fiol, está muito bom. Logo as operadoras começam a instalar serviços novos por meio de máquinas velhas, e a Trópico deve crescer, pois a linha Vectura foi projetada para que a operadora consiga vender serviços novos por meio de máquinas velhas. Em Campinas, dos 84 funcionários atuais, quase todos pesquisam os detalhes de serviços IMS. "Só conseguimos crescer", diz Del Fiol, "conforme empregamos gente em P&amp;amp;D."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8487449531893728395?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8487449531893728395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8487449531893728395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/rede-do-futuro-para-o-pessoal-da.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-176009001253502303</id><published>2009-10-21T08:56:00.002-02:00</published><updated>2009-10-23T19:26:20.417-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; estratégias&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Ericsson quer levar banda larga para a população pobre &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Fatima Raimondi assumiu a presidência da Ericsson Brasil em setembro de 2008. Naquela época, a Ericsson já tinha assinado contrato com quatro grandes operadoras móveis e os técnicos montavam, ao mesmo tempo, as redes de banda larga celular (3G) da Brasil Telecom, da Claro, da Vivo e da TIM.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;"Na minha memória", diz Fatima, "2008 será o ano em que a América Latina e o Brasil começaram a investir em banda larga móvel." A Ericsson instalou no Brasil 8 mil estações de rádio em 2008 — e por vender bastante, a receita líquida da Ericsson aumentou 38,83%, segundo números do Anuário Telecom 2009. "O quarto trimestre foi o melhor que já tivemos."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Em janeiro de 2009, as vendas ainda continuavam bem porque as operadoras terminavam os projetos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;No primeiro trimestre de 2009, apesar da crise econômica, Fatima começou a fabricar no Brasil módulos eletrônicos usados em estações de rádio 2G e 3G, e em equipamentos de transmissão e de núcleo da rede. "A gente sabia que era um investimento de longo prazo."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;No entanto, no final do trimestre, as operadoras pararam de comprar. "Estava todo mundo falando de crise." Pouco tempo depois, as operadoras reviram contratos e projetos. "A gente discutia com elas novas formas de prestar o serviço." Se antes elas compravam um equipamento A, a equipe da Ericsson sugeria fazer a mesma coisa com o equipamento B, mais em conta. A equipe da Ericsson também conseguiu aumentar a venda de serviços, como de manutenção de rede, suporte e ferramentas para otimizar a infraestrutura.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Antes da crise, a Ericsson já tinha perdido uma grande concorrência para montar a rede 3G da Oi. Por tudo isso, Fatima instalou metade dos projetos que tinha planejado. "Também tivemos de rever contratos com os fornecedores e reduzir custos."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Em 2009 e em 2010, o foco dela continua na banda larga, principalmente a móvel. A Ericsson vende equipamentos óticos, mas Fatima acredita que a 3G é a forma mais rápida de espalhar banda larga no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Durante 2008, os funcionários da Ericsson fizeram várias pesquisas com a população. Numa delas, entrevistaram 600 pessoas de baixa renda das cidades de Indaiatuba, São Paulo e Recife. Descobriram que elas gastam muito para acessar a Internet em LAN houses e, com o que gastam, poderiam pagar uma conexão de banda larga em casa. Mas elas não têm de quem contratar o serviço de banda larga.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Agora, os vendedores da Ericsson mostram o resultado da pesquisa para as operadoras, a fim de convencê-las a instalar mais redes, em cidades menores, mais distantes e mais pobres. A nova estratégia da empresa é levar banda larga (ou qualquer outra banda, na verdade) para todo o Brasil. No próximo ano, Fatima traz produtos mais baratos para vender no país.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Em 2010, aposta Fatima, o Brasil volta a crescer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-176009001253502303?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/176009001253502303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/176009001253502303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/estrategias-ericsson-quer-levar-banda.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7680187457860156397</id><published>2009-10-21T08:55:00.002-02:00</published><updated>2009-10-23T19:17:46.861-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; probabilidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Sigmund Freud escrevia cartas como você escreve e-mails &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Até 2008, muita gente acreditava que as pessoas usam a razão quando se sentam ao computador para escrever e-mails, e portando mandam os e-mails mais importantes primeiro. Luís Amaral, professor de engenharia da Northwestern University, estudou 3 mil contas de e-mail para descobrir: mentira. As pessoas mandam e-mails com o coração. Elas se sentam ao computador e mandam vários e-mails de uma vez, de forma aleatória, guiadas pelas emoções. Luís descreveu esse jeito aleatório de mandar e-mails com fórmulas matemáticas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Este ano, Luís e sua equipe se perguntaram: será que essas fórmulas valem também para cartas escritas à mão?&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Eles estudaram a correspondência de 16 pessoas famosas, começando por sir Francis Bacon (1574) e terminando com Carl Sandburg (1966), passando por Albert Einstein, Charles Darwin, Sigmund Freud, Karl Marx e Ernest Hemingway. Publicaram os resultados na revista Science.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;xx&lt;/span&gt;As fórmulas dos e-mails explicaram o padrão das cartas. Esses 16 famosos também mandavam cartas sempre de uma sentada, numa sequência ao acaso — guiados por uma lógica que só cada um deles poderia explicar, ou seja, guiados pelas emoções. Na linguagem matemática, eles mandavam cartas em ciclos, e de forma aleatória (ou randômica).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Luís não está interessado em como as pessoas escrevem cartas ou e-mails; na verdade, ele quer saber qual é a probabilidade de que uma pessoa dedique certa quantidade de tempo para tomar decisões a respeito de certa tarefa. As fórmulas matemáticas, diz Luís, mostram como as pessoas se comportam, e podem ser usadas em outras circunstâncias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7680187457860156397?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7680187457860156397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7680187457860156397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/fiscalizacao-i-o-tcu-descobre-que-os.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-9205447967661824384</id><published>2009-10-07T08:59:00.002-03:00</published><updated>2009-10-13T20:31:57.568-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; problema dos morros - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O prefeito do Rio de Janeiro pede inovações... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Nabuco Barcelos chegou na empresa de informática da prefeitura do Rio de Janeiro no começo do ano; para Nabuco, o CPD está defasado, com máquinas velhas, com poucas conexões. Ele precisa melhorar a situação.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;A prefeitura do Rio tem 2.191 prédios espalhados, entre escolas, hospitais, subprefeituras; desses, apenas 600 têm alguma conexão com o CPD. "Têm de tudo: conexão discada, dedicada, 3G." Quase todos os prédios têm conexão de 64 kbps ou de 128 kbps, poucos têm 512 kbps — e 1.591 não têm conexão. Sem conexão, Nabuco não tem como oferecer serviços modernos para a população, como matrícula via Internet. A culpa é dos morros. "O Rio tem 11 morros."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Por conta da topografia, fica caro instalar uma rede em toda a cidade; muitas áreas são de favelas, as operadoras se desinteressam em investir. E se a prefeitura criasse uma rede em toda a cidade, sozinha ou com parceiros? Nabuco chamou essa rede de Rio Conectado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), se relaciona bem com o governador Sérgio Cabral e com o presidente Lula, então logo o Rio Conectado ficou conhecido. E Nabuco começou a receber propostas: uma empresa que montou a rede em Foz do Iguaçu se prontificou a ajudar; a Oi disse que até o final de 2010 conectaria os 2 mil pontos; e Nabuco seguiu com o projeto da rede da própria prefeitura. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; problema dos morros - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e os técnicos da prefeitura apelam para o bom relacionamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Como o governo federal, pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), quer instalar 226 quilômetros de fibras óticas para unir universidades e institutos de pesquisas, então Nabuco fez a prefeitura cobrar pelo uso do solo: a RNP instala as fibras, mas em troca dá dois cabos de fibras óticas para a prefeitura. E ele talvez conecte por rádio todos os prédios da prefeitura que estão, literalmente, a uma milha da rede, ou a 1 quilômetro e 600 metros. "Eles começaram a colocar os cabos agora, então até o fim do ano devemos conectar 28 endereços."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Contudo, a rede da RNP vai até o meio da cidade. O governador, sabendo disso, se ofereceu para pagar a rede até o fim do município — mais uns 300 quilômetros de fibras. Em agosto, os técnicos da empresa de informática do estado assinaram o protocolo de cooperação com Nabuco e a prefeitura do Rio. "Onde a rede não chega", diz Nabuco, "vamos puxar com rádio."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Nabuco ainda estuda se a própria prefeitura administrará a rede, quando ela ficar pronta, ou se deixará a cargo de algum fornecedor. Por enquanto, seus estudos de custos (pelas propostas que recebeu) mostram valores diferentes demais: varia de R$ 200,00 por prédio a R$ 50 mil.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Ele quer terminar o estudo até o final do ano, para terminar a rede ao longo de 2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-9205447967661824384?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/9205447967661824384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/9205447967661824384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/problema-dos-morros-i-o-prefeito-do-rio.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-5444775357550657651</id><published>2009-10-07T08:58:00.000-03:00</published><updated>2009-10-06T21:19:54.594-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; gestão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O novo presidente da Sercomtel promete lucro em 2010 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Em maio de 2009, os acionistas da Sercomtel contrataram Fernando Lopes Kireeff. Sua missão: reestruturar a operadora. "Já faz cinco anos", diz Fernando, "que a empresa não é rentável." Barbosa Neto, prefeito de Londrina, sugeriu a mudança assim que assumiu o cargo em março de 2009; como a Sercomtel é da prefeitura, Barbosa Neto quer usar o lucro, ainda mais agora que a Sercomtel deve vender serviços em todo o Paraná.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Logo que assumiu, Fernando Kireeff criou um grupo de gerentes para descobrir em que a Sercomtel pode economizar: eles estudam como aumentar a margem de lucro e reduzir os custos de cada serviço (telefonia fixa, móvel e banda larga), renegociam contratos com fornecedores, reveem processos. "Estamos mudando as relações internas da Sercomtel."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Desde que começaram o estudo, eles já decidiram, por exemplo, interromper a venda de TV a cabo fora do Paraná. Além disso, descobriram alguns imóveis vazios, que colocaram à venda. "Até agora fizemos tudo sozinhos", diz Fernando, "mas vamos contratar uma consultoria para estabelecer a estratégia de precificação."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Segundo Fernando, a Sercomtel vai assumir seu tamanho — pequeno. Assim, em vez de atrair os clientes por causa de ofertas com cada vez mais serviços juntos, por preço cada vez menor, a Sercomtel pretende ganhar clientes pela qualidade e pela rapidez. "Se o cliente quer falar direto com o presidente, ele fala." Como a Anatel está divulgando índices de qualidade de atendimento, diz Fernando, mais clientes devem trocar de operadora. Segundo os dados da Anatel, a Sercomtel alcança 100% de satisfação desde janeiro; Fernando quer usar a portabilidade para ganhar mais clientes.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;x &lt;/span&gt;Faz cinco meses desde que Fernando assumiu o cargo e as reformas, e ele ainda não vê muitos resultados: o lucro líquido das operações (EBITDA) da Sercomtel ainda está 40% abaixo da média das outras operadoras. "O desafio de reestruturar a empresa", diz Fernando, "vai se estender até o final do ano que vem." Se a estratégia der certo, a Sercomtel deve dar lucro até dezembro de 2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-5444775357550657651?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5444775357550657651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5444775357550657651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/funciona-bem-prodesp-contrata-servico.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2543668230020810659</id><published>2009-10-07T08:57:00.001-03:00</published><updated>2009-10-06T21:23:52.410-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; terceira geração – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Para cumprir as metas da Anatel e reduzir as reclamações dos usuários... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;As operadoras celulares só instalaram redes de terceira geração (3G) em 11,3% das cidades brasileiras (a maioria delas cidades com mais de 500 mil habitantes), mas, segundo o Balanço Huawei de Banda Larga Móvel, as celulares já venderam 4 milhões de conexões de banda larga móvel desde dezembro de 2007. Fiamma Zarife, diretora de serviços de valor agregado e roaming da Claro, ainda vende todo mês a mesma quantidade de modens 3G que ela vendia quando a Claro lançou o serviço 3G. "Os modens somem das prateleiras." Para instalar as redes 3G, as operadoras investiram, mas não o suficiente para suportar tantos usuários em apenas dois anos. Em algumas cidades, como São Paulo, os usuários reclamam do serviço.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Por isso, as operadoras têm pressa em aumentar a capacidade das redes. "O grande gargalo", diz Roberto Guenzburguer, diretor de segmentos da Oi, "é a rede de transporte." Ao mesmo tempo, no entanto, elas instalam novas redes em regiões onde não atuam, para cumprir as promessas feitas durante o leilão de frequências 3G. Como elas não têm orçamento para investir em tudo ao mesmo tempo, se viram obrigadas a rever prioridades.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Enquanto decidem onde investir, as operadoras só vendem pacotes de banda larga móvel em que cobram o usuário pelo tráfego de dados mensal. (Quando o usuário completa sua cota mensal, a celular limita a capacidade de transmissão de seu modem 3G.) "À medida que elas consolidam as redes", diz Eduardo Tude, presidente da Teleco, "passarão a vender pacotes por velocidade."&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; terceira geração – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... as operadoras instalam novas redes de transporte em conjunto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Para investir mais do que o previsto nas redes 3G, as celulares teriam que remanejar o orçamento que já está comprometido com outras áreas. Numa reunião de diretores de celulares, conta Paulo Emidio Faria, diretor de redes do Sul e Sudeste da Vivo, surgiu a ideia: já que todas as celulares precisam investir em rede, para transportar os dados dos equipamentos de acesso até o núcleo da rede, elas poderiam dividir os custos. "É o que fazemos com os sites da rede de acesso há bastante tempo."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Depois de estudar o plano, diz Paulo Emidio, diretores da Vivo, da TIM e da Claro assinaram um acordo no início de 2009 a respeito da rede nas regiões Sul, Norte e Nordeste.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Ao compartilhar custos, sobrará mais dinheiro para cada operadora aumentar a capacidade da rede 3G onde o tráfego de dados é maior. Além disso, fornecedores de fibras óticas e de equipamentos para infraestrutura instalarão as redes mais rápido, já que concentram os funcionários num projeto só. "Já começamos a estudar uma forma de compartilhar as redes de acesso e até o espectro de transmissão", diz Paulo Emidio, "mas é algo para o futuro."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Com o acordo, as operadoras tentam se preparar para atender a demanda por banda larga móvel. De acordo com o balanço da Huawei, se o número de conexões de banda larga 3G se mantiver crescendo no ritmo de hoje, ultrapassará o número de conexões de banda larga fixa em 2011. Além disso, as operadoras venderão 60 milhões de conexões em 2014. "Esse serviço", diz Eduardo Tude, da Teleco, "será o que mais crescerá no Brasil."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;span style="color:#000000;"&gt;Isso só deve acontecer, no entanto, se as operadoras reduzirem os preços dos celulares e dos modens, além da banda larga em si. Hoje, as operadoras só subsidiam os celulares e modens para clientes de planos pós-pagos. Contudo, para aumentar o número de clientes, precisarão atender os clientes de planos pré-pagos, que hoje somam 82% dos celulares no Brasil. "O preço dos aparelhos", diz Tude, "ainda é uma grande barreira."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2543668230020810659?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2543668230020810659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2543668230020810659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/terceira-geracao-i-para-cumprir-as.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-3010728144269244295</id><published>2009-10-07T08:56:00.000-03:00</published><updated>2009-10-06T21:21:44.395-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; pesquisa – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Finep dá R$ 1,6 milhão para que o Instituto de Pesquisas Tecnológicas invista em TI... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Salvador Giaquinto, gerente de TI do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), gerencia 30 técnicos e 30 servidores de arquivos. É difícil manter tudo sob controle quando os técnicos não seguem processos, e os servidores ficam em 30 prédios. "Cada técnico faz o backup dos arquivos de um jeito." Salvador aguenta reclamações dos pesquisadores desde o final de 2008, quando os técnicos não conseguiram recuperar alguns arquivos antigos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Para melhorar a TI, Salvador precisava executar os testes dos pesquisadores num servidor de alto desempenho, centralizar todas os bancos de dados do IPT em servidores numa sala climatizada e com redundância, comprar nobreaks e um gerador, mas o IPT não tinha tanto dinheiro. Depois de transformar essas ideias no projeto do centro de alto desempenho e armazenamento compartilhado (Cadac), em dezembro de 2008, Salvador pediu a ajuda da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Em fevereiro de 2009, a Finep autorizou uma verba de R$ 1,6 milhão para o Cadac, mas só liberaria o dinheiro em outubro. Enquanto isso, Salvador organizou a equipe do IPT para gerir o projeto: o gerente de patrimônio será o responsável por reformar a futura sala do Cadac; o gerente do centro de informação e automação em mobilidade vai implementar o servidor de alto desempenho para testes; o gerente de acervo e informação tecnológica liderará o projeto de gestão eletrônica de documentos (GED); e Salvador virtualizará 30 servidores de arquivos, instalará um armazém de dados (storage) e um novo sistema de backup. Salvador tem até outubro de 2011 para terminar o Cadac.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Na metade de setembro, ao entregar os últimos documentos, Salvador descobriu que a Finep só vai liberar pouco mais da metade do dinheiro agora. Como a verba é grande, ele precisa escrever relatórios para comprovar que está investindo no Cadac. Com R$ 829 mil, diz Salvador, os técnicos do IPT só reformarão a sala em que ficará o Cadac e licitarão o servidor de alto desempenho e o sistema de GED; para comprar o storage, o servidor virtualizado e o sistema de backup, Salvador terá que fazer uma nova licitação no ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Receber o dinheiro em duas parcelas não vai atrasar a entrega do Cadac, mas, como Salvador comprará os equipamentos e sistemas em duas licitações diferentes, terá que integrar tudo depois. "Vamos amarrar as especificações para comprar equipamentos compatíveis, pelo menos." &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; pesquisa – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e sobra dinheiro para o IPT licitar uma rede sem-fio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Ao conversar com os pesquisadores para identificar o que melhorar na TI, Salvador descobriu também que pesquisadores convidados para ajudar nas pesquisas do IPT não conseguiam se conectar à rede, nem acessar a Internet. Além disso, os pesquisadores do próprio IPT só se conectavam à rede quando estavam nos laboratórios. "Eles precisavam acessar o e-mail ou os arquivos pelo laptop, de qualquer lugar."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Como o IPT não gastará dinheiro com o Cadac em junho, Salvador preparou um edital de licitação para implementar uma rede sem-fio em 40 prédios. Em parceria com técnicos do Centro de Computação Eletrônica da USP, ele testou os rádios Wi-Fi de três fornecedores.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Depois, analisou a rede do IPT e decidiu instalar um rádio em cada um dos 40 prédios que selecionou. "Vamos atender todos os pesquisadores que demandam a rede." No total, ele pretende gastar R$ 160 mil.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O edital ficou pronto no início de setembro e Salvador o entregou aos funcionários do setor de licitações do IPT; se eles não acharem nenhum problema no edital, devem divulgá-lo em 45 dias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-3010728144269244295?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3010728144269244295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3010728144269244295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/pesquisa-i-finep-da-r-16-milhao-para.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-5102957270938152306</id><published>2009-10-07T08:55:00.001-03:00</published><updated>2009-10-07T10:21:50.356-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; sistemas distribuídos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Falta ciência para achar informações relevantes na Internet &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Leonard Kleinrock, professor da Universidade da Califórnia, diz que a humanidade deve produzir muito conhecimento científico para tirar ainda mais proveito da Internet. Contudo, diz Kleinrock, muita gente consegue o título de doutor ao obter informações novas — mas sem produzir conhecimento novo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O jovem doutorando organiza experiências ou simulações de computador, tabula os resultados, faz gráficos — e ganha o título de doutor ao publicar os gráficos. Quando alguém pergunta: por que nesse ponto a curva ficou mais reta? Ou por que nesse ponto a curva ficou abaixo de zero? "O jovem cientista não sabe responder", diz Kleinrock. "Ele não deu o passo mais importante, que é explicar por que o sistema se comportou do jeito que se comportou.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Em outras palavras, diz Kleinrock, é importante converter o que aconteceu em fórmulas matemáticas. Modelar, no jargão dos cientistas. Só depois de modelar as experiências e as simulações, o jovem cientista conseguirá aplicar o que descobriu a outros sistemas, em outros campos do conhecimento. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Por exemplo: a humanidade ainda não sabe como funcionam os grandes sistemas distribuídos. É o que explica por que ela ainda não descobriu como achar informações relevantes na Internet: os coletores de informações (agentes de software ou spiders), a partir de certo número para cima, se comportam de modo imprevisível. "Por isso a busca inteligente de informações é um problema tão difícil de resolver.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;TI&amp;amp;G —&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O que a Internet não é, apesar do que todos dizem?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Kleinrock —&lt;/strong&gt; A Internet não é segura. Não incluímos nenhum mecanismo de restrição na Internet. Não incluímos nenhum mecanismo de autenticação do usuário — assim, se eu falasse com você, eu saberia que você é você, e você saberia que eu sou eu. Nós também não incluímos nenhum mecanismo de autenticação de arquivos. Não tem como saber se um documento foi alterado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;A Internet, na sua arquitetura básica, não foi feita para ser controlada, nem para ser controlável. A abertura da Internet está embutida na arquitetura. Isso significa que restringir o uso da Internet, para dar mais segurança à Internet, é difícil.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Não dá para resolver o anonimato na Internet, e o anonimato alimenta várias coisas negativas: pornografia, roubo de identidade, spam, falsificação, calúnia. O anonimato alimenta esse lado negro da Internet.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Portanto, a Internet não deve ser usada por crianças, como se estivessem num parque de diversões.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;[&lt;em&gt;Leia a entrevista completa na edição de setembro do Informática Hoje.&lt;/em&gt;]&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-5102957270938152306?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5102957270938152306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5102957270938152306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/sistemas-distribuidos-falta-ciencia.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-3093349681950319361</id><published>2009-10-07T08:54:00.003-03:00</published><updated>2009-10-07T10:24:05.480-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; gestão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Quando trazer alguém de fora é melhor que promover alguém de dentro &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Dois psicólogos da Escola de Administração Kellog descobriram que, se a empresa precisa achar uma saída para uma série de decisões ruins, não pode demitir o autor das decisões e substituí-lo por alguém minimamente relacionado com ele. Deve substituí-lo por um forasteiro.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Adam Galinsky e Brian Gunia, os dois psicólogos, organizaram vários experimentos para estudar o assunto. Quando o substituto tinha alguma conexão psicológica com o antigo autor das decisões ruins, mesmo que tênue, ele tendia a manter as decisões ruins em vigor por tempo demais, antes de se arrepender.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;"Se existe uma conexão psicológica entre os dois indivíduos", diz Galinsky, "eles tendem a cooperar um com o outro, mesmo que inconscientemente." Até gente treinada em decisões financeiras complexas, como profissionais do mercado financeiro, caiu nesse erro. Os seres humanos, diz Galinsky, sentem uma vontade muito forte de se ligar a outras pessoas — essa é a explicação básica.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Para Galinsky, o forasteiro vai demorar mais para entender por que as decisões foram tomadas do jeito que foram tomadas, mas ele tende a corrigir mais depressa os erros do antecessor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-3093349681950319361?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3093349681950319361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3093349681950319361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/gestao-quando-trazer-alguem-de-fora-e.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7885926924902670734</id><published>2009-10-07T08:53:00.000-03:00</published><updated>2009-10-06T21:23:39.280-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; software - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Depois de vender no Brasil só 10% do que vende na Suécia durante seis anos... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Lars Björk, CEO da QlikTech, vende um sistema de relatórios estatísticos de dados (business intelligence) no Brasil, o QlikView. Assim como em outros países do mundo, ele fez parcerias com revendas, que vendem o sistema de BI para os integradores, que vendem para os clientes. Contudo, como a QlikTech só tem três funcionários no Brasil, falta tempo para ajudar três revendas e 90 integradores a explicar o QlikView a gestores de TI de empresas e do governo. Por isso, Björk não vende no Brasil tantas licenças quanto gostaria — depois de seis anos, conseguiu 500 clientes. "Na Suécia, faturamos US$ 30 milhões todo ano", diz Björk. "Porque só vendemos US$ 3 milhões no Brasil?"&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Ao desenvolver o QlikView, os técnicos da QlikTech queriam um sistema simples de busca, parecido com o Google, para ajudar os usuários a encontrar e relacionar qualquer informação em qualquer sistema, fosse um banco de dados de ERP ou uma planilha eletrônica. "Em vez de criar um sistema complexo", diz Björk, "decidimos criar uma forma simples de visualizar o que está dentro dos sistemas de negócios." &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; software - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... a QlikTech ensina os parceiros do Brasil a convencer primeiro os usuários para depois vender para os CIOs.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Para descobrir porque é difícil vender para CIOs brasileiros, Björk aproveitou o lançamento da versão 9 do QlikView para vir ao Brasil pela primeira vez. Ele reuniu revendas e integradores num evento em São Paulo para explicar, do seu jeito, como convencer os clientes a comprar da QlikTech. "O CIO é só mais uma pessoa no processo", diz Björk. "Temos que vender o sistema para o usuário." Se o usuário entende como usar o sistema, o CIO percebe que não precisa treiná-lo para usar o sistema de BI e, portanto, gasta menos com o projeto; desse jeito, Björk convence o CIO a comprar licenças.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Apresentar suas ideias durante o evento, no entanto, não basta para ensinar as revendas e os integradores a vender mais. Por isso, Björk pretende investir mais em marketing e em treinamento para revendas, além de fazer parcerias com novos integradores em 2010. "Hoje o Brasil não é nosso melhor mercado na América Latina, mas a oportunidade é muito maior que nos outros países." Caso as revendas e os integradores aprendam a vender o QlikView, talvez Björk volte ao Brasil só nas férias. "Quero trazer minha família na próxima vez."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7885926924902670734?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7885926924902670734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7885926924902670734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/10/software-i-depois-de-vender-no-brasil.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1322606392123551064</id><published>2009-09-23T09:00:00.005-03:00</published><updated>2009-09-23T16:32:18.925-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; fórum TI &amp;amp; governo municípios – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O prefeito de Camaçari pede inovações... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Bruno Alcântara Vieira de Moura chega em casa lá pela meia-noite, e volta a escrever o documento sobre a rede que está montando em Camaçari. Ele precisa de R$ 2,39 milhões para terminar a rede, interligar todos os prédios da prefeitura e dar acesso à Internet para a população.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Bruno foi convidado pelo secretário de gestão a assumir a coordenação de TI da prefeitura, em dezembro de 2006, pois o prefeito queria que os cidadãos enxergassem uma gestão moderna, melhor do que a anterior. Contudo, para fazer esses projetos, Bruno precisava de infraestrutura e rede, coisas que a prefeitura não tinha.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Quando ele chegou em Camaçari, encontrou máquinas novas (com uns cinco anos), e conexão de Internet boa, mas os equipamentos de rede, os cabos e os sistemas eram tão velhos que atrapalhavam a comunicação.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Então, ele primeiro trocou o cabeamento do centro administrativo, composto por três prédios onde estão as principais secretarias. Mas ainda faltava conectar 220 unidades remotas; ele pensou em usar rádios. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; fórum TI &amp;amp; governo municípios – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... então o gestor de TI planeja uma rede para interligar a prefeitura...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Segurança era um dos itens de campanha do prefeito, que já andava às voltas com um projeto de câmeras de videomonitoramento. Bruno sabia que podia instalar as câmeras com antenas de rádio acopladas, assim as antenas de rádio transmitiriam outros dados da prefeitura, além das imagens para a central de monitoramento. Em junho de 2008, ele conseguiu o aval para comprar 22 câmeras e 22 antenas de rádio. E percebeu que podia transformar isso num projeto maior, de cidade digital.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Com a cidade digital, com a Internet irradiando nas ruas da cidade, a prefeitura ofereceria serviços modernos e a população se aproximaria do governo. Mas, na época, o prefeito não deu muita bola.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Até que um dia, numa cerimônia de premiação, o prefeito de Camaçari viu outro prefeito recebendo um troféu por causa de um projeto de cidade digital. Depois disso, ele deixou Bruno continuar o projeto.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Bruno foi atrás de parcerias: falou com o pessoal das secretarias de saúde, fazenda e educação — as que mais usam informática. "Se a gente não se unisse", ele diz, "todos iam morrer."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;No passado, o&lt;/span&gt; pessoal de saúde montou uma rede Wi-Fi 802.11b para interligar 40 pontos; mas a rede caía toda hora, até por causa de telefones sem-fio. Quando eles viram as antenas de monitoramento funcionando, se interessaram; e Bruno os convenceu a comprar antenas com a mesma configuração, assim elas conversariam entre si.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O pessoal de saúde comprou um transmissor central de rádio e 63 receptores, e com isso eles conectaram 63 postos de saúde (que usam o sistema de gestão de saúde, inclusive com marcação de consulta online) e 38 escolas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Ainda faltava conectar 60% das escolas e de outros prédios e secretarias, alguns localizados na orla.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; fórum TI &amp;amp; governo municípios – III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e vai atrás de patrocínio externo para terminar o projeto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Foi quando Bruno percebeu que a única secretaria com unidades na orla era a secretaria de educação. "Eles têm plano e metas para cumprir." Então ele os convenceu a instalar uma rede para ligar as escolas. Novamente, sugeriu os mesmos equipamentos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Dessa vez, licitou 120 receptores, 50 transmissores e uma máquina para armazenar dados. A licitação ocorreu no final de 2008. Mas a prefeitura não tinha dinheiro para pagar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;As prefeituras arrecadaram menos em 2008 e 2009. Em agosto de 2009, elas receberam do governo federal 23,15% a menos do que receberam em agosto de 2008, segundo a Confederação Nacional de Municípios. E em 2008 a arrecadação em Camaçari caiu 25%. "Num momento de crise", diz Bruno, "a gente tem consciência de que precisa parar os projetos de informática e priorizar os projetos essenciais, como abrir hospital, porque tem gente doente lá."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Ele precisa de R$ 2,39 milhões para liberar os equipamentos com o fornecedor. Por isso, ele acorda às 5 horas, vai para a academia, dirige 42 quilômetros até o trabalho, depois vai para a faculdade e, quando chega em casa, em Salvador, volta a escrever o documento, que já está com 80 páginas. Ele quer terminar todo o detalhamento, benefícios, gastos, retorno, objetivo, até o final de setembro.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Como antes o projeto era da prefeitura, ele só escreveu duas páginas para mostrar ao prefeito. Mas agora Bruno tem de terminar o projeto enquanto o perfeito ainda está no poder. Daí ele vai mostrar para o prefeito e depois buscar recurso externo, talvez com o Ministério da Ciência e Tecnologia, ou com o Banco Mundial, ou outro órgão que patrocine projetos assim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1322606392123551064?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1322606392123551064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1322606392123551064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/forum-ti-municipios-i-o-prefeito-de.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-5651075094147303457</id><published>2009-09-23T08:59:00.003-03:00</published><updated>2009-09-22T21:20:28.430-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; fórum TI &amp;amp; governo municípios – IV&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Depois de sofrer com as operadoras... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;David José Gomes, chefe do departamento de TI e de modernização administrativa da Prefeitura de Santos, precisava interligar os prédios da prefeitura, mas não tinha dinheiro para pagar o que a operadora pedia. Então ele construiu uma rede por conta própria, mas o dinheiro acabou antes que a rede chegasse a todo lugar. Como Santos pode virar um polo tecnológico a qualquer momento, precisa de uma boa rede de dados para que funcionários da Petrobras e cientistas trabalhem. David tem de encontrar uma forma para terminar a rede.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;A ideia de montar uma infovia surgiu em 2005, quando David decidiu interligar as unidades da prefeitura. Ele percebeu que as unidades usavam aplicativos pesados, escritos em linguagem VB6, portanto as redes de dados não suportariam o tráfego. Na época, a prefeitura tinha conexões de 128 kbps e de 256 kbps, no máximo. Para usar conexões das operadoras, ou a prefeitura reescrevia os aplicativos ou montava uma rede própria. "Queremos ser independentes de operadoras." &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; fórum TI &amp;amp; governo municípios – V&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... os técnicos de Santos planejam uma infovia municipal...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Para conectar 256 unidades da prefeitura (secretarias, hospitais, escolas), David planejou uma rede com 250 quilômetros de fibras óticas, formada por dois anéis principais de 10 Gbps, e cerca de 250 enlaces secundários de 1 Gbps. A infovia custaria R$ 20 milhões; e ele poderia instalar câmeras para monitorar a cidade, permitir que os funcionários da prefeitura telefonassem entre si de graça, e ainda teria banda para fazer aulas a distância. O prefeito aprovou a proposta.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Em 2005, o Banco do Brasil fez uma parceria com a prefeitura e instalou 22 quilômetros de fibras óticas. David conseguiu uma verba de R$ 5 milhões com o prefeito e instalou mais 30 quilômetros. E os empresários do porto de Santos patrocinaram mais 8 quilômetros. Com isso, David conseguiu 60 quilômetros para a infovia: interligou 40 prédios e instalou 32 câmeras para monitorar a cidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Agora, o deputado federal Márcio França conseguiu R$ 1,1 milhão para a prefeitura instalar Internet gratuita para a população carente da zona noroeste; e a prefeitura deu mais R$ 100 mil para o projeto. Com o dinheiro, David vai comprar nove rádios e mais nove quilômetros de fibras óticas. Os equipamentos levarão a Internet para 60 mil pessoas e permitirão que David construa mais um pedaço da infovia, para interligar mais quatro escolas, um hospital, uma maternidade e dois prontos-socorros. "O edital está em análise na procuradoria jurídica."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;David ainda precisa de 12 quilômetros de fibras óticas terminar os dois anéis principais; e de 190 quilômetros para terminar toda a infovia e conectar os 256 prédios da prefeitura. Ele está terminando um grande edital para licitar o resto da rede. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; fórum TI &amp;amp; governo municípios – VI&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... mas o dinheiro acaba antes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Hoje a prefeitura gasta R$ 570 mil por mês com telefonia local e transmissão de dados. A manutenção da infovia custará R$ 50 mil por mês. Então, David estima que a prefeitura reaverá o investimento em três anos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Por isso, ele decidiu pagar a rede em parcelas: o ganhador da licitação deve instalar os equipamentos e as fibras em seis meses, mas deve receber o pagamento em 36 meses. Só falta resolver essa questão do financiamento que o edital fique pronto. "É um edital que nunca fizemos, então estamos demorando um pouco." O prefeito lhe deu 30 dias.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Num edital de R$ 15 milhões, David sabe que haverá disputas judiciais, impugnações. Mesmo assim, ele acha possível concluir a infovia em um ano, a tempo de Santos se tornar um polo industrial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-5651075094147303457?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5651075094147303457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5651075094147303457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/forum-ti-governo-municipios-iv-depois.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-3934087497123402889</id><published>2009-09-23T08:58:00.002-03:00</published><updated>2009-09-23T16:35:43.899-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; sem-fio – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Infraero desiste de oferecer Internet gratuita nos aeroportos... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Na primeira semana de setembro, Hércules Santos, gerente de infraestrutura e suporte e responsável pelo projeto de redes sem-fio nos aeroportos, leu uma reportagem num jornal sobre Murilo Marques Barboza. Murilo assumiu a presidência da Infraero, empresa pública que administra os 67 aeroportos do país, em 13 de agosto. Ele soube, ao ler a entrevista, que a Infraero não vai mais oferecer Internet sem-fio de graça nos aeroportos; só os funcionários da Infraero usarão a infraestrutura para acessar os sistemas da Infraero. "O presidente quer avaliar melhor o projeto", diz Hércules, "por causa da segurança."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Hércules conversou com Murilo e depois montou uma equipe de cinco técnicos para avaliar a segurança das redes sem-fio que já funcionam em 12 aeroportos. Desde a semana passada, eles testam a rede para descobrir quais sistemas e equipamentos de segurança precisariam comprar, caso compartilhassem a rede com os passageiros. Hércules precisa ser capaz, por exemplo, de fornecer informações sobre os computadores que acessaram a rede num determinado dia e horário, caso a Polícia Federal precise da informação. Além das especificações técnicas, Hércules avaliará quanto a Infraero precisará investir para manter a rede segura.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Só quando Hércules terminar o relatório sobre a segurança da rede é que Murilo reavaliará o projeto de oferecer banda larga sem-fio gratuita para os passageiros. "Ainda não tenho prazo para terminar." &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; sem-fio – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... depois de investir R$ 2 milhões para instalar rede em 12 aeroportos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Hércules assumiu o projeto de redes sem-fio nos aeroportos em outubro de 2008, quando Sérgio Gaudenzi ainda era presidente da Infraero. Desde então, já gastou mais de R$ 2 milhões para implementar redes sem-fio nos aeroportos de Belém, Brasília, Campinas, Confins, Curitiba, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Contudo, Sérgio deixou o cargo em dezembro de 2008 e a Internet de graça parou.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;No início de 2009, Hércules propôs uma parceria às operadoras de telefonia fixa, como Telefônica e Embratel, e aos provedores de Internet. A Infraero implementaria a rede sem-fio para distribuir a banda larga e as operadoras e provedores subsidiariam 15 minutos de acesso gratuito à Internet para os passageiros — depois disso, o passageiro usaria um cartão da operadora ou do provedor para continuar conectado. Ninguém se interessou.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; sem-fio – III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e planejar novas redes para outros 20 aeroportos até o final do ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Embora não tenha autorizado Hércules a oferecer banda larga sem-fio para os passageiros, Murilo já o autorizou implementar a rede sem-fio em mais 20 aeroportos até o final de 2009, mas só para funcionários da Infraero. Desde agosto, a equipe de Hércules ajuda os gerentes de TI dos aeroportos a elaborar o projeto da rede e já apresentou a eles a ata de registro de preços que usou para comprar antenas e equipamentos de rede para o Aeroporto de Guarulhos, no final de 2008.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Até agora, seis aeroportos aderiram à ata, que é válida até 17 de outubro. Se gerentes de TI de todos os 20 aeroportos não terminarem os projetos até lá, terão de escrever um novo edital de licitação. "Quero implementar a rede nos 20 aeroportos até o final do ano."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-3934087497123402889?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3934087497123402889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3934087497123402889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/sem-fio-i-infraero-desiste-de-oferecer.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2653596455606776565</id><published>2009-09-23T08:57:00.002-03:00</published><updated>2009-09-22T21:25:08.584-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; funciona bem&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Prodesp contrata serviço de SMS para órgãos do governo de São Paulo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;A Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo queria avisar os desempregados sobre vagas abertas, por meio de um mecanismo simples e rápido, e pediu a ajuda dos técnicos da Prodesp. E os técnicos foram atrás de solução.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Eles entrevistaram representantes de operadoras de telecomunicações para entender como funcionava o serviço de mensagens curtas de texto (SMS); e entrevistaram representantes de empresas especializadas no envio de SMS, os &lt;em&gt;brokers&lt;/em&gt;. Os brokers têm contratos com todas as operadoras celulares, têm software de bilhetagem, têm ferramentas para gerenciar quantas mensagens foram entregues no celular de cada operadora, e geram relatórios sobre tudo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Os técnicos da Prodesp acharam melhor contratar um broker. Como a secretaria tinha pressa, eles fizeram um edital simples: contrataram 5 milhões de mensagens unidirecionais (o cidadão só recebe o SMS, mas não responde), ou seja, contrataram mensagens para uns 12 meses. O broker vencedor do pregão ofereceu cada mensagem por R$ 0,8999.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Eles fizeram uma prova de conceito com o Poupatempo, para mandar SMS para os cidadãos com serviços agendados. A Prodesp (que hospeda o sistema de agenda do Poupatempo) gera um arquivo para o broker, com o número do celular, o nome da pessoa e o texto da mensagem (Sua agenda está confirmada para...). O broker dispara os SMS, monitora as falhas e gera relatórios.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Com os relatórios do broker, eles criam relatórios para o Poupatempo e a secretaria — que podem ligar para o cidadão, se quiserem. Segundo Sílvia Helena Negrini Campanile, gerente de inovação tecnológica da Prodesp, os cidadãos faltaram menos nos serviços no Poupatempo depois que passaram a receber os SMS. "O serviço funciona bem e o resultado é excelente."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Agora, os técnicos da Prodesp trabalham num novo edital, com mais mensagens e serviços mais completos. "Até com a possibilidade do cidadão responder o SMS."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Se o cidadão responder "sim" ou "não", o órgão do governo pode saber se ele comparecerá ou não ao serviço agendado. "Hoje a gente sabe se o SMS foi entregue, e com esse complemento também saberemos se ele leu."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Mas a Prodesp não pode fazer outro leilão sem ter a quantidade de mensagens desejadas por seus clientes. Por isso os técnicos estão estudando outros projetos com o Instituto do Coração (InCor) e com a Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2653596455606776565?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2653596455606776565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2653596455606776565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/funciona-bem-prodesp-contrata-servico.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1324272133183973256</id><published>2009-09-23T08:56:00.002-03:00</published><updated>2009-09-22T21:28:39.862-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; qualidade – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O NIC.br começa a medir as conexões de banda larga no Brasil em outubro... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Milton Kaoru, diretor de projeto do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), assinou uma parceria com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade (Inmetro) e com a Anatel para medir a qualidade das conexões de banda larga no Brasil. A cerimônia ocorreu no final de julho. Milton planejava instalar o Sistema de Medição de Tráfego de Última Milha (Simet) no computador de voluntários de diversas cidades; o Simet mandaria as medições para um banco de dados central. Depois, Milton geraria relatórios de qualidade por localidade e por operadora.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Antes de começar, Milton e o pessoal do Inmetro se reuniram com representantes de associações que representam as operadoras, como a Abrafix, a Abranet e a ABTA. "Eles se preocuparam", diz Milton, "porque às vezes o problema não é na rede, mas na casa do usuário." Talvez o usuário tenha computadores antigos, cabos impróprios, ou talvez abra vários aplicativos ao mesmo tempo. Se o Inmetro não levasse coisas assim em conta, as operadoras reclamariam das medições. "Precisávamos nos antecipar aos questionamentos."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Já no início de agosto, a equipe de Milton adaptou o Simet para funcionar em qualquer sistema operacional. Além disso, em vez de instalar o Simet no computador dos voluntários, Milton decidiu instalar terminais burros, do tipo &lt;em&gt;thin client&lt;/em&gt;, na casa do cliente, e decidiu interligar o terminal ao Simet por meio de uma conexão de banda larga independente, paga pelo NIC.br. Os técnicos também conectaram um GPS ao terminal, para informar a localização do equipamento e o horário de cada registro. "Isso já daria uma precisão maior aos resultados."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Em oito cidades (Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo), Milton promete instalar 100 terminais, ou seja, uns três terminais para cada uma das operadoras em cada uma das cidades. Ele já comprou os 100 terminais com GPS, por R$ 1 mil cada um, e planeja gastar no máximo R$ 100,00 ao mês por conexão de banda larga de 2 Mbps. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; qualidade – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... depois de selecionar voluntários que dispensem assistência técnica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Para garantir os resultados, no entanto, Milton ainda precisava contratar técnicos para instalar os terminais e ir na casa de cada voluntário para conferir o cabeamento. "Estamos dispostos a gastar mais para evitar que as operadoras contestem os resultados."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Os custos do projeto são altos, e Milton discutiu com sua equipe várias vezes como reduzi-los. Numa dessas reuniões, a equipe achou que, em vez de recrutar voluntários comuns, era melhor recrutar técnicos de informática ou de telecom. Os próprios voluntários instalariam os terminais e achariam defeitos, caso alguma coisa não funcionasse.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;No final de agosto, Milton resolveu procurar voluntários em listas de discussão técnicas na Internet e em grupos do próprio NIC.br, como o Grupo de Trabalho de Engenharia e Operação de Redes (GT-ER). Quando os voluntários se candidatam, a equipe de Milton verifica o CEP do endereço, para não ter dois usuários no mesmo bairro, e classifica o voluntário de acordo com o conhecimento técnico. Milton ainda não selecionou nenhum voluntário.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Para conseguir um número razoável de medições até o final do ano, Milton precisa encontrar os 50 voluntários até o final de setembro, quando os terminais chegam. Depois de medir as conexões, ele precisa de tempo para consolidar os resultados e enviá-los para as operadoras contestarem. Só depois de analisar as respostas das operadoras, o Inmetro divulgará os resultados para o público em geral. O Inmetro tem pressa porque planeja divulgar os resultados ainda este ano, num programa de TV de grande audiência, como o Fantástico, da Rede Globo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Se o projeto der certo, em 2010 Milton pretende medir também a qualidade das conexões de banda larga móvel.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1324272133183973256?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1324272133183973256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1324272133183973256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/qualidade-i-o-nic.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-3731420632691066940</id><published>2009-09-23T08:55:00.002-03:00</published><updated>2009-09-22T21:31:02.749-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; pesquisa – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A RNP inaugura a rede metropolitana de Aracaju, mesmo sem conectar todas as instituições...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Na tarde de segunda-feira passada, 14, Dilton Dantas de Oliveira, coordenador de rede da Universidade Federal de Sergipe, foi ao Centro de Convenções de Sergipe para ver de perto dois políticos (Sergio Rezende, ministro da Ciência e Tecnologia, e Marcelo Déda, governador de Sergipe) na inauguração da Rede Metropolitana de Aracaju (Metroaju). Desde o início do ano, Dilton aguardava essa inauguração; ele pretendia demonstrar a velocidade da rede usando um sistema de videoconferência, mas não teve tempo de preparar nada. "Ainda nem conectamos todas as instituições à rede."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Dilton é o coordenador técnico da Metroaju desde 2005, quando a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) aprovou o projeto, porque ele interligaria quatro instituições importantes para o estado: a Universidade Federal de Sergipe (UFS), a Escola Agrotécnica Federal de São Cristóvão, o Centro de Pesquisa Agropecuária de Tabuleiros Costeiros e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Desde então, ele ajudou a RNP a contratar uma empresa para instalar os 28,7 quilômetros de cabos de fibras óticas, alugar os postes da Energisa para passar os cabos, instalar switches e roteadores, e configurar a rede. Essas tarefas todas só terminaram em fevereiro de 2009. "Tenho que dividir meu tempo entre trabalhar na universidade e coordenar a rede."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Dilton e seu pessoal só em março instalaram as primeiras conexões com a Metroaju e, até agora, conseguiram oferecer 1 Gbps para os pesquisadores da UFS e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe. Para conectar a Escola Agrotécnica Federal de São Cristóvão, que está a 15 quilômetros da Metroaju, Dilton terá de instalar uma conexão por rádio, mas aguarda a RNP comprar os equipamentos. "Só o aluguel dos postes ficaria mais caro que o enlace de rádio." &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; pesquisa – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e as quatro instituições discutem como gerenciar e dividir os custos para manter a rede.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Até agora, a RNP já investiu cerca de R$ 395 mil para implementar a Metroaju, com dinheiro da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Contudo, ao final do projeto, as quatro instituições conectadas terão de contratar uma empresa para manter a rede. Pelo projeto inicial, Dilton estima que o contrato de manutenção custará cerca de R$ 10 mil por mês; cada instituição pagará no máximo R$ 3 mil. "Sairá bem mais barato do que pagar pelos enlaces de rede das operadoras." Juntas, as instituições devem economizar cerca de R$ 6 mil por mês, além de substituir os enlaces de rede de 4 Mbps por outros de 1 Gbps.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Mas, antes disso, elas ainda precisam formalizar um convênio e criar um modelo de gestão para a Metroaju, para depois licitar o serviço de manutenção. "Sem esse modelo, não dá para definir a contribuição de cada um." Nas reuniões do comitê gestor, os representantes discutem como nomear a UFS como gestora da Metroaju: nesse modelo, as outras instituições repassariam a verba todo mês à UFS. Caso as instituições assinem o convênio logo, Dilton planeja contratar uma empresa para conectar o Centro de Pesquisa Agropecuária de Tabuleiros Costeiros e a Escola Agrotécnica à Metroaju; assim, terminará o projeto mais rápido. "Mesmo com a rede pronta, não há prazo para estabelecer esse modelo."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-3731420632691066940?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3731420632691066940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3731420632691066940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/pesquisa-i-rnp-inaugura-rede.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1018217996870867157</id><published>2009-09-23T08:54:00.008-03:00</published><updated>2009-09-22T21:11:01.817-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; o comércio do futuro - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Didier Lamouche, presidente da Bull, chama a atenção para os supercomputadores... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Didier Lamouche, o presidente da Bull em todo o mundo, se curva sobre o notebook e procura um quadro de PowerPoint; quando acha, sorri ao projetar na parede um gráfico de barras verticais. Uma das barras se sobressai bastante das outras; ela representa o número de HPCs instalados nos Estados Unidos. (HPC é a sigla moderna para supercomputador; significa &lt;em&gt;high-performance computer&lt;/em&gt;.) Outras três barras, bem menores, representam o número de HPCs instalados na Europa, na China e na Índia. "O Brasil", diz Lamouche, "nem aparece nesse gráfico." Para ele, americanos, europeus, chineses e indianos viram algo que os brasileiros ainda não viram.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Lamouche se juntou à comitiva do presidente da França, Nicolas Sarkozy, e se encontrou com políticos e empresários brasileiros na semana passada. Conversou brevemente com Lula e com Miguel Jorge, o ministro do desenvolvimento. Assinou um acordo de cooperação com o Serpro. Deu entrevista para jornalistas num hotel de São Paulo — quando projetou o gráfico de barras verticais na parede. Procurou explicar a todos o que o Serpro, a Infraero, a Intelig e os HPCs têm em comum. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; o comércio do futuro - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... liga os supercomputadores à Intelig, à Infraero e ao Serpro...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Bull e Serpro pretendem construir juntos ferramentas para montar portais e para interligar sistemas; no futuro, pretendem fundir o robô-programador da Bull, o NovaForge, com o robô do Serpro, o Demoiselle; e pretendem construir ferramentas para a construção de portais especializados na vida de alunos, professores e pais. Bull e Infraero concluíram o primeiro sistema Java feito com o NovaForge; nenhum ser humano escreveu nenhuma linha de código Java. O preço por ponto de função ficou igual aos preços de mercado, e isso com um sistema só. Mais tarde, quando o NovaForge estiver produzindo dezenas de sistemas para dezenas de clientes, os preços por ponto de função devem cair 50%. Por último, Bull e Intelig já assinaram dez aditivos ao contrato pelo qual a Intelig vende banda larga WiMAX para empresas, mas, em troca de aluguel, a Bull instala e opera a rede.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;A Bull passou vários anos dando prejuízo, diz Lamouche, mas ela se refez em 2005 e desde então cresce e dá lucro. Ela se concentrou em HPCs, em serviços complexos apoiados por software aberto (como o serviço prestado à Infraero, apoiado pelo NovaForge), e em serviços complexos apoiados por CPDs de grande porte (como o serviço prestado à Intelig, apoiado pelo CPD da Bull em São Paulo). No futuro, diz Lamouche, as três linhas estratégicas devem convergir — e no centro delas ficam os HPCs.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; o comércio do futuro - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e promete pôr o pessoal da Bull para ajudar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Americanos, europeus, chineses e indianos se organizam para montar centros de simulações por computador, e assim vender mais para clientes no mundo todo; por isso eles instalam grandes HPCs. Na França, diz Lamouche, um fabricante de champanhe usa simuladores para compreender a química das bolhinhas. Quanto menor o diâmetro das bolhas, mais elogios dos provadores profissionais de champanhe, e maior o preço. Testar novas receitas de champanhe num simulador demora menos e custa menos do que testá-las em condições reais.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;O governo brasileiro já instalou oito HPCs. Cada um deles funciona dentro de um Centro Nacional de Processamento de Alto Desempenho (Cenapad); todos os Cenapads fazem parte de universidades. A Bull instalou seis desses oito HPCs, inclusive os três maiores. Mas o maior deles, de 850 processadores, é cem vezes menor do que o maior HPC americano.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Isso porque os cientistas brasileiros, diz Lamouche, empregam menos os HPCs do que poderiam e deveriam. Físicos e estudantes de física usam 90% das horas de processamento dos oito HPCs brasileiros. O físico usa o HPC para rodar cálculos complexos e preparar experiências; depois usa o HPC para rodar cálculos complexos e compreender os resultados das experiências; e por fim ele publica sua tese de doutorado sobre, por exemplo, os efeitos da temperatura nas características quânticas dos nanotubos de ouro. Isso é bom para o físico e para a universidade, mas é pouco para o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Os cientistas fariam melhor se juntassem tudo o que sabem em simuladores. Se físicos, químicos, agrônomos, meteorologistas e biólogos juntam o que sabem num simulador, o agricultor do Rio Grande do Sul pode testar sementes de videiras, técnicas de aragem e de irrigação, fermentação — tudo no computador, tudo antes de realizar qualquer ação concreta. Se os cientistas fizessem isso, os vinicultores brasileiros competiriam bem com os de Champagne. Mas os brasileiros, os cientistas inclusive, se intimidam com as simulações. Acham que um simulador ficará caro demais, e dará trabalho demais.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;##&lt;/span&gt;Outro dia, num dos clientes, a Bull trocou um HPC velho por um novo. A capacidade de processar dados aumentou 400%, o consumo de energia caiu 64%, o espaço ocupado dentro do CPD caiu 86%. Os HPCs ficaram mais baratos, diz Lamouche; o Brasil deveria montar um grande HPC, deveria comprar ou criar simuladores, deveria alugar as horas de simulação para empresas de todos os tamanhos, em todos os estados. Lamouche promete pôr o pessoal da Bull para ajudar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1018217996870867157?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1018217996870867157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1018217996870867157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/o-comercio-do-futuro-i-didier-lamouche.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1532282870784143399</id><published>2009-09-09T09:00:00.000-03:00</published><updated>2009-09-08T21:12:01.148-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; h1n1 – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Saúde de SP desconhecia os casos de gripe suína... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andre Luiz de Almeida, diretor de tecnologia da Secretaria de Saúde de São Paulo, foi avisado na sexta-feira, 31 de julho, de que o secretário de Saúde publicaria na quinta, 6 de agosto, um ato obrigando os hospitais a mandar informações sobre os casos de gripe suína. Eles colocariam as informações num sistema — que Andre, até então, nem sabia que teria de desenvolver. Ele tinha quatro dias úteis para fazer o Censo Hospitalar.&lt;br /&gt;O secretário de saúde de São Paulo criou o Gabinete da Gripe para acompanhar os casos de H1N1 no estado. Mas os médicos do gabinete descobriram que não tinham informações para passar ao secretário: não sabiam como a doença evoluía, se o número de mortes aumentava ou diminuía, o perfil das pessoas contaminadas.&lt;br /&gt;Até então, os hospitais não eram obrigados a mandar informações sobre os casos de gripe suína; e a secretaria de saúde só descobria quem tinha morrido da gripe depois de receber uma cópia da certidão de óbito, uma semana depois da morte.&lt;br /&gt;Andre colocou quatro técnicos para desenvolver o sistema; e o secretário de saúde publicou o ato obrigando os hospitais a repassar as informações para o Gabinete da Gripe. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; h1n1 – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... então os técnicos desenvolveram um sistema...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem Andre nem os técnicos sabiam exatamente quais informações o formulário deveria incluir, então ao longo do tempo eles tiveram de mexer nas entradas dos dados. "Coisa que a gente achava importante não era muito importante, daí fizemos adaptações."&lt;br /&gt;O Censo Hospitalar serve para controlar e acompanhar os pacientes atendidos em prontos-socorros ou internados; para acompanhar os exames, o diagnóstico e a entrega dos remédios. Os médicos dos hospitais de referência (16 públicos e 12 privados) todos os dias atualizam as informações sobre os pacientes.&lt;br /&gt;Os técnicos integraram o Censo Hospitalar ao sistema de análises estatísticas (BI), ao de georeferenciamento, e ao de distribuição de remédios da Secretária de Saúde. "Toda vez que um médico prescreve o medicamento, a gente pode repor os estoques."&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; h1n1 – III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... para descobrir que a gripe é fatal em pessoas de 25 a 30 anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o Censo, os médicos do Gabinete da Gripe descobriram que muita gente morreu de gripe suína, principalmente pessoas de 25 a 30 anos — e teoricamente saudáveis. Os aidéticos até agora não pegaram gripe suína, e ninguém sabe explicar o porquê. Quem pega a gripe suína e depois piora em geral está sendo atendido em hospitais privados; &lt;a href="http://www.planoeditorial.com.br/ti_governo/imagens/mapa_sp3108.jpg"&gt;e a maioria dos casos está nas grandes cidades&lt;/a&gt;. E, quando alguém morre de gripe suína, os médicos do Gabinete da Gripe ficam sabendo na hora.&lt;br /&gt;Como a gripe suína ainda não tem tratamento, os médicos do gabinete estão usando o sistema para disseminar boas práticas. "Um médico fez tal coisa e o paciente melhorou rápido", explica Andre, "daí o médico do gabinete entra em contato com outros médicos e conta o que aquele médico fez."&lt;br /&gt;Para ajudar a disseminar as boas práticas, Andre e os técnicos fizeram várias videoconferências entre os médicos; e criaram o Disque Gripe, uma central 24 horas, para a qual os médicos ligam e tiram dúvidas com algum médico do Gabinete da Gripe.&lt;br /&gt;Na segunda-feira, 14, Andre se reúne com os técnicos e com os médicos do gabinete para avaliar o sistema e saber se o projeto será ampliado para outros hospitais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1532282870784143399?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1532282870784143399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1532282870784143399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/h1n1-i-secretaria-de-saude-de-sp.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-4009431110738526281</id><published>2009-09-09T08:59:00.001-03:00</published><updated>2009-09-08T21:04:58.048-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; fórum ti &amp;amp; governo - municípios&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Os gestores de TI das prefeituras sofrem com o abandono político &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa hoje, 9, o &lt;em&gt;Fórum TI &amp;amp; Governo — Municípios 2009&lt;/em&gt;, promovido pela Plano Editorial, em São Paulo. Participam 50 gestores de TI de prefeituras de todo o Brasil. Dos 50 gestores, 21 deles responderam a uma pesquisa organizada pela &lt;em&gt;TI &amp;amp; Governo:&lt;/em&gt; 33% realizam projetos de infraestrutura de rede; 28% trocam computadores, servidores, máquina de armazenamento de dados; e 33% reorganizaram a área de TI. Dos problemas enfrentados em 2009: 33% reclamam da queda da arrecadação e 23% da desatualização da TI.&lt;br /&gt;Desde 2008, quando houve eleições municipais, alguns prefeitos ainda não conseguiram dinheiro para investir em máquinas e técnicos de informática. "Os governos estão mais focados em promessas de campanha, como asfalto, saúde, segurança", diz um gestor de TI, "o que passa longe das ações de TI." Quando falta dinheiro para a TI, a prefeitura entra num círculo vicioso: o pessoal de TI não consegue fazer nenhum projeto importante, que ajude a prefeitura a arrecadar mais e a servir melhor, e então falta dinheiro para a TI. A crise econômica, dizem os 21 gestores, só piorou as coisas.&lt;br /&gt;Alguns gestores, contudo, conseguiram dinheiro para investir em TI, e tiveram de chamar o pessoal de TI para reuniões em que explicaram o que uma área de TI deve fazer. O pessoal vivia há tempo demais de pequenos reparos, e se esqueceu dos aspectos estratégicos da área de TI. Esses gestores escreveram diretrizes novas, pelas quais a área de TI deve funcionar; o problema agora é implementar as diretrizes.&lt;br /&gt;Durante o &lt;em&gt;Fórum TI &amp;amp; Governo — Municípios 2009&lt;/em&gt;, os gestores terão a chance de ver uma palestra da IDC, um painel com três gestores de prefeituras (São Paulo, Rio de Janeiro e Santos) e de conversar com executivos de fornecedores de produtos e serviços de TI.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-4009431110738526281?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4009431110738526281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4009431110738526281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/forum-ti-governo-municipios-os-gestores.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-3653603717769351571</id><published>2009-09-09T08:58:00.000-03:00</published><updated>2009-09-08T20:56:01.655-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; eleições&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Urnas eletrônicas devem imprimir comprovantes de papel, diz cientista. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hovav Shacham, professor de engenharia da Universidade de San Diego (EUA), queria criar um programa malicioso para invadir urnas eletrônicas e roubar nos votos, mas, ao mesmo tempo, ele não queria aguentar os fabricantes de urnas reclamando dos métodos.&lt;br /&gt;Sempre que um professor imagina um jeito de fraudar a lógica de uma urna eletrônica, os fabricantes o criticam: "Ah, mas ele teve acesso ao código-fonte, e o verdadeiro criminoso jamais teria acesso ao código-fonte." É verdade. Até Shacham, todos os professores que imaginaram jeitos de fraudar urnas eletrônicas tiveram acesso ao código-fonte.&lt;br /&gt;No mês passado, contudo, Shacham organizou uma demonstração. Diante da plateia, ele ligou uma urna eletrônica oficial, obtida por meios legais junto ao governo dos Estados Unidos, ou seja, obtida da mesma forma que um funcionário do governo obteria a urna. Ele abriu a urna, conectou um dispositivo, ligou a urna, apertou uns botões, retirou o dispositivo e desligou a urna. Toda a operação durou menos de cinco minutos. A partir daquele momento, Shacham demonstrou, a urna passou a roubar nos votos.&lt;br /&gt;Shacham fez tudo como faria uma organização criminosa, a serviço de algum partido. Umas semanas antes da demonstração, ele comprou uma urna igual à usada na demonstração. Depois usou uma técnica nova de programação, batizada de programação orientada às respostas. Ele abriu a urna, instalou medidores nos pinos das memórias, ligou e usou a urna por um tempo. Gravou todos os bits que entravam e saíam pelos pinos das memórias. Isso é rápido: umas poucas horas e todo o serviço está feito.&lt;br /&gt;Depois, Shacham pegou os dados gravados e, usando muita matemática ao longo das semanas seguintes, criou um programa que produzisse as mesmas entradas e saídas nas memórias. Esse programa pode não ser igualzinho ao programa original, mas se comporta do mesmo jeito — é um tipo de engenharia reversa. Por fim, Shacham procurou falhas no programa-gêmeo e criou mecanismos para explorar as falhas, tomar conta da urna e roubar nos votos. Por mais inteligentes que sejam os programadores, diz Shacham, sempre há falhas.&lt;br /&gt;No dia das eleições, como no dia em que fez a demonstração no palco, o criminoso só precisa de uns minutos a sós com a urna para instalar o programa malicioso. Para o pessoal trabalhando nas eleições, a urna vai parecer normal — mas vai roubar nos votos.&lt;br /&gt;Depois da apresentação, Shacham deu sua receita de eleições eletrônicas seguras: a urna deve imprimir dois comprovantes, um para o eleitor, um para o governo; assim as eleições podem ser aferidas, no mínimo, por meio de amostragem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-3653603717769351571?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3653603717769351571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3653603717769351571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/eleicoes-urnas-eletronicas-devem.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-6919620630589683803</id><published>2009-09-09T08:57:00.000-03:00</published><updated>2009-09-08T20:59:00.422-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; painel telebrasil – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Mais de 29 mil escolas já acessam a Internet com banda larga de 1 Mbps...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agosto, as operadoras de telefonia fixa já conectaram 29.014 escolas públicas com banda larga, em 3.124 cidades. "Atualmente", diz Carlos Eduardo Bielschowsky, secretário de educação a distância do Ministério da Educação (MEC), "os técnicos das operadoras estão conectando 7.400 escolas." As operadoras têm até dezembro de 2010 para levar banda larga a 94% das escolas — elas assumiram essa meta com o governo federal em abril de 2008, quando o governo trocou a instalação de 8.461 postos de serviços telefônicos (PSTs) por um projeto de banda larga para 55 mil escolas.&lt;br /&gt;Até agora, as operadoras concluíram 52% do cronograma de instalação. Como elas já conectaram a maioria das escolas próximas dos pontos principais de rede, o maior desafio agora, diz Carlos Eduardo, será instalar pontos de rede em cidades pequenas. "As operadoras vão instalar novas torres em milhares de municípios." &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; painel telebrasil – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... depois de o MEC adaptar um sistema para gerenciar o trabalho das operadoras...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em maio de 2008, as operadoras receberam uma lista das escolas onde deveriam instalar acesso de 1 Mbps; em seguida, as operadoras mandaram técnicos para instalar os modens. Muitos deles voltaram para o escritório sem instalar nada. Os diretores das escolas não conheciam o projeto do MEC; cada diretor achou que o técnico tentava lhe passar a perna e vender banda larga.&lt;br /&gt;Para gerenciar os fornecedores de computadores, impressoras e móveis do projeto ProInfo, Carlos Eduardo usa um sistema de gestão tecnológica, o Sigetec. As escolas selecionadas para o ProInfo acessam esse sistema, com o qual elas provam que têm a infraestrutura necessária para receber o laboratório de informática. Carlos Eduardo pediu aos técnicos que adaptassem o Sigetec para o projeto de banda larga nas escolas; assim, ele poderia gerenciar quais escolas o MEC já avisou e quais escolas os técnicos das operadoras já visitaram. "Poderíamos compartilhar o software com as operadoras."&lt;br /&gt;Os técnicos de TI do MEC terminaram de adaptar o sistema em outubro de 2008. A partir de então, os funcionários do MEC ligam para cada escola para explicar o que é o projeto e quando o técnico instalará o modem; depois, cadastram as informações no Sigetec. Quando os técnicos das operadoras acessam o Sigetec, sabem quais escolas esperam a ligação.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; painel telebrasil – III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e adotar um sistema para gerenciar a qualidade da banda larga em todas as escolas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Eduardo sabe que, mais importante do que gerenciar a instalação, é gerenciar a qualidade da banda larga depois. "O desafio é saber se a banda larga está funcionando e se os alunos estão usando a Internet."&lt;br /&gt;Ao conversar com os técnicos de TI do MEC, Carlos Eduardo soube que os técnicos da Dataprev desenvolveram em 2007 um sistema baseado em software livre, o Cocar. Carlos Eduardo poderia usá-lo para monitorar o tráfego de dados nos modens de cada escola; por meio dos relatórios, ele poderia identificar quais escolas não usam a banda larga, quais precisam de maior velocidade, quais não recebem a velocidade que as operadoras prometeram. E não precisaria gastar quase nada.&lt;br /&gt;Os técnicos do MEC começaram a testar o Cocar em março de 2009, mas perceberam que o sistema não media o tráfego de dados em algumas escolas. O Cocar não extraía informações de modens de alguns fabricantes. Como são muitos modens, as operadoras não quiseram substituí-los; então, desde março os técnicos de TI do MEC desenvolvem uma nova interface, por meio da qual o Cocar extrai os dados de tráfego de qualquer modem.&lt;br /&gt;Como os técnicos do MEC já monitoram algumas escolas, Carlos Eduardo já descobriu, por exemplo, que cerca de 500 escolas precisam de uma conexão mais veloz. "Se as operadoras conseguirem aumentar a velocidade para 2 Mbps nessas escolas, será ótimo."&lt;br /&gt;Em paralelo ao trabalho dos técnicos de TI do MEC e das operadoras, Carlos Eduardo e equipe armazenam, em servidores especiais, documentos, vídeos, imagens e músicas, que os professores podem baixar e usar em sala de aula. Em 2009, Carlos Eduardo já treinou 372 professores sobre o conteúdo multimídia. "O próximo passo é avaliar se todo esse esforço de tecnologia realmente funciona."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-6919620630589683803?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6919620630589683803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6919620630589683803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/painel-telebrasil-i-mais-de-29-mil.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-766735323778780211</id><published>2009-09-09T08:56:00.000-03:00</published><updated>2009-09-08T20:56:45.359-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; união – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Para levar banda larga às cidades-sede da Copa do Mundo até 2014... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 600 mil e 1 milhão de turistas devem visitar o Brasil para assistir aos jogos da Copa do Mundo de 2014. Cada um deles, diz Eduardo Costa, diretor de inovação da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), deve se comunicar por meios eletrônicos com, pelo menos, outras dez pessoas. No entanto, nas 12 cidades-sede, muitas pessoas ainda não têm acesso à Internet, ou porque não existe acesso onde elas moram, ou porque só existe acesso à rede de uma única operadora, que cobra o que quer. "Precisamos ampliar a infraestrutura", diz Eduardo, "para que a Copa deixe legados no Brasil."&lt;br /&gt;No entanto, no setor de telecomunicações, o governo e as operadoras não seguem um plano comum de banda larga. No setor de energia elétrica, por exemplo, o governo e concessionárias seguem um plano de 20 anos; no setor de transportes, de 30 anos. "É preciso ter uma política nacional", diz o ministro Daniel Vargas, chefe da secretaria de assuntos estratégicos da presidência, "que tenha potencial para vencer mandatos."&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; união – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... o governo e as operadoras superam diferenças...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do ano, os representantes dos diversos ministérios concluíram que o Brasil precisava de um plano nacional de banda larga. Em conjunto com operadoras e fabricantes de equipamentos, o governo definiria responsabilidades e estabeleceria metas para cinco ou dez anos. Cezar Alvarez, coordenador do programa de inclusão digital da presidência, apresentou a ideia ao presidente Lula em 21 de agosto, e agora tem de escrever a primeira versão de um decreto-lei.&lt;br /&gt;Em paralelo, as operadoras fixas e móveis também já discutiam um plano nacional de banda larga e perceberam que, se cooperassem com o governo, talvez o governo reduzisse os impostos sobre produtos e serviços de telecom e liberasse mais frequências de rádio. "Os interesses precisam convergir", diz Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica e da Telebrasil, "para que as grandes mudanças no setor aconteçam.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; união - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e trabalham juntos num plano nacional de banda larga.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o 53º Painel Telebrasil, Valente mostrou como um plano nacional de banda larga deveria ser: operadoras e governo devem levar conexões de banda larga, fixa ou móvel, para 150 milhões de pessoas até 2014. "É uma definição clara de qual deve ser a prioridade nacional."&lt;br /&gt;As operadoras sabem o que querem (menos impostos, mais frequências, mudanças nas leis para conseguir capital estrangeiro), mas o governo ainda não sabe. Hélio Costa, ministro das Comunicações, no final de setembro coordenará uma reunião com representantes de vários ministérios (Casa Civil, Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento, Educação, Planejamento) para discutir um plano nacional de banda larga, que inclua os projetos já em andamento, como o de banda larga nas escolas. "Essa discussão", diz Cezar Alvarez, "vai gerar um ou dois anos de trabalho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-766735323778780211?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/766735323778780211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/766735323778780211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/uniao-i-para-levar-banda-larga-as.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-319593841940944214</id><published>2009-09-09T08:55:00.002-03:00</published><updated>2009-09-08T21:26:19.762-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; panes - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O serviço de telefonia fixa da Telefônica para mais uma vez...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os telefones fixos pararam de funcionar em vários lugares do Estado de São Paulo ontem, 8, e por várias horas. Em texto distribuído aos jornalistas, a Telefônica disse que a pane começou às 11 horas e terminou às 12h10, e que afetou cidades da Grande São Paulo. Em textos na Internet, muitos assinantes dizem que a pane começou mais cedo (10 horas) e terminou mais tarde (às 17 horas, ainda havia assinantes com problemas). &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; panes – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... depois de a Anatel autorizar a Telefônica a vender banda larga...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 26 de agosto, a Anatel autorizou a Telefônica a voltar a vender os serviços do Speedy. Na prática, Ronaldo Sardenberg, presidente da Anatel, e seus conselheiros aprovaram o plano de melhorias da Telefônica, criado em junho. Na ocasião, a rede do Speedy parou de funcionar por quase dois dias e, depois que voltou a funcionar, ficou instável várias semanas; e por isso a Anatel proibiu a Telefônica de vender o Speedy&lt;br /&gt;Mas Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica, já vinha implementando o plano, mesmo antes da aprovação da Anatel. Segundo o texto do plano, a Telefônica se compromete a investir, até dezembro, R$ 77 milhões na rede do Speedy. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; panes – III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e depois de a Telefônica prometer investir R$ 77 milhões na rede até dezembro...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde junho, Valente implementou a primeira etapa do plano: aumentou a capacidade dos cabos submarinos de 100 Gbps para 130 Gbps (a meta é 140 Gbps) e a capacidade do núcleo da rede IP de 240 Gbps para 400 Gbps (a meta é 520 Gbps); implementou 60% dos sistemas para aumentar a segurança da rede e 60% da rede contingente; e ampliou em 50% o número de servidores DNS (a meta é aumentar em 100%). "No final do ano", diz Valente, "esperamos ter a melhor rede de dados da América Latina."&lt;br /&gt;Aos poucos, o Speedy ficava mais estável, mas os riscos continuavam grandes. Se os técnicos modificassem algum elemento de rede, poderiam parar o serviço de novo. Para Valente, adiantaria pouco investir na rede sem rever os procedimentos. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; panes – IV&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e rever procedimentos sempre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, Valente levou os diretores e gerentes da Telefônica para uma sala cheia de painéis brancos nas paredes. Eles desenharam todos os procedimentos nas paredes, e passaram dias revisando cada um deles. "Descobrimos como fazer as coisas mais bem-feitas que antes." Ao final do trabalho, eles modificaram a rotina de engenheiros, de vendedores e de técnicos.&lt;br /&gt;Nessas reuniões de revisão, os executivos perceberam que alguns clientes, logo depois de instalar o Speedy, reclamavam do serviço. Depois de estudar os relatórios técnicos, os executivos chegaram à conclusão de que vários clientes instalavam o modem de modo incorreto.&lt;br /&gt;Para resolver o problema, eles criaram uma equipe de suporte só para ajudar os clientes durante a instalação — e agora o cliente só pode instalar o modem com a ajuda dessa equipe. Nas primeiras seis semanas, outra equipe monitora o serviço. O cliente só será encaminhado para a equipe comum de assistência técnica se, nessas seis primeiras semanas, o serviço funcionar bem.&lt;br /&gt;Além disso, agora duas pessoas atendem o cliente antes de fechar a venda: uma explica as condições e a outra confirma se o cliente entendeu. Só então os dados do serviço comprado pelo cliente vão para os sistemas da Telefônica. Valente também reduziu o número de serviços em 30%, para que os clientes entendam melhor o menu de opções.&lt;br /&gt;Para medir se as mudanças na infraestrutura de rede e nos procedimentos estão dando certo, os executivos acompanham os indicadores de todas as áreas. Desde 26 de agosto, eles já venderam 20 mil pacotes de banda larga; e os clientes, incluindo os antigos, já ligam menos para a assistência técnica da Telefônica. O número de ligações, diz Valente, caiu 36,6%. "Tudo está bem acima de nossas expectativas."&lt;br /&gt;Até dezembro, a equipe da superintendência de serviços privados da Anatel vai fiscalizar a implementação do plano de melhorias. Valente acha que os executivos da Telefônica aprenderam bastante com tudo isso. "Aprendemos que temos de ser obsessivos quanto à melhoria de processos. Não há nada que não possa ser melhorado."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-319593841940944214?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/319593841940944214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/319593841940944214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/panes-i-o-servico-de-telefonia-fixa-da.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7876332683946041387</id><published>2009-09-09T08:54:00.000-03:00</published><updated>2009-09-08T20:55:20.244-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; reviravolta – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Sangari fecha um acordo com o governo do Distrito Federal... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo de 2008, 310 mil alunos das escolas públicas do Distrito Federal receberam os livros e os kits de ciência da Sangari. Por causa do contrato, diz Todd Wright, o CIO da empresa, as transações no banco de dados subiram 700%. Os sistemas ficaram lentos, a rede caía com frequência. Para que a Sangari crescesse sem problemas, Todd precisava mudar a infraestrutura de informática.&lt;br /&gt;Até então, Todd comprava servidores conforme a demanda por sistemas aumentava, mas até então a Sangari vendia pouco e a demanda por sistemas crescia devagar.&lt;br /&gt;A Sangari faz livros para alunos e professores; faz kits de pesquisas de geografia, química, biologia, astronomia e geologia; e treina os professores. Ela também distribui sapos, minhocas e outros seres vivos, com os quais as crianças fazem experiências.&lt;br /&gt;Com uma nova metodologia (a CTC, de &lt;em&gt;ciência e tecnologia com criatividade&lt;/em&gt;), a Sangari conquistou alguns clientes em Salvador, Belo Horizonte, Maringá e Amparo — escolas privadas e principalmente públicas. Até então, a infraestrutura de informática que Todd montou suportava os acessos aos sistemas.&lt;br /&gt;Contudo, em novembro de 2007, os executivos da Sangari assinaram um contrato com o governo do Distrito Federal, para atender as 500 escolas e os 310 mil alunos de todas as cidades do DF. Um contrato de cinco anos, no valor de R$ 289 milhões. Os executivos tiveram de abrir um centro de distribuição em Brasília e contratar pessoas: no começo de 2008, a Sangari tinha 102 funcionários; no final, 308. "Se o comercial fecha um contrato grande", diz Todd, "o acesso ao banco de dados aumenta demais, o sistema fica lento, a rede cai."&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; reviravolta – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e o CIO muda toda a infraestrutura de TI e telecom para suportar o crescimento inesperado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto do Distrito Federal virou vitrine para outros clientes, e a Sangari espera crescer ainda mais. Era inútil Todd seguir com a estratégia de comprar servidores conforme a demanda por sistemas.&lt;br /&gt;No final de 2008, ele trocou 20 servidores por três, interligados em cluster e virtualizados. Nesses, ele roda o sistema de gestão, o sistema de relacionamento com os clientes (CRM), o sistema analítico (BI) e o banco de dados. Ele também aumentou a capacidade de armazenamento de 12 terabytes para 18 terabytes. Com isso, economizou R$ 173 mil com o que gastaria se continuasse comprando máquinas conforme a demanda. E, em cinco anos, vai economizar R$ 170 mil com custos de energia.&lt;br /&gt;As máquinas de armazenamento e os servidores ficam na matriz em São Paulo, e os funcionários de Brasília acessam os sistemas pela rede de comunicação de dados.&lt;br /&gt;Para suportar o crescimento, Todd também precisava interligar a matriz com o centro de distribuição de São Paulo. Normalmente, ele faz isso usando uma rede MPLS de uma operadora de telecomunicações. Mas dessa vez ele decidiu testar o sistema de banda larga sem-fio da Motorola, o Canopy, para trafegar voz e dados. Ele colocou uma antena na matriz, com cobertura de 40 quilômetros, e outra no centro de distribuição. A instalação demorou 18 horas e custou R$ 15 mil. Todd recuperou o investimento em quatro meses.&lt;br /&gt;Ele instalou a antena em janeiro de 2009 e até agora a rede funcionou sem cair. O Canopy permite velocidade de 14 Mbps, enquanto o da operadora era de apenas 2 Mbps. "Se comparássemos maçã com maçã, 14 Mbps com 14 Mbps, o retorno do investimento viria em 12 dias."&lt;br /&gt;Em 2009, a Sangari ganhou um contrato do governo do Rio de Janeiro para atender 100 mil alunos das escolas públicas e de centros educacionais em zonas de confronto. Em junho, ela ganhou um contrato com o governo da Argentina — é o primeiro país além do Brasil a receber a metodologia CTC.&lt;br /&gt;Até o final de 2009, Todd quer ter 24 terabytes de espaço em discos, pois ele acredita que as transações nos bancos de dados crescerão 1.000%. "Precisamos nos programar para dois anos à frente."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7876332683946041387?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7876332683946041387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7876332683946041387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/reviravolta-i-sangari-fecha-um-acordo.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8679612806208183869</id><published>2009-09-09T08:53:00.002-03:00</published><updated>2009-09-14T15:56:26.080-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; gestão de sistemas - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A HP Software precisava de peritos em finanças para vender gestão... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois anos, quando Sílvio Maemura se sentou na cadeira de diretor da HP Software, a HP já tinha comprado 18 fabricantes de aplicativos especiais para a gestão da área de TI, entre eles a Mercury e a Peregrine. "No Brasil", diz Sílvio, "eu tinha de transformar essa divisão da HP num negócio, como se fosse uma empresa à parte."&lt;br /&gt;Com os produtos da HP Software, diz Sílvio, o CIO podia montar um "ERP da área de TI". Mas a HP Software não vendia um sistema com o nome de ERP — ao contrário, ela vendia dezenas de produtos distintos, cada um para facilitar a gestão de um aspecto da área de TI. Logo nas primeiras semanas, Sílvio descobriu seu desafio: fazer o CIO enxergar, nessa penca de produtos, um sistema integrado de gestão de TI. Com esse ERP, o CIO administraria melhor seus funcionários, os usuários, os procedimentos — além de cada computador, aplicativo, banco de dados.&lt;br /&gt;Sílvio matriculou seu pessoal em cursos sobre finanças e economia. O CIO só compraria os produtos da HP Software para montar um ERP se ele, para justificar os investimentos, usasse a linguagem mais respeitada dentro da empresa — a do diretor financeiro. O pessoal da HP tinha de ajudá-lo a usar essa linguagem.&lt;br /&gt;Não deu certo.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; gestão de sistemas - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... mas os peritos se formam na prática, depois da venda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para usar a nova linguagem com elegância, o vendedor precisava concretizar uma venda, e o técnico precisava implementar um projeto de ERP da TI. Contudo, antes de vender e de implementar o projeto, o vendedor e o técnico tinham de usar a nova linguagem com elegância. "Eu precisava de um capital intelectual tremendo dentro da HP", diz Sílvio a respeito de seu dilema. "Mas, para isso, a pessoa não pode ter só conhecimentos acadêmicos; ela precisa apanhar nos projetos."&lt;br /&gt;O pessoal da HP, para ajudar o CIO, pedia a ajuda do CIO. Também não deu certo. "No geral", diz Sílvio, "descobri que os CIOs não entendem muito de negócios." Por exemplo: o CIO diz que entrega 50% dos projetos com atraso. "Caso você consiga entregar esses projetos no prazo", Sílvio pergunta, "quanto você economiza?" Sem essa informação, fica difícil calcular o retorno do investimento. "Mas vários CIOs não entendem muito de ROI."&lt;br /&gt;Sem informações financeiras sobre a área de TI, o CIO se deu mal com a crise financeira. Várias empresas organizaram reuniões para distribuir com cuidado um ativo importante: o caixa. Sílvio conhece CIOs que, nessa reunião, não souberam dizer de quanto caixa eles precisariam pelos próximos meses. Como resultado, eles ficaram com o caixa baixo, e entre eles alguns deram calote. Não é que a empresa estava sem dinheiro, diz Sílvio: o CIO estava sem dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; gestão de sistemas - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A HP Software resolve o dilema com a crise e os acidentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a crise, Sílvio e seu pessoal venderam módulos do ERP mais para CIOs do setor financeiro e do setor de telecomunicações. Nesses dois setores, o CIO conhece bem os aspectos financeiros da TI. Depois da crise, Sílvio e seu pessoal passaram a vender módulos do ERP também para CIOs cujo sistema de TI, num acidente, parou de funcionar. Depois da crise, os acidentes ficaram inaceitáveis, diz Sílvio. "A crise ajudou nisso."&lt;br /&gt;Um fabricante de bebidas, por exemplo, ficou um dia parado quando o armazém de dados da HP parou. Os técnicos da HP acharam a causa: um aplicativo externo ao armazém provocou a parada. Havia uma relação de interdependência desconhecida.&lt;br /&gt;Com esse acidente, o CIO descobriu que uma hora de sistema parado custa à empresa R$ 200 mil. Sílvio tentava vender um módulo do ERP para esse mesmo CIO há tempos; com o módulo, o CIO conseguiria descobrir e documentar as interdependências. Preço do módulo: R$ 200 mil. Sílvio vendeu esse módulo e outros. O CIO agora consegue ver, numa tela do sistema, tudo o que é importante para a área de TI, até mesmo o que foi terceirizado. "Em resumo", diz Sílvio, "tem como colocar todas as boas práticas da ITIL para funcionar, e tem como acabar com o empurra-empurra entre fornecedores."&lt;br /&gt;Por enquanto, diz Sílvio, metade de seu pessoal (de 150 pessoas) entendeu bem os aspectos financeiros e econômicos dos sistemas de TI. "Software é mais difícil mesmo de compreender e de vender, porque ele está mais ligado aos aspectos intangíveis da empresa, como os processos de negócio." Mas todos os funcionários gostaram dos cursos de finanças e de economia. Sílvio promete insistir até o dia em que o vendedor de um produto qualquer, o &lt;em&gt;Produto X&lt;/em&gt;, se sentar diante do CIO para entender seus problemas, e para traduzi-los em aspectos financeiros, antes de tentar vender o &lt;em&gt;Produto X&lt;/em&gt; ao CIO.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8679612806208183869?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8679612806208183869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8679612806208183869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/09/gestao-de-sistemas-i-hp-software.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8590369166313814311</id><published>2009-08-26T09:00:00.000-03:00</published><updated>2009-08-25T21:09:19.056-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; utilities - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Os usuários da Energias do Brasil pedem 34 projetos para a TI... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Junqueira Franco, superintendente de TI da Energias do Brasil, terminou de implementar um novo sistema comercial nas duas concessionárias de energia elétrica do grupo, em 8 de junho. Com isso, ele encerrou o plano estratégico de TI que começou em 2005, e estava na hora de planejar os próximos quatro anos. Por isso, ele chamou os gestores das áreas de negócio para uma reunião, para discutir em quais projetos de TI a Energias do Brasil deveria investir. "Todo mundo queria um monte de projetos, para serem entregues já no ano que vem."&lt;br /&gt;Foi a primeira vez que Junqueira trouxe os gestores das áreas de negócio para discutir os projetos de TI, desde que foi contratado, em 2005. Na época, as prioridades da Energias do Brasil eram outras: as três concessionárias do grupo (além das empresas de geração e de gestão de energia) usavam sistemas de gestão, comerciais e técnicos diferentes. "Era preciso modernizar a empresa e, para isso, era necessário consolidar os sistemas." Assim, Junqueira implementou o SAP para padronizar os sistemas de gestão das concessionárias; em seguida, unificou os sistemas técnicos; e, no final de 2007, começou a padronizar os sistemas comerciais — o que terminou em 2009. "A gente gastou um ano só testando o sistema."&lt;br /&gt;No final da reunião com os usuários, Junqueira tinha uma lista de 34 projetos das áreas de negócio e mais 22 projetos da própria TI. "Era muito difícil fazer tudo em paralelo." De imediato, ele separou os projetos que precisava realizar logo para cumprir determinações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) — como a resolução 456, que altera as normas de relacionamento com os clientes e, por isso, resulta em alterações no sistema comercial; e a resolução 815, que estabelece novas regras para gerenciar os ativos da rede elétrica e resulta em mudanças no sistema de gestão de ativos e de informações georreferenciadas (GIS).&lt;br /&gt;Além desses projetos, os usuários ainda demandavam muitos outros, que Junqueira não conseguiria entregar de uma vez. E como a Energias do Brasil já definiu o quanto vai gastar com TI nos próximos quatro anos, ele precisaria de mais dinheiro para implementar todos os projetos.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; utilities - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e o CIO os obriga a calcular o retorno do investimento de cada um.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente, a equipe de TI calcula o retorno do investimento (ROI) de cada projeto para justificar o orçamento para a diretoria. Mas, como Junqueira duvida que alguns dos projetos são, de fato, importantes, ele decidiu que os próprios usuários deveriam calcular o ROI dessa vez. "É o negócio que precisa transformar os benefícios do projeto em dinheiro, para provar em que temos de investir."&lt;br /&gt;Na lista de projetos, por exemplo, há um sistema de GIS que os usuários pedem há mais de um ano. "Os usuários têm dificuldade de mostrar que o projeto é viável, por isso ele ainda não saiu da prateleira." Por isso, a partir de junho, Junqueira passou a chamar o gestor de cada área de negócio para demonstrar, em números, se o projeto valia a pena.&lt;br /&gt;Em julho, ele contratou os consultores do Gartner para ensinar os usuários a calcular o ROI dos projetos sozinhos e para instalar o novo processo de priorização de projetos.&lt;br /&gt;Até agora, Junqueira não cortou nenhum dos 56 projetos definido no planejamento estratégico, mas os usuários ainda não calcularam o ROI da maioria deles. "A empresa não vai investir em TI porque é bonito." Os usuários precisam calcular o ROI de todos os projetos até setembro, quando os diretores aprovam no que vão investir até 2012.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8590369166313814311?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8590369166313814311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8590369166313814311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/08/utilities-i-os-usuarios-da-energias-do.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-5970448213360615599</id><published>2009-08-26T08:59:00.002-03:00</published><updated>2009-08-26T12:33:26.350-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; frequências - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;A Anatel destina a maior parte da frequência de 2,5 GHz para as operadoras móveis... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algum tempo, Marcos de Souza Oliveira, gerente de engenharia da Anatel, analisa como a faixa de frequência de 2,5 GHz está sendo usada, para que a Anatel possa tomar uma decisão. Hoje, só as empresas que transmitem canais de TV por assinatura via rádio têm licença para usar essa faixa, mas as operadoras móveis pressionam a Anatel para liberá-la, assim elas poderiam instalar a Long Term Evolution (LTE) — a quarta geração da telefonia celular. "A gente precisa tomar as decisões logo", diz Marcos, "senão a indústria não investe."&lt;br /&gt;Marcos e os diretores da Anatel decidiram consolidar os resultados dos estudos da Anatel numa nova proposta para planejar e regulamentar como a faixa de frequência de 2,5 GHz poderá ser explorada tanto por operadoras de telefonia móvel, quanto pelas empresas de TV por assinatura. Eles colocaram o texto em consulta pública em 3 de agosto.&lt;br /&gt;Pela proposta da Anatel, a faixa de 190 MHz, usada pelas empresas para transmitir TV por assinatura via rádio (MMDS), seria aos poucos dividida com as operadoras móveis. Assim, em 2015, as empresas de TV por assinatura usariam a faixa central de 50 MHz para transmitir TV por assinatura (e banda larga via rádio, se quiserem) e as operadoras usariam duas faixas laterais de 70 MHz para serviços de telefonia celular e banda larga móvel (&lt;a href="http://www.planoeditorial.com.br/ti_governo/atual/anuncios/2009/consulta_publica.pdf"&gt;veja gráfico&lt;/a&gt;). "A proposta", diz Marcos, "é igual à que a UIT [União Internacional de Telecomunicações] aprovou." Mesmo assim, para que as operadoras móveis atendam a demanda de usuários por telefonia celular e banda larga móvel, a Anatel terá de remanejar outros 940 MHz até 2020. "Temos que organizar o espectro de modo a atender o interesse público."&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; frequências – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... mas espera sugestões até setembro, antes de escrever um novo regulamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas de TV por assinatura reclamaram da proposta da Anatel. Elas alegam que não conseguirão transmitir a mesma quantidade de canais, muito menos oferecer banda larga via rádio, usando apenas uma faixa de 50 MHz. Marcos diz que isso é possível sim, mas as empresas terão de investir para digitalizar o sinal de TV. "Dessa forma, elas conseguirão transmitir o dobro de canais e ainda sobrará frequência para a banda larga."&lt;br /&gt;Qualquer um pode contribuir com a consulta pública da Anatel até 16 de setembro. Depois, Marcos e outros quatro técnicos analisarão as sugestões e decidirão quais incluir no texto final do regulamento. "Não há prazo para fazer isso", diz Marcos, "porque depende de quantas sugestões receberemos e se elas serão complexas ou não."&lt;br /&gt;Quando Marcos terminar, o maior desafio será convencer as empresas de TV por assinatura e as operadoras móveis que o novo regulamento beneficiará a todos: como a proposta é aderente aos padrões internacionais, ele diz, elas gastarão menos dinheiro para se modernizar, já que os fornecedores fabricarão equipamentos em escala global. "Não queremos tirar ninguém do mercado", diz Marcos, "mas hoje existem outras maneiras de usar a faixa de frequência de 2,5 GHz."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-5970448213360615599?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5970448213360615599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5970448213360615599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/08/blog-post.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-4507772822908745524</id><published>2009-08-26T08:58:00.000-03:00</published><updated>2009-08-25T21:10:29.085-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; credibilidade – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Os sócios da Masterdom tentam provar que entendem de Websphere...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciano Bernardo da Silva, diretor comercial da Masterdom, e seus outros dois sócios, tentavam diversificar os projetos da empresa. Desde 1999, eles desenvolviam aplicativos baseados no sistema de correio eletrônico Lotus Notes, da IBM. Em 2007, Luciano colocou metade dos técnicos em cursos de Websphere, outro sistema da IBM, para desenvolver portais e aplicativos em linguagem Java. Se ampliasse os serviços da para sistemas baseados em web, a Masterdom faturaria mais em 2008. "Mas mesmo CIOs que já eram clientes não sabiam que nós prestávamos serviços com outras tecnologias."&lt;br /&gt;A própria IBM só reconhecia a Masterdom como parceiro para projetos em Lotus Notes e, com isso, não a indicava para projetos em Websphere. "Nós precisávamos quebrar a barreira que a nossa especialização em Notes criou."&lt;br /&gt;Sempre que a Masterdom terminava projetos em Lotus Notes, Luciano se reunia com os técnicos da IBM para repassar o valor das licenças. Nessas reuniões, ele comentava que já havia treinado grande parte de sua equipe em Websphere. Numa dessas reuniões, em fevereiro de 2008, os técnicos da IBM ofereceram uma oportunidade ao Luciano: um outro parceiro tinha abandonado o projeto de um portal de colaboração desenvolvido em Websphere para o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e a IBM procurava um novo parceiro para assumir o projeto.&lt;br /&gt;Era um contrato antigo: a Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp) assinou com a IBM no final de 2004. No entanto, a IBM precisava cumprir o contrato até agosto de 2008. "Aceitamos participar da concorrência logo de cara."&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; credibilidade – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... mas só depois de assumirem um projeto da Prodesp...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Masterdom atendia clientes de governo há dez anos e, quando Luciano decidiu participar da concorrência, quase 40 técnicos já sabiam desenvolver aplicativos em Websphere. "O cliente já tinha nossas referências e nos aceitou."&lt;br /&gt;A Masterdom deveria terminar um portal na intranet do TJ-SP para juizes, desembargadores e outros usuários trocarem informações sobre processos nas varas de execução criminal; e para consultarem fichas de antecedentes criminais, laudos, fotos e impressões digitais. No entanto, os prazos eram curtos: dois meses para entregar cada aplicativo que compunha o portal.&lt;br /&gt;Para atender os prazos, Luciano precisava contratar outros 12 técnicos. Enquanto os técnicos já treinados em Websphere desenvolviam os aplicativos com prazo mais curto, Luciano e os sócios recebiam vários técnicos na Masterdom todos os dias; mas poucos passavam para a fase seguinte da seleção. Durante os primeiros dois meses do contrato com a Prodesp, os executivos da Masterdom entrevistaram cerca de 60 técnicos para contratar os 12 que precisavam. "Tivemos de ser muito exigentes na contratação para oferecer o nível de qualidade que o cliente esperava."&lt;br /&gt;Com os novos técnicos, Luciano cumpriu o contrato até o final. Em setembro de 2008, a Prodesp renovou o contrato com a Masterdom por mais um ano. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; credibilidade – III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... eles conseguem novos clientes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Luciano renovava o contrato com a Prodesp, recebia alguns clientes que queriam renegociar contratos por causa da crise econômica. Mais do que nunca, ele precisava fechar novos contratos. Ele pressionou os vendedores da Masterdom para convencer as empresas a contratá-la para projetos em Websphere; e decidiu mostrar o projeto da Prodesp como exemplo.&lt;br /&gt;De setembro a dezembro de 2008, cinco clientes se interessaram em contratar a Masterdom para desenvolver portais em Websphere. Para convencê-los Luciano pediu aos técnicos da Prodesp para levá-los na própria Prodesp para conhecer o portal do TJ-SP. "Fechamos grandes projetos."&lt;br /&gt;Por causa dos novos clientes que encomendaram aplicativos baseados em Websphere até o final de 2008, os técnicos da Masterdom ganharam cerca de 210 mil horas de trabalho. No final das contas, a Masterdom faturou menos em 2008 por causa da crise. Mesmo assim, a receita líquida da empresa, em 2008, cresceu 22,86%.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-4507772822908745524?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4507772822908745524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4507772822908745524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/08/credibilidade-i-os-socios-da-masterdom.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-6699716425765466756</id><published>2009-08-26T08:57:00.000-03:00</published><updated>2009-08-25T21:11:32.986-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; gestão – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;As operadoras param de comprar por causa da crise... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, Edgar Bortolini se reuniu bastante com Paulo Renato Ketzer de Souza, presidente e fundador da Parks. Na época, Bortolini desenvolvia para a Parks uma área de negócios de equipamentos para telecomunicações sem fio, como redes de terceira geração e redes WiMAX. No entanto, em 11 de outubro de 2008, por complicações após uma cirurgia no coração, Paulo Renato morreu.&lt;br /&gt;Apesar do luto, a Parks precisava seguir em frente. Na semana seguinte, os acionistas, diretores e conselheiros se reuniram para escolher o novo presidente da empresa. Os conselheiros e diretores indicaram alguns nomes — o de Bortolini estava entre eles.&lt;br /&gt;Os acionistas, diretores e conselheiros se reuniram mais algumas vezes para analisar o perfil dos candidatos e os números da Parks: as finanças estavam equilibradas, as vendas iam bem. No entanto, Paulo Renato era quem direcionava em quais tecnologias a Parks precisava investir para se manter no mercado e eles queriam alguém para assumir essa função.&lt;br /&gt;Como Bortolini acompanhava Paulo Renato nas conversas sobre tecnologias, ele foi nomeado presidente da empresa em 1º de janeiro de 2009. "Eu precisava continuar o trabalho, mas o Paulo Renato não deixou manual de instruções."&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; gestão – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... então, a Parks começa a vender para o governo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante algumas conversas com os funcionários, Bortolini percebeu que, por causa da crise, as operadoras não assinavam contratos com a Parks. "Já dava para saber que a crise teria um impacto significativo sobre o faturamento." Ele precisava entender melhor como os clientes se comportavam diante da crise, só assim poderia retomar as vendas.&lt;br /&gt;Os diretores mostraram alguns relatórios do sistema de análise estatística de dados (BI) para Bortolini. Os relatórios o ajudaram a acompanhar a situação dos clientes mês a mês: as operadoras adiaram muitos projetos para o segundo trimestre. "Como nossos negócios estavam bastante focados em operadoras, se uma delas não comprava, já sentíamos o impacto."&lt;br /&gt;No início de 2008, Paulo Renato se preocupava em diversificar os negócios, por isso, ele convidou Bortolini para criar a área de negócios de telecomunicações sem fio. Como o leilão das frequências de WiMAX não aconteceu, Paulo Renato passou a oferecer os produtos para grandes empresas, utilities e governo.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; gestão – III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e se divide em três áreas para manter o crescimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a Parks estava faturando menos por causa da crise, Bortolini decidiu apostar nos planos de Paulo Renato. Fazia sentido dividir a empresa em áreas de negócio diferentes, pois se as vendas caíssem numa delas, as vendas das outras compensariam os prejuízos.&lt;br /&gt;Por isso, Bortolini dividiu a Parks em três áreas de negócios: produtos e serviços para operadoras; redes sem fio; e contratos de terceirização para fabricar eletrônicos.&lt;br /&gt;Com fabricantes chineses concorrendo com preços mais baixos, ele decidiu que a equipe precisava acompanhar os projetos de perto. Desde o início de 2009, os engenheiros do centro de pesquisa e desenvolvimento da Parks passaram a especificar os equipamentos para os projetos junto com os clientes que, depois, também acompanham a fabricação. "Os chineses só fabricam em grande escala", diz Bortolini. "Eu quero ser como um alfaiate para os clientes."&lt;br /&gt;Depois de dividir a empresa em três unidades de negócios, Bortolini está mais confiante em relação ao futuro da Parks. Em julho de 2009, ele conseguiu ultrapassar a meta de faturamento do primeiro semestre — para 2009, a meta é crescer 10 a 15%. "Nossa maior vitória foi reduzir o risco de depender das operadoras."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-6699716425765466756?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6699716425765466756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6699716425765466756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/08/gestao-i-as-operadoras-param-de-comprar.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7640981607497943318</id><published>2009-08-26T08:56:00.001-03:00</published><updated>2009-08-25T21:18:41.731-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; fórum municípios 2009&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;50 gestores de TI das prefeituras se encontram em setembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Plano Editorial promove a segunda edição do &lt;a href="http://www.forumtigoverno.com.br/tigovforum/municipios/"&gt;Fórum TI &amp;amp; Governo — Municípios&lt;/a&gt;, de 9 a 11 de setembro, no Caesar Business São Paulo Faria Lima. O evento vai reunir 50 profissionais de TI das maiores cidades do país, além de fornecedores de hardware, software e serviços.&lt;br /&gt;Os convidados participarão de painéis de debates, jogos de gestão, palestras e atividades de desenvolvimento pessoal e profissional. E terão a oportunidade de conhecer as soluções apresentadas pelos fornecedores em reuniões nas suítes corporativas e no espaço corporativo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7640981607497943318?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7640981607497943318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7640981607497943318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/08/forum-municipios-2009-50-gestores-de-ti.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-5741331102122273349</id><published>2009-08-12T09:00:00.000-03:00</published><updated>2009-08-11T20:38:30.380-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; comunicações unificadas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Petrobras oferecerá telefonia IP integrada ao sistema de e-mails para 200 mil usuários&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Machado Lisboa, gerente de operações de redes de telecomunicações da Petrobras, treina uma equipe de quatro pessoas para lidar com o sistema de telefonia IP que começa a funcionar até o final do ano. Há cinco anos, a Petrobras se prepara para unificar os sistemas de telefonia e de e-mail.&lt;br /&gt;O primeiro passo foi construir uma rede IP central para suportar os sistemas da Petrobras instalados em quase mil localidades. Em paralelo, Jorge treinou uma equipe de suporte própria para manter a rede central. "O suporte técnico da maioria dos fornecedores", ele diz, "está abaixo da capacidade que a Petrobras precisa."&lt;br /&gt;Depois disso, em 2008, os técnicos instalaram um pequeno sistema de telefonia IP no escritório de Macaé (RJ) e o integraram ao sistema de e-mail. Os sistemas funcionaram bem juntos, mas Jorge e os técnicos só decidiram expandir o projeto para outros escritórios depois de se certificar que a rede central ficava disponível 99,99% do tempo. "É preciso confiar na rede para centralizar o sistema de telefonia."&lt;br /&gt;Em dezembro, a Petrobras licitou os sistemas (softswitches) que interligarão as centrais telefônicas dos escritórios de Macaé, Rio de Janeiro e São Paulo com a rede IP central. Os técnicos querem instalar os softswitches até setembro, mas antes eles precisam integrar os softswitches ao sistema de e-mail.&lt;br /&gt;Os usuários da Petrobras usam o sistema de e-mail para trocar mensagens instantâneas e compartilhar arquivos com outros usuários –- inclusive os que acessam o e-mail pelo celular. "A ideia", diz Jorge, "é aos poucos oferecer novos serviços integrados ao e-mail." No futuro, cerca de 200 mil usuários acessarão todos os outros serviços de comunicação da Petrobras, como videoconferência, também pelo sistema de e-mail.&lt;br /&gt;Enquanto isso, Jorge e sua equipe definem os processos para manter o sistema de telefonia IP e suportar os usuários. "Quando o primeiro usuário começar a usar o sistema, todos os processos precisam estar definidos." O grande desafio será oferecer telefonia IP com a mesma qualidade da telefonia tradicional, que teve a satisfação de 90% dos usuários na última pesquisa.&lt;br /&gt;Com o sistema de telefonia IP corporativa, a Petrobras vai economizar nas chamadas telefônicas e, com isso, diz Jorge, deve recuperar o que investiu no projeto em menos de um ano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-5741331102122273349?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5741331102122273349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5741331102122273349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/08/comunicacoes-unificadas-petrobras.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1628920168913404706</id><published>2009-08-12T08:59:00.000-03:00</published><updated>2009-08-11T20:38:09.582-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; serviços&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Medidata aposta no governo e cresce&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vendedores da Medidata vendiam bastante para as operadoras de telecomunicações. Vendiam equipamentos para redes de comunicações, para redes IP, para datacenters, para segurança da rede, para o sistema de faturamento e cobrança. Mas o vice-presidente da empresa, João Lara, achou melhor depender menos das operadoras e vender para outros tipos de clientes. Hoje, 40% da receita da Medidata vêm das operadoras de telecomunicações, seguidas pelas grandes empresas, e depois por utilities e governo. "Governo é a área que mais cresce na Medidata."&lt;br /&gt;No ano passado, eles se empenharam em vender para governo e concessionárias de serviços públicos (utilities), além de empresas do setor de comércio, indústria, serviços e finanças. A estratégia era oferecer produtos para comunicação unificada e datacenters.&lt;br /&gt;Para isso, João investiu em produtos para datacenter; treinou funcionários em produtos da Sun, Cisco e VMware; e montou um laboratório para os clientes conhecerem e testarem os equipamentos. No decorrer do ano, os vendedores conseguiram clientes importantes.&lt;br /&gt;Num deles, os técnicos instalaram na Light uma rede IP capaz de suportar voz e dados e também instalaram 100 telefones IP. Em outro, os técnicos vão instalar 4 mil telefones IP na Eletronuclear (uma subsidiária da Eletrobrás) e dar manutenção e suporte na rede por quatro anos. Com o projeto, a Eletronuclear quer interligar as chamadas entre o escritório de Brasília e os complexos Angra I e II, Mambucaba e Praia Brava.&lt;br /&gt;No primeiro trimestre de 2009, os clientes dos outros setores compraram menos, mas o governo continuou investindo. "Estamos abaixo do esperado em indústria e em telecomunicações, mas estamos bem no que se refere a comércio, serviços e governo." Por causa das vendas para esses segmentos, em 2008, a Medidata teve um crescimento de 50,38% na receita líquida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1628920168913404706?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1628920168913404706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1628920168913404706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/08/servicos-medidata-aposta-no-governo-e.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1458112135642643934</id><published>2009-08-12T08:58:00.000-03:00</published><updated>2009-08-11T20:38:54.858-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; leitores - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Depois de vender pela Internet, a Nonus perde grandes clientes...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nonus faturava quase 3 mil pedidos por mês depois que passou a vender os leitores de código de barras e de cheques em lojas na Internet, além de fornecê-los para os bancos. As vendas, diz Marcos Canola, diretor comercial, extrapolaram todos os limites. No entanto, ele começou a perder alguns contratos com bancos, porque os prazos da Nonus para entregar pedidos grandes chegavam a 90 dias.&lt;br /&gt;Por isso, Marcos e seus dois sócios investiram R$ 1,6 milhão para comprar uma nova sede para a Nonus e trocar os móveis e máquinas. Os funcionários começaram a trabalhar na nova sede em junho de 2008. "Foi uma confusão atender os clientes", diz Marcos, "porque ficamos 20 dias sem telefone e Internet."&lt;br /&gt;Marcos também contratou 39 pessoas para trabalhar na fábrica e nas áreas administrativas e de vendas. Com nova estrutura, a Nonus seria capaz de produzir até 200 mil leitores por ano e entregar grandes pedidos em, no máximo, 28 dias.&lt;br /&gt;Quando a empresa voltava a sua rotina de trabalho, Marcos começou a ler as notícias sobre a crise econômica e não sabia se os pedidos compensariam os investimentos feitos na empresa. Por isso, no início de outubro, ele decidiu investir num projeto para tornar a Nonus mais eficiente: trocar o sistema de gestão (ERP).&lt;br /&gt;Marcos conversou com os técnicos de seis universidades para tentar uma parceria — assim ele pagaria mais barato por um ERP moldado aos processos da Nonus. "Apesar de já usarmos um ERP, alguns processos ainda eram manuais."&lt;br /&gt;No final de outubro, ele contratou os técnicos da Universidade Estadual do Ceará; a Uece cobrou R$ 260 mil pelo projeto.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; leitores - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... contrata a Universidade Estadual do Ceará para desenvolver um novo ERP...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os técnicos visitaram a Nonus em São Paulo, avaliaram os processos de negócio e recomendaram que a Nonus revisasse todos eles antes de iniciar o projeto. O sistema de ERP, por exemplo, não registrava automaticamente os pedidos das lojas na Internet. Por causa disso, dois funcionários da Nonus acessavam o site das lojas, imprimiam os pedidos e digitavam os dados no ERP, para só depois faturar os pedidos.&lt;br /&gt;Marcos queria que os técnicos transferissem as mesmas funções do ERP para um sistema mais moderno. "Mas eles nos mostraram que reformar o que já existia não traria nenhum benefício para a empresa."&lt;br /&gt;Em novembro de 2008, os técnicos da Uece revisaram os processos e começaram a desenvolver o novo ERP da Nonus. Conforme os módulos ficam prontos, eles os homologam com os usuários e os implementam em seguida. Eles terminarão de implementar o ERP em outubro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; leitores - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e consegue recuperar os clientes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo trimestre, diz Marcos, os bancos voltaram a investir: em maio de 2009, a Nonus ganhou uma licitação do Banco do Brasil para fornecer 7 mil leitores. Ele espera que, no segundo semestre, os pedidos aumentem em 30% em relação ao que ele recebeu até junho de 2009.&lt;br /&gt;Marcos e os sócios também desenvolvem novos produtos para lançar ainda em 2009, pois querem se preparar para dois projetos da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que afetarão diretamente os negócios da Nonus: o débito direto autorizado, que permitirá aos clientes acessar os boletos bancários por meio de sua própria conta; e a truncagem de cheques, na qual os bancos digitalizarão os cheques antes de compensá-los.&lt;br /&gt;Até o final de 2009, Marcos pretende lançar pelo menos três novos produtos. "Não dá para crescer sem investir."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1458112135642643934?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1458112135642643934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1458112135642643934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/08/leitores-i-depois-de-vender-pela.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-5315053297774435119</id><published>2009-08-12T08:57:00.000-03:00</published><updated>2009-08-11T20:39:23.965-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; depois da fusão – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Por causa das certificações, a PromonLogicalis atrai mais clientes...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os executivos da Promon Tecnologia há mais de cinco anos tentavam expandir os negócios para outros países da América Latina, mas tudo o que conseguiam eram escritórios temporários enquanto os técnicos trabalhavam em alguns clientes. Porém, nos últimos três anos, grandes clientes da Promon abriram escritórios pela América Latina e exigiram um integrador capaz de atendê-los também nesses locais. O jeito, pensaram os executivos, era a Promon comprar uma empresa que já estava lá.&lt;br /&gt;Eles contrataram uma consultoria para procurar a tal empresa. Os consultores acharam a Logicalis, uma empresa parecida com a Promon; com escritórios na Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai, e que queria crescer no Brasil. Os consultores sugeriram um encontro entre os executivos. E, em março de 2008, os executivos da Promon Tecnologia assinaram a fusão com a Logicalis.&lt;br /&gt;Antes da fusão, a Promon Tecnologia vendia bastante para operadoras, tanto que em janeiro e fevereiro de 2008 elas representavam 80% do faturamento: animadas com as vendas de celular e modens 3G do Natal, elas compravam equipamentos para expandir a rede de banda larga sem fio. Mas a Logicalis sempre vendeu para empresas.&lt;br /&gt;Para unificar as operações eles criaram vários comitês: um de marketing, um de engenharia, um de negócios e um para tratar de parcerias com fabricantes.&lt;br /&gt;Os fabricantes passaram a se interessar mais pela PomonLogicalis no momento em que ela conseguiu ter presença na América Latina e ficou atraente para os clientes. Parcerias que antes andavam devagar, começaram a gerar negócios, como foi o caso da Tandberg, da Cisco e da Arbor. As vendas de produtos da Arbor cresceram três vezes; e as da Cisco dobraram. "Com o porte que a PromonLogicalis assumiu, conseguimos melhores condições comerciais", diz João Albanezi, diretor-executivo, "e com isso geramos mais negócios também."&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; depois da fusão – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e vende mais para o governo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, os executivos criaram uma diretoria de negócios voltada para o mercado corporativo. Eles segmentaram o setor nas verticais de óleo e gás, varejo, energia e serviços; e para cada uma montaram pacotes de produtos de instalação rápida e preço competitivo. Um deles é o Kit Obra, no qual a PromonLogicalis monta toda a infraestrutura de voz, dados, imagem, impressão, armazenamento, que precisa um canteiro de obras. Quando a obra acaba, o cliente pode levar o kit para o escritório. Em dezembro, a integradora conseguiu o primeiro cliente do Kit Obra: vendeu para a Petrobras, num consórcio com a Camargo Correa e a Promon Engenharia. Depois disso, eles fecharam com outros clientes, inclusive com a Petrobras e a Vale do Rio Doce. De maio de 2008 até junho de 2009, conquistaram mais dez clientes e entregaram propostas para outros 30.&lt;br /&gt;A empresa crescia no corporativo, quando decidiu vender para o governo também. Os executivos criaram outra diretoria, contrataram analistas, estudaram o mercado, entenderam a demanda, montaram pacotes de produtos. "O governo quer atender mais de 3 mil pontos em municípios com banda larga", diz João, "então desenvolvemos ofertas de cobertura para que, quando isso sair, consigamos vender com a velocidade adequada e preços atraentes." Alguns dos pacotes também já preveem os projetos para a Copa de 2014.&lt;br /&gt;Em 2008, eles abriram um escritório em Brasília com dois vendedores e dois técnicos: eles procuram vender para os órgãos do governo federal e, depois, para os órgãos estaduais do Rio e de São Paulo. Eles já ganharam as licitações da Receita Federal, da Polícia Federal, do Serpro e do Cindacta. Esses clientes ajudaram a PromonLogicalis quando a crise chegou e as operadoras suspenderam os projetos.&lt;br /&gt;A maior receita da PromonLogicalis ainda vem das operadoras (60%), mas as empresas já representam 35% e o governo, 5%. Graças às vendas para esses dois segmentos, a integradora conseguiu crescer 19,93% em 2008.&lt;br /&gt;Agora, a Promon Tecnologia e a Logicalis praticamente unificaram todos os processos e sistemas. "Já temos o nível administrativo e financeiro totalmente integrado". Para resolver o problema do discurso do vendedor, os executivos unificaram o sistema de gestão de vendas. Quando o cliente procura a PromonLogicalis na Argentina ou no Brasil, ele recebe as mesmas propostas e preços. Com o sistema, os vendedores sabem se o cliente é cliente em outro país e qual serviço usa. "Muda muito o tipo de conversa com o cliente quando sabemos o que acontece em todas as pontas do negócio."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-5315053297774435119?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5315053297774435119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5315053297774435119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/08/depois-da-fusao-i-por-causa-das.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1899072456738626478</id><published>2009-08-12T08:56:00.000-03:00</published><updated>2009-08-11T20:39:43.980-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; utilities – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Por causa da Aneel, a Rede Energia mapeia todos os ativos da rede elétrica de novo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em maio de 2009, Vanderlei Soares, diretor da qualidade e TI da Rede Energia (grupo que reúne nove concessionárias de energia elétrica), soube que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicaria, em julho, o manual de controle patrimonial do setor de energia elétrica. Nele, havia novas regras para gerenciar os ativos, como torres, cabos e transformadores. Além disso, as concessionárias teriam de conciliar seus cadastros de ativos com o cadastro do sistema contábil. Caso contrário, a Aneel não reajustaria as tarifas de energia elétrica.&lt;br /&gt;As nove concessionárias da Rede Energia já gerenciavam os ativos, mas o trabalho ficou mais difícil nos últimos anos, pois as concessionárias participaram de projetos do governo federal para implementar redes de energia elétrica em regiões afastadas dos grandes centros, como o projeto Luz para Todos. "Como expandimos a rede num curto espaço de tempo", diz Vanderlei, "uma parte desse cadastro se perdeu."&lt;br /&gt;Como a Aneel exige que o cadastro de ativos esteja, no mínimo, 95% aderente à rede elétrica atual da concessionária, Vanderlei precisava mapear todos os ativos de novo.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; utilities – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... com a ajuda de um fornecedor que faz os registros usando a rede celular.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fazer isso, diz Vanderlei, cada concessionária da Rede Energia precisaria remanejar parte dos técnicos que fazem manutenção na rede elétrica para registrar os ativos no sistema. "Seria humanamente impossível fazer as duas tarefas ao mesmo tempo." Por isso, Vanderlei resolveu contratar uma empresa. Em junho, ele recebeu os fornecedores para discutir como o projeto poderia ser feito. (A Rede Energia não precisa licitar os serviços, porque o governo é acionista minoritário.)&lt;br /&gt;Três empresas participaram da concorrência da Rede Energia e a Elucid conseguiu o contrato. Os técnicos da Elucid desenvolveram o serviço em 2008: adaptaram o sistema técnico que forneciam às concessionárias de energia elétrica para funcionar num PDA e, com isso, os técnicos de campo da Elucid (e de parceiros) podiam visitar cada ativo das concessionárias e registrar as coordenadas geográficas no sistema. Depois, eles transmitiam as informações pela rede celular ou descarregavam no sistema quando voltavam para o escritório. A Rede Energia foi o primeiro contrato da Elucid com esse serviço, diz Michael Wimert, presidente da empresa. A Elucid cobrou R$ 55 milhões pelo serviço e entregará o cadastro de ativos de todas as concessionárias da Rede Energia até fevereiro de 2010.&lt;br /&gt;Em julho, a Aneel divulgou o prazo para entregar o cadastro de ativos: dezembro de 2011 ou na próxima revisão tarifária. A Rede Energia está adiantada, mas, segundo Vanderlei, o mais difícil será manter o cadastro atualizado. "Estamos revisando os processos para que os técnicos se preocupem em atualizar essas informações sempre." Depois disso, a partir de fevereiro de 2010, quando a Elucid entregar o novo cadastro de ativos da Rede Energia, Vanderlei planeja avaliar as áreas de engenharia e manutenção para assegurar que os técnicos seguirão os novos processos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1899072456738626478?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1899072456738626478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1899072456738626478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/08/utilities-i-por-causa-da-aneel-rede.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1155063192037486937</id><published>2009-07-29T09:00:00.000-03:00</published><updated>2009-07-28T20:47:58.377-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; software livre - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Controladoria-Geral da União disponibiliza o sistema de BI para 400 usuários...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Controladoria-Geral da União (CGU), 2 mil auditores analisam as contas do governo. Quando a CGU recebe alguma denúncia, eles investigam diversos bancos de dados do governo federal para esclarecer o caso. Para que o trabalho dê certo, no entanto, os técnicos sempre param os projetos de TI para cruzar as informações dos bancos de dados para os auditores. "O trabalho é manual", diz Fabiano Andrade Lima, analista de finanças e controle da CGU, "porque os bancos de dados são diferentes e muito antigos."&lt;br /&gt;Em dezembro de 2008, José Geraldo Loureiro Rodrigues, diretor de sistemas e informação da CGU, autorizou Fabiano a implementar o Pentaho, um sistema de BI baseado em software livre. Assim, os auditores poderiam cruzar as informações dos bancos de dados do governo federal sozinhos, e produzir os relatórios sozinhos. Mas antes de instalar o BI para os usuários, Fabiano precisava integrar vários bancos de dados.&lt;br /&gt;Fabiano estudava o Pentaho desde o final de 2007, mas a CGU não tinha dinheiro para manter uma equipe focada no projeto. "Existiam outras prioridades." Antes, Geraldo precisava implementar um sistema de BI para os diretores. Em agosto de 2008, licitou 14 licenças de um sistema de BI; a MicroStrategy ganhou a licitação e cobrou R$ 59 mil para fornecer as licenças e manter o sistema por 12 meses.&lt;br /&gt;Em janeiro de 2009, Fabiano formou uma equipe de cinco técnicos. Além de implementar o sistema, eles integraram os bancos de dados do sistema de cartões de pagamento utilizados pelos servidores federais (CGPF), do sistema de auditorias e do sistema de controle de denúncias da CGU. José Geraldo gostou: "São as bases de dados que os auditores mais acessam."&lt;br /&gt;Em paralelo, Fabiano testou o sistema com dez usuários; os técnicos instalaram o sistema de BI e monitoraram os usuários para descobrir quais recursos do sistema eles precisavam personalizar, para melhorar os filtros de pesquisa. "Mudamos algumas partes do código do software", diz Fabiano, "para mostrar os dados de uma forma mais clara." Cerca de 20 usuários já usavam o Pentaho em maio, quando Fabiano concluiu os testes.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; software livre - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e planeja instalar o sistema para outros 600 usuários até o final do ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabiano e equipe levaram dois meses para ajustar o sistema. Como integrar os outros bancos de dados ao sistema exigirá mais de um ano, Fabiano resolveu disponibilizar o Pentaho para os mil auditores da CGU que trabalham em Brasília. "Integrar as bases de dados", diz Fabiano, "é um projeto que não terá fim." Na semana passada, ele mostrou aos primeiros 400 auditores como usar o Pentaho para consultar os bancos de dados e cruzar informações.&lt;br /&gt;Enquanto isso, os técnicos continuam integrando novos bancos de dados; até o final do ano, Fabiano quer disponibilizar o banco de dados do sistema integrado de administração financeira do governo federal (Siafi). Além disso, ainda em 2009, Fabiano treinará outros 600 auditores.&lt;br /&gt;As primeiras semanas depois do treinamento, diz Geraldo, serão importantes para corrigir velhos hábitos dos auditores. Eles ainda tentam encomendar relatórios para a TI. "Não vamos mais dar o peixe para o usuário."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1155063192037486937?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1155063192037486937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1155063192037486937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/software-livre-i-controladoria-geral-da.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8731825392595008961</id><published>2009-07-29T08:59:00.000-03:00</published><updated>2009-07-28T20:49:12.442-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; governo eletrônico - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Bull usará um robô-programador para ajudar a Infraero...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto, Alberto Lemos, presidente da Bull América Latina, inaugura um projeto piloto com a Infraero: a Bull e a Infraero vão produzir aplicativos usando um sistema automático de programação, o NovaForge. É uma espécie de robô-programador.&lt;br /&gt;A Bull vem investindo no NovaForge há 27 meses. Em outubro de 2008, Alberto levava clientes do Brasil para Grenoble, na França, para demonstrar o NovaForge em produção; na ocasião, Alberto tinha a meta de treinar 80 funcionários na pilotagem do NovaForge até junho de 2009. Mas veio a crise financeira internacional, e alguns clientes cancelaram contratos. Ainda em 2008, Alberto demitiu 100 funcionários.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; governo eletrônico - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e usará o exemplo da Infraero...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos últimos meses, Alberto mudou bastante a Bull, para deixá-la mais barata e eficiente. A Bull não deve só vender aplicativos mais baratos com o NovaForge, disse Alberto aos funcionários. Para vencer a crise, a Bull deve fazer o aplicativo, comprar os computadores, pôr o aplicativo para funcionar nos computadores novos, cuidar do aplicativo. O cliente, em vez de gastar dinheiro, em vez de encher o CPD com mais computadores, paga aluguel e usa o aplicativo a distância.&lt;br /&gt;Vários clientes se interessaram pela proposta, e a Bull está assinando contratos. Alberto já contratou quase 100 funcionários de novo, e a Bull voltou a ter quase 500 profissionais. "Mas são funcionários com outro perfil." Eles entendem de web e de software livre, e são capazes de agir como consultores.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; governo eletrônico - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... para chamar a atenção e crescer 30% em 2009.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora, Alberto colocou 15 funcionários em cursos sobre como pilotar o NovaForge, e os 15 participam do projeto piloto com a Infraero. Esse projeto precisa ir bem, pois Alberto pretende usá-lo para chamar a atenção de instituições e empresas do governo.&lt;br /&gt;Este ano, diz Alberto, a Bull deve crescer uns 30%, "com a crise". No ano que vem, "sem crise", deve crescer ainda mais. Por isso Alberto prometeu à matriz: até dezembro, cada um dos 200 programadores da fábrica de software da Bull no Brasil será capaz de pilotar o NovaForge. Eles vão entrar com especificações escritas em linguagens abstratas (UML, WSML), e o NovaForge vai devolver código em linguagens de nível mais baixo (Java, html), e vai devolver também a documentação e os mecanismos de testes. A produtividade da fábrica deve melhorar uns 30%. "Isso me dará condições de ir ao mercado com o menor preço por ponto de função."&lt;br /&gt;Com o preço mais baixo, um menu de serviços mais fácil de assinar e o exemplo da Infraero, Alberto acha que instituições e empresas do governo logo se transformam na principal fonte de receita da Bull no Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8731825392595008961?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8731825392595008961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8731825392595008961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/governo-eletronico-i-bull-usara-um-robo.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1497068336607310265</id><published>2009-07-29T08:58:00.001-03:00</published><updated>2009-07-29T10:53:15.667-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; visão de empresário - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Bricon ganha um projeto da Dataprev...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arthur Briquet abriu sua primeira empresa aos 21 anos — a construtora que tem até hoje. Depois, abriu uma fábrica de móveis, uma loja de roupas, uma joalheria, um restaurante, uma editora, uma boate. Um dia, ele decidiu vender a fábrica de móveis e investir em outro negócio. Estudou o mercado, conversou com algumas pessoas, e abriu a Bricon, uma empresa de informática.&lt;br /&gt;Os outros negócios andam por conta própria e são administrados por funcionários, mas a Bricon, com 11 anos, ainda exige a dedicação de Briquet. A empresa está se estruturando, ele diz, e tem crescido bastante. Segundo os números do Anuário Informática Hoje, produzido pela Plano Editorial, a Bricon foi uma das dez empresas que mais cresceram em 2008: aumentou a receita líquida em 102,48%.&lt;br /&gt;No final de 2008 e começo de 2009, contudo, a Bricon também sofreu as consequências da crise. "Alguns clientes da área de indústria deixaram de comprar." Até um projeto na Vale do Rio Doce, no qual os técnicos já tinham começado a montar salas de videoconferência e telepresença, foi reduzido e postergado.&lt;br /&gt;Contudo, a Bricon atende vários clientes do setor financeiro, então conseguiu crescer. E em setembro de 2008, ela ganhou uma licitação de R$ 32 milhões da Dataprev: os técnicos da Bricon migram as linhas de código dos sistemas armazenados em grandes servidores (Unisys) para sistemas escritos em Java e armazenados em servidores menores. Por causa desse projeto, hoje o setor público representa 60% do faturamento da Bricon, e Briquet percebeu o potencial de vender para o governo. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; visão de empresário – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... abre dois escritórios para atender o governo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bricon já atendia o Serpro; e em 2008, ganhou também a conta da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo e a do Banco do Brasil, mas, no decorrer do ano, a empresa participou de menos de dez licitações. Então, no começo de 2009, Briquet contratou funcionários e abriu um escritório no Rio de Janeiro e outro em Brasília para vender para o setor público, principalmente para a área financeira. "Uma das verticais mais fortes da Bricon é a de soluções de segurança da informação, muito usadas pelo setor financeiro." Em 2009, ele espera participar de mais licitações, mas não "participar por participar, como fazem muitas empresas, mas participar para ganhar".&lt;br /&gt;Para atender a Dataprev, Briquet contratou mais funcionários: em 2008, cerca de 100 pessoas trabalhavam na Bricon, hoje são quase 200 — 50 ficam na Dataprev. "A gente é uma empresa enxuta: 75% dos funcionários estão ligados a projetos." Para aproveitar bem a mão de obra, Briquet faz com que cada técnico tenha mais de uma especialização, assim eles conseguem enxergar as oportunidades de negócio quando estão no cliente.&lt;br /&gt;No decorrer de 2008, Briquet também assinou novas parcerias com fabricantes. Fez uma parceria com a HP, para vender sistemas de gestão de projetos — e ganhou a conta do Banco do Brasil com esse produto. E fez uma parceria com a Cisco e uma com a Avaya, para vender equipamentos de infraestrutura. Como a Bricon já trabalhava com TV pela Internet e queria trabalhar com telepresença, fazia sentido vender equipamentos de voz via IP. "Estamos aumentando a oferta de serviços para nos fortalecer nos atuais clientes."&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; visão de empresário – III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e cria uma área de sistemas para a saúde e a educação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Briquet notou que os executivos perguntam como podem diminuir as despesas ou melhorar os controles. Alguns setores, diz, têm equipamentos especializados muito modernos, mas sistema de gestão ruim.&lt;br /&gt;Um dia, Briquet foi chamado por um grande hospital para fazer um trabalho de segurança da informação. E percebeu que, apesar de ser um grande hospital, existia uma fragilidade muito grande no ambiente no qual as pessoas trabalhavam. Por quatro meses, ele leu sobre o setor de saúde e sobre tecnologia na saúde. Num dos textos, descobriu que uma enfermeira dedica apenas 30% do seu tempo aos pacientes; o resto ela gasta preenchendo papelada. "O setor de saúde é o que mais gasta papel no mundo."&lt;br /&gt;Na Bricon, todo negócio começa assim: Briquet percebe a oportunidade, treina os funcionários para falar sobre as novas tecnologias, monta os pacotes comerciais e manda os vendedores atrás de clientes. Foi a mesma coisa com a área de educação. Em 2008, ele percebeu que os clientes contratavam o sistema de TV corporativa (desenvolvido pela Bricon) para fazer treinamento. E conversando com os executivos das universidades, percebeu que as universidades tinham profissionais para oferecer conteúdo para treinamentos, mas não tinham uma ferramenta de TV digital.&lt;br /&gt;Ele contratou cinco pessoas e montou uma área para vender soluções para educação e saúde. Na área de saúde, ele quer atender seguradoras, hospitais e planos de saúde; na educação, quer vender ensino a distância. Os novos funcionários já foram treinados e começaram a vender. Por enquanto, a Bricon não tem clientes nessas áreas, mas pelo número de propostas que já entregou a interessados, Briquet acredita que a empresa dobrará de tamanho de novo em 2009.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1497068336607310265?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1497068336607310265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1497068336607310265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/visao-de-empresario-i-bricon-ganha-um.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2008579226811433229</id><published>2009-07-29T08:57:00.000-03:00</published><updated>2009-07-28T20:50:20.327-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; mercado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A B2Br quer expandir a terceirização para a área de saúde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Rondon, presidente da B2Br (empresa do grupo TBA), sentou recentemente à mesa com o diretor de recursos humanos. O desafio é encontrar mão de obra para os projetos que a empresa vai desenvolver este ano.&lt;br /&gt;Rondon pretende vender a terceirização completa das operações (BPO de operações) de um serviço qualquer. "Os estados começam a se conscientizar da importância de melhorar os processos e ganhar em economia." As centrais de atendimento ao cidadão são exemplos desse serviço: já foram instaladas em São Paulo (com o nome de Poupatempo) e no Rio de Janeiro; e estão sendo instaladas em Brasília. A B2Br cuida de alguns postos do Poupatempo em São Paulo. "A gente se especializou bastante nisso e temos tido um crescimento importante."&lt;br /&gt;Ele quer levar o modelo de terceirização para a área de saúde. "É uma área em que qualquer investimento aparece bastante, porque a situação é muito ruim no que diz respeito à tecnologia." Empresas de saúde, diz Rondon, pretendem melhorar a gestão do estoque de remédios na farmácia, além da gestão de exames médicos e do prontuário.&lt;br /&gt;A preocupação em se reunir com o diretor de recursos humanos é porque a empresa vai apostar em CRM e BI. E Rondon precisa de gente especializada para desenvolver soluções que funcionem, porque seus clientes querem ver os resultados antes de gastar dinheiro. Por isso, ele também investe em provas de conceito. Só assim conseguirá mostrar aos clientes como se ganha dinheiro com essas tecnologias. "Temos tecnologia e expertise, mas falta maturidade nos clientes."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2008579226811433229?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2008579226811433229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2008579226811433229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/mercado-b2br-quer-expandir.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-4643508564328276547</id><published>2009-07-29T08:56:00.000-03:00</published><updated>2009-07-28T20:50:58.248-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; aprendizado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Politec aposta em SAP para voltar a crescer no governo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, a Politec perdeu clientes importantes de Brasília — entre eles, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. Por isso, Newton Carlos de Alarcão, presidente interino da empresa, se impôs o desafio de, em 2009, recuperar a receita perdida — se possível, recuperar também os clientes perdidos.&lt;br /&gt;A Politec aprendeu a dar consultoria a respeito dos sistemas de gestão da SAP. Participou de algumas concorrências e ganhou algumas. Uma delas foi no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES. Newton agora espera o resultado final de uma licitação para serviços SAP (módulo de recursos humanos) para o Banco do Brasil. De acordo com Newton, a Politec é a única empresa que ficou para a fase final da concorrência. "Esse é um projeto muito grande, então considero que nossas notícias são boas."&lt;br /&gt;Newton diz que a aposta em SAP faz sentido: numa crise, todo executivo precisa melhorar os processos — inclusive os executivos que trabalham para o governo.&lt;br /&gt;Depois de perder a CEF e o BB, Newton terminou 2008 preocupado. "Com a crise chegando, víamos só nuvens negras para 2009." Agora, Newton se sente mais animado, graças aos novos contratos com empresas públicas e privadas. "Nosso faturamento será menor que o de 2008, mas estamos superando as dificuldades."&lt;br /&gt;Em 2010, diz Newton, tudo volta ao normal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-4643508564328276547?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4643508564328276547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/4643508564328276547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/aprendizado-politec-aposta-em-sap-para.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2761474926228640542</id><published>2009-07-29T08:55:00.000-03:00</published><updated>2009-07-28T20:51:26.435-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; gestão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Kaizen cresce mais no governo do que esperava&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de 2008, Alexandre Picchi Neves achava que a Kaizen conseguiria pelo menos 30% da receita com o governo. Mas ele reviu os números recentemente: por causa da crise e das eleições em 2010, a Kaizen deve obter uma porcentagem maior com o governo em 2009.&lt;br /&gt;Alexandre ganhou licitações no Metrô de São Paulo, na Secretaria de Educação de São Paulo e na Prefeitura de São Bernardo de Campo. Todos compraram serviços associados à informática. Depois dessa experiência, em março, Alexandre montou um escritório em Brasília, onde os funcionários devem participar de concorrências em que órgãos do governo vão comprar gestão de conteúdo e documentos (ECM) e gestão de processos (BPM).&lt;br /&gt;Quanto às empresas privadas: elas reduziram o orçamento de TI para 2009, diz Alexandre, e mesmo assim só gastaram 30% do orçamento no primeiro semestre. Para essas empresas, Alexandre montou um portfólio de serviços para ajudar o CIO a melhorar o sistema SAP já instalado. "As empresas precisam aperfeiçoar processos para reduzir os custos."&lt;br /&gt;No segundo semestre, as empresas privadas devem gastar os 70% restantes do orçamento, mas elas só vão gastar com projetos de retorno bom. Por causa disso, Alexandre coordenou uma série de reformas na Kaizen: consolidou servidores, instalou controle automático do fluxo de tarefas, contratou mais programadores. A ideia é fazer a Kaizen entregar os serviços com custo o mais baixo possível — e bem depressa. "Quando as empresas resolvem gastar", diz Alexandre, "elas querem tudo para o dia seguinte, pois querem recuperar o tempo perdido."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2761474926228640542?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2761474926228640542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2761474926228640542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/gestao-kaizen-cresce-mais-no-governo-do.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7603753243652537751</id><published>2009-07-29T08:54:00.000-03:00</published><updated>2009-07-28T20:51:53.521-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; concordata – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Os canais ouvem as orientações da Nortel para os próximos dias...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, Marcelo Abreu leu as notícias de que a Nortel venderia a divisão de produtos para empresas. Na terça-feira, 21, ele ouviu dos executivos da Nortel da América Latina as orientações para os próximos 30 dias.&lt;br /&gt;Marcelo é o diretor comercial da First Tech, uma revenda da Nortel, e participou da conferência telefônica junto com outras revendas da América Latina. Durante uma hora, os executivos da Nortel avisaram que é hora de ter cautela, pois assim os clientes recebem informações corretas; e disseram que é hora de manter os negócios como estão, pois a venda da divisão corporativa (que incluiu a divisão de produtos para o governo) ainda não foi aprovada.&lt;br /&gt;Na segunda-feira, 20, o presidente da Nortel anunciou um processo pelo qual a Nortel deve vender, para a Avaya, os ativos e as ações da divisão corporativa, por US$ 475 milhões. Em junho, ele já tinha comunicado o processo para vender a divisão de CDMA e LTE para a Nokia Siemens, por US$ 650 milhões. Nos dois casos, conforme a legislação dos Estados Unidos, a Nortel tem o direito de pedir ao juiz uma espécie de leilão, no qual outras empresas podem apresentar alguma proposta melhor.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; concordata – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e os clientes corporativos aceitam bem o novo dono.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcelo Abreu diz que, por enquanto, a vida na revenda continua igual — o anúncio é muito recente. "Tenho que tomar cuidado no curto prazo, porque temos propostas na rua, temos clientes comprando; e prestamos serviços para vários clientes."&lt;br /&gt;Na terça-feira, depois da conferência telefônica, ele conversou com um cliente de equipamentos Nortel. O cliente gostou da notícia: já pensava em comprar equipamentos Avaya, pois só tinha equipamentos Nortel, e estava com medo de ficar na mão. No futuro, as duas opções podem virar uma coisa só.&lt;br /&gt;A First Tech tem clientes antigos e grandes que usam os equipamentos da Nortel: esses clientes, diz Marcelo, continuam comprando para atualizar ou expandir a rede. Mudar de tecnologia sem uma análise criteriosa é arriscado, diz Marcelo aos clientes. No entanto, desde que a Nortel pediu concordata, em janeiro, Marcelo tem dificuldade para vender para novos clientes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7603753243652537751?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7603753243652537751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7603753243652537751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/concordata-i-os-canais-ouvem-as.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8774573757757676144</id><published>2009-07-15T09:00:00.001-03:00</published><updated>2009-07-14T20:22:39.207-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; escola - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Os técnicos da Secretaria da Educação de Goiás criam um sistema de gestão...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um aluno de uma escola estadual de Goiás pedia seu histórico escolar ou qualquer outro documento, ele tinha de esperar no mínimo 60 dias. Era o tempo que os funcionários da escola demoravam para preparar o documento.&lt;br /&gt;Além dos documentos, os funcionários também precisavam contratar a gráfica que imprimiria os boletins, os certificados. E precisavam passar detalhes sobre a escola para receber a verba da Secretaria: tantos alunos estão matriculados, tantos dependem do sistema de transporte, tantos comem na escola. A verba é baseada no número de alunos.&lt;br /&gt;Quando Claudia Tomaz entrou na Secretaria da Educação, em 2003, recebeu a missão de agilizar a documentação dos alunos e ajudar a secretaria a reduzir os custos com as escolas. Ela e seus colegas da área de TI começaram a desenvolver um sistema de gestão escolar, o Sige.&lt;br /&gt;Com o Sige, os diretores das escolas colocariam no sistema as informações sobre os alunos e as mandariam periodicamente para a Secretaria da Educação. Mas os diretores se recusavam a usar o sistema.&lt;br /&gt;Em 2005, poucos diretores ainda usavam o sistema. Então, a Secretaria da Educação lançou um decreto que obrigava o uso do sistema. Os diretores, obrigados, colocavam informações incompletas no sistema, e mandavam a maioria das informações em formulários de papel. Até que, em 2007, a secretaria baixou outro decreto: só repassaria verba e merenda para as escolas cujos diretores informassem no sistema o número de alunos.&lt;br /&gt;Dessa vez, funcionou. &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; escola - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... o estado descobre 100 mil alunos-fantasma...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, a Secretaria da Educação de Goiás fez pela primeira vez o senso da educação usando o Sige — e conheceu a realidade das escolas. "O número de alunos no estado", diz Claudia, "caiu uns 100 mil." Num município, um diretor informava que 300 alunos dependiam do transporte do governo para chegar até a escola. "Quando fomos ver no sistema, 15 alunos usavam o transporte."&lt;br /&gt;Diretores de 1.219 escolas usam o Sige. A maioria, diz Claudia, hoje aceita o sistema. Qualquer documento referente à escola, ao aluno ou ao professor está no sistema. "O histórico escolar ou qualquer outro documento fica pronto em menos de cinco minutos." Os diretores agora não precisam mais contratar as gráficas, pois eles mesmos imprimem os boletins ou os diplomas em qualquer impressora, na própria escola.&lt;br /&gt;Como cerca de 500 escolas não têm conexão com a Internet (ou tem conexão ruim), os técnicos da Secretaria da Educação desenvolveram um sistema para ser instalado nos computadores da escola, sem conexão com o mundo exterior. A maioria dos diretores, por enquanto, salva as informações em pen drives ou CDs, que depois eles levam até a regional da secretaria, ou levam até uma LAN house e transmitem os arquivos de lá. Mas 23 diretores já conseguem enviar as informações pela Internet da própria escola.&lt;br /&gt;Os técnicos desenvolveram a 16ª versão do Sige baseada na web. Por enquanto, duas regionais e 23 escolas testam a nova versão. Em agosto, as outras regionais e escolas com Internet começam a receber essa versão.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; escola - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e os técnicos decidem compartilhar o sistema com outros estados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudia, em 2005, percebeu que nenhuma escola, de nenhum outro estado, tinha um sistema de gestão como o de Goiás. Então ela começou uma campanha para convencer outros estados a adotar o código-fonte do Sige. Para isso, eles só teriam de assinar um acordo de cooperação técnica, dizer que a base do sistema era de Goiás, e compartilhar as melhorias com os técnicos de Goiás. Dois estados se interessaram. Mas experiência foi frustrante.&lt;br /&gt;Os dois estados, diz Claudia, pegam o código do sistema, mudaram o nome, criaram um logo próprio e começaram a dizer que o sistema era deles. Claudia desanimou por um tempo. Mas depois retomou a iniciativa.&lt;br /&gt;Atualmente, oito estados assinaram o acordo de cooperação técnica, mas só o Acre está efetivamente participando.&lt;br /&gt;Claudia também criou uma versão para ser usada nas escolas municipais e também criou uma campanha para compartilhar essa versão — os estados têm acesso ao código-fonte, mas os municípios não. Por enquanto, 114, de 246 municípios de Goiás, assinaram o acordo. "O problema é que quando eles levam o sistema, querem também uma consultoria." Mas com 54 técnicos de TI cuidando de toda a Secretaria de Educação, ela não tem mão de obra para dar a consultoria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8774573757757676144?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8774573757757676144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8774573757757676144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/escola-i-os-tecnicos-da-secretaria-da.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8603871005599334997</id><published>2009-07-15T08:59:00.000-03:00</published><updated>2009-07-14T20:23:17.016-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; eleições – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O TSE aprova o sistema de biometria para identificar eleitores...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, os 15 mil moradores das cidades de Colorado do Oeste (RO), Fátima do Sul (MS) e São João Batista (SC) tiveram de ir até o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para cadastrar os dedos, num sistema de biometria que Giuseppe Janino, secretário de TI do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), queria testar. Com a biometria nas eleições, Giuseppe acabaria com fraudes e com erros de mesários.&lt;br /&gt;Em 5 de outubro de 2008, os 15 mil eleitores compareceram às sessões eleitorais para votar, e puseram o dedo no scanner, em vez de assinar o comprovante. Giuseppe não tinha certeza se o sistema funcionaria bem; ele escolheu os moradores de Colorado do Oeste e de Fátima do Sul porque eles são agricultores; e os de São João Batista, porque fabricam calçados. "Como essas pessoas trabalham com as mãos", diz Giuseppe, "as digitais estão muito desgastadas." Funcionou; só 1 entre 100 eleitores não conseguiu votar por meio da digital. Nesse caso, os mesários conferiram os documentos e autorizaram o voto manualmente.&lt;br /&gt;Em janeiro de 2009, Giuseppe analisou os resultados e os apresentou ao ministro Carlos Ayres Britto, presidente do TSE. "Decidimos escrever um plano para expandir o sistema para o Brasil inteiro." &lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; eleições – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e licita mil kits de biometria para implementar o sistema em mais 100 cidades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a primeira etapa da expansão do sistema de biometria, Giuseppe estabeleceu que 3% dos eleitores de cada estado brasileiro deveriam se recadastrar. Os juízes de cada TRE escolheram quais cidades de seu estado participariam dessa etapa; no total, escolheram 100 cidades.&lt;br /&gt;Enquanto isso, a equipe de Giuseppe escreveu um edital de licitação para comprar mais kits de biometria. Cada kit inclui o scanner, com software compatível com o sistema da Polícia Federal; uma câmera fotográfica, com software para padronizar as fotos; e um pequeno estúdio fotográfico. Cada kit contém ainda um laptop, mas, nessa primeira licitação, Giuseppe vai dispensar os laptops, pois pretende usar os que o TSE já possui.&lt;br /&gt;Giuseppe escreveu um edital para mil kits, mas pode comprar, pelo mesmo edital, mais outros mil. Três fornecedores se apresentaram no pregão presencial no último dia 3 de julho. A Akiyama deu o lance mais baixo: R$ 11.500,00 por kit. A equipe de Giuseppe já homologou os equipamentos e o prazo para os fornecedores recorrerem terminou ontem. Agora, a equipe do TSE precisa responder os recursos que recebeu até 16 de julho. Se declarada vencedora, apesar dos recursos, a Akiyama deverá entregar os kits até setembro.&lt;br /&gt;Para autorizar os 3,9 milhões de eleitores a votar por meio da biometria nas eleições de 2010, Giuseppe precisa recadastrá-los até 19 de março de 2010, para que a Polícia Federal verifique todas as digitais e fotos e entregue os bancos de dados ao TSE em maio. "O trabalho precisa ser rápido", diz Giuseppe, "para dar tempo de regravar os arquivos com problemas." Enquanto os novos kits não chegam, Giuseppe já começou a recadastrar os eleitores usando os kits antigos: ontem, ele terminou de recadastrar os eleitores de Búzios (RJ).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8603871005599334997?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8603871005599334997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8603871005599334997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/eleicoes-i-o-tse-aprova-o-sistema-de.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8417171231580339382</id><published>2009-07-15T08:58:00.000-03:00</published><updated>2009-07-14T19:14:18.069-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#003333;"&gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; telecom users forum – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;A CSN tenta garantir que as operadoras cumpram os níveis de serviço...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um ano e meio, Francisco José Ferreira, gerente de suporte técnico da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), administrava contratos com diversas operadoras que forneciam os principais enlaces de dados pelo Brasil — 20 enlaces ao todo. Como estava ficando difícil administrar vários contratos, Francisco abriu uma concorrência para contratar enlaces do tipo MPLS; uma operadora ganhou o contrato e, desde então, fornece enlaces para voz, vídeo e dados. Com a mudança, Francisco passou a gastar 40% menos com telecom.&lt;br /&gt;O custo caiu, mas não as exigências. A CSN pedia, em contrato, três horas para que um enlace de rede voltasse a funcionar, em caso de falha. Só em 2009, diz Francisco, uma unidade da CSN já ficou sete horas fora do ar. Quando uma unidade fica fora do ar, ela não acessa o CPD de Volta Redonda (RJ), e não consegue emitir notas fiscais eletrônicas. A unidade até que funciona, desde que os funcionários sigam processos manuais de contingência — o que custa caro e dá margem a erros. "A porcentagem de multa que as operadoras pagam", diz Francisco, "não paga quase nada do nosso prejuízo."&lt;br /&gt;Para minimizar os problemas, Francisco e a equipe da operadora estudam uma forma de implementar um enlace redundante de fibras óticas no escritório central da CSN, em São Paulo. O trabalho começou no início de junho. "Estamos estudando qual a melhor alternativa no nosso caso." Quatro técnicos agora trabalham na redação de um contrato especial, que impeça a operadora de usar qualquer elemento de rede em comum para os dois enlaces.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#003333;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; telecom users forum – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;... enquanto pede propostas para portar 1.800 celulares e economizar 40%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em paralelo, Francisco termina de escrever uma RFP das operadoras celulares. Ele quer que uma operadora forneça os 1.800 celulares da CSN. "Queremos consolidar todos os números num só contrato." Hoje, 90% dos números da CSN são da TIM; os outros 10% estão divididos entre Claro, Oi, Vivo e Nextel. Será difícil, diz Francisco, encontrar numa operadora só todas as exigências da RFP: atender a CSN em todas as cidades e lugarejos em que mantém instalações, ajudar a equipe de TI da CSN a disponibilizar sistemas corporativos (como o ERP) pelo celular, e oferecer a mesma tarifa para os celulares vinculados a todos os CNPJs da CSN. "Geralmente", diz Francisco, "elas só oferecem a mesma tarifa para uma mesma empresa." Com a concorrência, Francisco pretende economizar 40%.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#003333;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; telecom users forum – III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;Como foi o evento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 2 e 5 de julho, um grupo de 50 executivos de empresas usuárias de telecomunicações viajaram para a praia de Guarajuba, na Bahia, para participar do Telecom Users Forum 2009, organizado pela Plano Editorial.&lt;br /&gt;Os executivos conversaram sobre as dificuldades de administrar produtos e serviços de telecomunicações para a empresa na qual trabalham, viram três palestras de usuários de telecom (Accor Hospitality, O Boticário e Pfizer), e se reuniram cara a cara com vários fornecedores de produtos e serviços: AT&amp;amp;T, Avaya, Cisco, Eagle’s Flight, Hughes, Leucotron, Olitel, Polycom, Siemens Enterprise Communications, TIM e Venturus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8417171231580339382?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8417171231580339382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8417171231580339382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/telecom-users-forum-i-csn-tenta.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-615089412852311588</id><published>2009-07-15T08:57:00.002-03:00</published><updated>2009-07-14T20:33:32.505-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; intermediários&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A KPMG vai contratar um integrador para gerenciar os contratos de telecomunicações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro de 2008, já fazia mais de um ano que Roberto Coelho, gerente de infraestrutura da KPMG, havia fechado um contrato grande com uma operadora: ela concordou em fornecer os enlaces de dados e de voz, com redundância, e trocar todos os equipamentos de telecomunicações da KPMG. Coelho não investiu nada; desde que assinou o contrato, em fevereiro de 2007, pagava só uma mensalidade — e recebia a visita de um gerente da operadora, uma vez por mês. "Funcionava muito bem." No entanto, o gerente com quem Coelho se acostumou a conversar deixou a operadora. Em fevereiro de 2008, o gerente não apareceu para a reunião mensal, o que se repetiu nos meses seguintes.&lt;br /&gt;Quando Coelho abria qualquer chamado na operadora, passou a esperar alguns dias até ser atendido. Quando um aparelho telefônico quebrava, Coelho pedia a substituição, mas esperava até 60 dias até receber um novo aparelho. "Não dava para saber o que estava acontecendo." Os problemas diminuíram somente quando o vice-presidente da KPMG ligou para o vice-presidente da operadora. Por alguns meses, a operadora atendeu melhor os pedidos da KPMG, mas, no final de 2008, os problemas recomeçaram.&lt;br /&gt;Coelho conversou com uns quatro ou cinco gerentes de TI de outras empresas. "Eles estavam na mesma situação." No entanto, eles solucionaram o problema de outra forma: contrataram um integrador de sistemas para intermediar o contato com as operadoras. Dessa forma, o CIO paga uma mensalidade para o integrador, que contrata e gerencia todos os enlaces de voz, vídeo e dados. O integrador também fornece os equipamentos de rede, como PABX, switches e gateways, monitora a rede, e presta serviços de manutenção.&lt;br /&gt;"É um pouco mais caro", diz Coelho. No entanto, como alguns integradores fecham grandes contratos com as operadoras para atender vários clientes, e como seguem métodos (ITIL, Cobit, gestão de projetos pelo PMBoK), os serviços de telecom devem melhorar. "Vai ficar mais fácil cobrar os níveis de serviço."&lt;br /&gt;Coelho já conversou com sete integradores. Três deles se prontificaram, e três preferem ler primeiro as normas da competição (na RFP). Coelho promete divulgar a RFP até a metade de julho, com exigências a respeito da rede de dados MPLS e a respeito da velocidade com que o usuário deve ser atendido. "Quando o usuário iniciar o ERP", diz Coelho, "a tela deve se abrir em, no máximo, três segundos." Além disso, o contrato terá uma cláusula que obriga o integrador a se reunir uma vez por mês com a equipe da KPMG para avaliar os serviços do mês anterior e planejar projetos de melhoria contínua.&lt;br /&gt;O integrador também terá de instalar um sistema para que Coelho acompanhe os incidentes. "Queremos assegurar que eles assumam um compromisso de qualidade conosco, mas também quero economizar 10% em relação ao que gasto hoje."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-615089412852311588?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/615089412852311588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/615089412852311588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/intermediarios-kpmg-vai-contratar-um.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-6029658869995831276</id><published>2009-07-15T08:56:00.001-03:00</published><updated>2010-04-08T10:11:54.142-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: #003333; font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt; soa &amp;amp; bpm - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #009900; font-family: georgia; font-size: 130%;"&gt;&lt;br /&gt;Com a crise e problemas na gestão, o CIO investe menos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa terça-feira (23 de junho), Karl-Heinz Streibich, presidente mundial da Software AG, explica como a situação do mundo se manifesta em seu escritório, na cidade alemã de Darmstadt. "Com a crise", diz Streibich, "a gente demora mais para assinar contratos com clientes, e o valor médio de cada contrato diminuiu."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, em Londres, uma analista do Gartner (Susan Landry) faz uma pergunta aos 80 profissionais de TI reunidos na sala Westbourne 3, dentro do Royal Lancaster Hotel. Os 80 profissionais participam de um evento do Gartner sobre como organizar a TI por serviços (SOA). "Quem aqui", pergunta Susan, "faz uma boa gestão do portfólio de aplicativos?" Ninguém se manifesta. "Por favor", Susan insiste, "levantem a mão." Ela mesma levanta o braço direito bem alto, para mostrar à plateia como se faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns segundos se passam. Um sujeito levanta a mão. Por fim, outros dois também. "Tudo bem", diz Susan. "O número é consistente com as informações que temos." O Gartner estudou 257 empresas recentemente; quase todas elas administram a TI com o mesmo grau de competência — de 0 a 10, a nota média ficou em 3,48.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três pessoas entre 80, e nota baixa na gestão, têm a ver com o que Streibich observa em seu escritório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo profissional de TI já leu em algum lugar três recomendações: [1] antes de instalar tecnologia nova, conheça bem os processos da empresa (BPM), pois fica mais fácil escolher e aplicar a tecnologia nova depois de visualizar os processos; [2] antes de implementar uma arquitetura orientada a serviços (SOA), conheça bem o portfólio de aplicativos, ou caso contrário ficará difícil desenhar o mapa de serviços da empresa; [3] as duas iniciativas, BPM e SOA, devem andar juntas, pois fica mais fácil criar os serviços quando existe visão dos processos, e fica mais fácil corrigir os processos quando a arquitetura de TI está orientada a serviços. Todo profissional de TI já leu também o aviso: BPM e SOA são iniciativas complicadas, nas quais a área de TI corre o risco de jogar dinheiro fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Gartner, 42% dos diretores de informática (CIOs) obedecem às ordens de um diretor financeiro (CFO). Então, o CIO tem de pedir permissão a seu chefe, um sujeito conhecedor da gravidade desta crise mundial, para se lançar em duas iniciativas arriscadas — sem antes dominar o portfólio de aplicativos. O CFO responde "pense melhor, comece pequeno e gaste pouco". E Streibich demora mais para assinar contratos, e assina contratos de valor médio mais baixo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #003333; font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt;&amp;gt; soa &amp;amp; bpm - II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #009900; font-family: georgia; font-size: 130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #009900; font-family: georgia; font-size: 130%;"&gt;&lt;br /&gt;... e por isso a Software AG promete ajudá-lo a se justificar...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Software AG conseguiu 4 mil clientes no mundo — e 150 clientes no Brasil. Ela vende sistemas no Brasil há 35 anos; a maioria dos clientes montou sistemas com produtos da linha Adabas (bancos de dados) e Natural (ferramentas de programação). Contudo, a maioria dos clientes comprou esses produtos da Consist, que por 33 anos representou a Software AG no Brasil. Como os brasileiros sempre negociaram com um representante, eles não puderam perceber direito em que a Software AG se transformou. Eles associaram a Software AG a versões mais antigas de Adabas e de Natural, e não conheceram direito a webMethods, fabricante de ferramentas de integração de sistemas que a Software AG comprou em 2007. (Sem contar a IDS Scheer, fabricante de sistemas de apoio à gestão dos processos, que a Software AG pretende comprar, conforme anunciou hoje.) Na hora de tocar projetos novos, que exigiam tecnologia nova, vários deles chamavam primeiro a IBM ou a Oracle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para resolver isso, a Software AG se instalou no Brasil em 2007 e, a partir de janeiro de 2008, só ela vende seus próprios produtos. Os funcionários brasileiros passam os dias a visitar clientes e a explicar a nova Software AG — sob a coordenação de Streibich em pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Streibich e seu pessoal criaram um jeito de ajudar o CIO a pôr projetos complicados em operação — apesar das condições em que o CIO trabalha. Primeiro, Streibich mudou o modo como paga os vendedores. "Por décadas", diz Streibich, "vender foi considerado uma arte."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, ao estudar o desempenho dos vendedores, Streibich e seu pessoal notaram que só 15% dos vendedores são artistas. Os outros 85% seguem o roteiro sugerido pela empresa ou pelo chefe: visitam o CIO, repetem o que estudaram no treinamento de vendas, preenchem formulários. "Pegamos os 15%", diz Streibich, "e estamos industrializando o que eles sabem e o que eles fazem." Em setembro, os vendedores já seguirão um novo roteiro, embutido num sistema novo de gestão de vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao seguir o novo roteiro, diz Streibich, todos os vendedores vão cumprir a nova diretriz: a Software AG deve ajudar o CIO a fazer negócios com a Software AG. Se o CIO precisa de números, ou de argumentos, ou de diagnóstico técnico, a Software AG precisa ajudá-lo a conseguir os números, os argumentos e o diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro passo: todo vendedor precisa descobrir mais sobre o cliente. O que o CIO precisa fazer? Por quê? Seus motivos estão corretos? O que lhe impede de fazer o que ele precisa fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que os vendedores mudem, Streibich mudou o esquema de comissões e bônus. O vendedor ganha mais se coleta informações sobre o cliente em quantidade, e com qualidade, pois essas informações servem de matéria-prima para um grande número de funcionários da Software AG. "Mas o esquema de pagamento não faz todo o trabalho", diz Streibich. "O esquema mostra a direção. O grosso do trabalho é feito pelo conteúdo que entregamos ao CIO."&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #003333; font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt;&amp;gt; soa &amp;amp; bpm - III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #009900; font-family: georgia; font-size: 130%;"&gt;&lt;br /&gt;... e assim construir um futuro de colaboração extrema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conteúdo está a cargo de Peter Kürpick, um especialista em mecânica quântica. Kürpick viaja 100 dias por ano (400 horas ao todo dentro de aviões) para se encontrar cara a cara com os 700 pesquisadores da Software AG, espalhados por cidades em 11 fusos horários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada conversa, Kürpick procura fazer com que os pesquisadores se lembrem das premissas básicas segundo as quais os produtos da Software AG devem ser feitos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Nenhum CIO sabe perfeitamente quais são os processos da empresa, nem conseguiu montar uma governança de TI perfeita. É o que explica a nota média de 3,48.&lt;br /&gt;2. Todo CIO tem menos dinheiro do que precisa, e portanto emprega menos gente do que precisa.&lt;br /&gt;3. O CIO já construiu, com produtos velhos da Software AG, sistemas capazes de processar milhares de transações por segundo, e a empresa depende desses sistemas para viver. Nenhuma função nova pode prejudicar o desempenho desses sistemas velhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de lembrar as premissas básicas, Kürpick ajuda os 700 pesquisadores a compreender as consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso o pessoal da Software AG fique esperando o CIO arrumar a governança e mapear os processos antes de comprar produtos novos, vai esperar o resto da vida. Em outras palavras, o pessoal da Software AG tem de inverter a famosa recomendação processos primeiro, tecnologia depois: caso o CIO compre a mistura correta de produtos Adabas, Natural e webMethods (e de Aris, o sistema da IDS Scheer), ele deve comprar, automaticamente, a capacidade de gerenciar processos (BPM), a capacidade de gerenciar uma arquitetura orientada a serviços (SOA), a capacidade de monitorar as operações conforme regras comerciais (BAM). Assim, diz Kürpick, ao comprar essa mistura correta, o CIO também compra a capacidade de melhorar os processos e os serviços um pouco por mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kürpick diz que os pesquisadores entenderam bem o desafio, e cita um exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda este ano, a Software AG lança o portal AlignSpace. É uma espécie de Facebook da gestão de processos: os internautas entram no portal, desenham um processo qualquer, discutem o desenho, propõem modificações e, quando o processo estiver pronto, apertam um botão e o portal gera a descrição do processo num formato padronizado — pronto para rodar no webMethods. "Isso tem de ser fácil de usar", diz Kürpick, "ou o internauta entra uma vez e não volta nunca mais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Streibich diz que, com mais uns 12 meses de Brasil, todos os profissionais que vivem de produtos da Software AG, sejam funcionários, parceiros ou clientes, saberão que um banco de dados Adabas, ou que um aplicativo escrito em Natural, ou que uma instalação velha do webMethods (ou do Aris) é o primeiro passo em direção ao ano de 2015: "Os usuários vão trabalhar na tela do computador, como sempre, sem notar que na verdade estão trabalhando juntos com várias outras pessoas, de vários departamentos de várias empresas, todas parte de uma comunidade de negócios."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Streibich e Kürpick já aprovaram todos os passos até 2015. Eles já sabem que ferramentas novas a Software AG vai lançar, e quando. Mas Streibich não mostra os passos nem mesmo para os clientes mais importantes, como o Banco do Brasil. "Senão", diz Streibich, "o cliente vai exigir aquela ferramenta de 2015 agora."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O jornalista Márcio Simões, autor desta reportagem, visitou a sede da Software AG em Darmstadt e esteve no evento do Gartner em Londres a convite da Software AG.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-6029658869995831276?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6029658869995831276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6029658869995831276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/soa-bpm-i-com-crise-e-problemas-na.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-199530567196127833</id><published>2009-07-15T08:55:00.000-03:00</published><updated>2009-07-14T19:13:38.376-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; prioridade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Cisco cria um conselho para acelerar o crescimento no Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cisco criou, no mês passado, um conselho diretor para acelerar o crescimento no Brasil, pois a Cisco Brasil foi a que mais cresceu no ano fiscal de 2008 (que terminou em outubro). "Vamos trabalhar em múltiplos setores e múltiplas atividades", diz Rodrigo Abreu, presidente da Cisco Brasil. "Vamos olhar o potencial de várias tecnologias, arquiteturas e segmentos de mercado."&lt;br /&gt;O conselho ajudará Rodrigo a tomar decisões e a receber mais rápido os investimentos. O grupo, formado por dez pessoas (da América Latina, dos Estados Unidos e do Brasil), já se reuniu uma vez e definiu atividades para os próximos meses. Entre outras atividades, eles devem se reunir mais com políticos. Rodrigo pretende fazer com que o governo entenda que a informática e as telecomunicações são tão importantes para a economia e o bem-estar social quanto é a infraestrutura de água e esgoto.&lt;br /&gt;Durante muito tempo, a própria Cisco via a informática como a infraestrutura de uma empresa, e por isso a Cisco só vendia roteadores e switches. Mas, de uns poucos anos para cá, a Cisco vê empresas nas quais os sistemas de informática se confundem com a própria empresa. "Então, tudo que temos feito é para aumentar a presença nos mercados adjacentes àqueles em que a empresa começou."&lt;br /&gt;A Cisco comprou empresas e começou a vender sistemas de telefonia IP, segurança, vídeo, comunicações unificadas, telepresença, datacenter; passou a atender também operadoras de telecomunicações e pequenas empresas. Já vende até sistemas de vídeo para o usuário doméstico.&lt;br /&gt;Mas uma empresa, dizem os consultores especializados em gestão, deve se concentrar em no máximo cinco prioridades. Em 2007, a Cisco definiu 28; em 2008, 30. Entre elas, o Brasil.&lt;br /&gt;Para administrar tantas prioridades, a Cisco implementou um sistema complexo de gestão colaborativa. Usa portais de relacionamento para identificar especialistas em determinados assuntos pelo mundo; e usa ferramentas de vídeo, comunicações unificadas e colaboração para fazer os funcionários conversar e se ajudar. "Em vez de concentrar a gestão em dois ou três executivos principais, a Cisco faz com que eles participem de conselhos que podem envolver 200, 300 pessoas ao redor do mundo."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-199530567196127833?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/199530567196127833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/199530567196127833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/prioridade-cisco-cria-um-conselho-para.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-561503932813566349</id><published>2009-07-15T08:54:00.000-03:00</published><updated>2009-07-14T20:10:06.087-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; segurança&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O Bradesco cadastra mais clientes no sistema de biometria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já faz três anos que Douglas Tevis Francisco, diretor de inovação tecnológica do Bradesco, adaptou o primeiro caixa eletrônico (ATM) para funcionar com um sistema de biometria que mapeia as veias da palma da mão dos clientes. Depois que o cliente se cadastra nesses ATMs, diz Douglas, ele digita a senha numérica e põe a mão no leitor para confirmar a transação. "É mais seguro para o cliente e para o banco." Até hoje, Douglas já adaptou 7 mil ATMs de 2.070 agências.&lt;br /&gt;Douglas pretende expandir o sistema de biometria para toda a rede de atendimento até o final de 2010. Até lá, precisa garantir que os 40,6 milhões de clientes do Bradesco se cadastrem para utilizar o sistema. Afinal, diz Douglas, expandir o sistema de biometria para todos os ATMs do banco é caro. "Convencer os clientes a usar o sistema é a parte mais difícil." Nas agências que já possuem ATMs com o sistema de biometria, Douglas já distribuiu folhetos e treinou instrutores; assim, já convenceu 823 mil clientes a se cadastrar. "Nessas agências, os clientes já perguntam aos funcionários onde está o aparelho que lê a mão."&lt;br /&gt;Para reduzir o número de clientes que precisarão se cadastrar no sistema quando Douglas adaptar todos os ATMs, a equipe de TI do Bradesco incluiu a leitura da palma das mãos no momento em que o cliente abre uma conta; para testar o novo procedimento, a equipe instalou um leitor no computador de quatro gerentes de uma das agências. "Queremos analisar qual a melhor forma de cadastrar os clientes para usar o sistema." Os gerentes começarão a testar o sistema no final de julho e os testes devem continuar por uns três meses.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-561503932813566349?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/561503932813566349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/561503932813566349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/07/seguranca-o-bradesco-cadastra-mais.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-3778638659543961450</id><published>2009-07-01T09:00:00.002-03:00</published><updated>2009-07-10T10:16:25.532-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; por trás da lei – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Técnicos da Secretaria de Saúde de São Paulo têm menos de 90 dias para criar sistemas...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte àquele em que o governador José Serra assinou a lei antifumo do Estado de São Paulo, Andre Luiz de Almeida recebeu o aviso: precisava construir um portal para a vigilância sanitária contratar os agentes que ajudariam na fiscalização. As contratações começavam naquele mesmo dia, sexta-feira, 8 de maio.&lt;br /&gt;Andre, como diretor de tecnologia da Secretaria de Estado da Saúde, sabia que a lei previa a contratação de 600 fiscais do fumo, mas como o Centro de Vigilância Sanitária estava responsável pelo projeto, ele não se preocupou. "Mas o projeto ficou preso lá", diz Andre, e chegou de última hora no departamento de tecnologia da secretaria.&lt;br /&gt;Na sexta-feira depois do almoço, Andre recebeu outro aviso: precisava ajudar a secretaria a receber denúncias de cidadãos, e a monitorar as denúncias e as fiscalizações. As informações sobre denúncias e sobre o andamento das averiguações ficariam disponíveis para os agentes da vigilância sanitária. Andre e sua equipe tinham menos de 90 dias para fazer tudo.&lt;br /&gt;Os três técnicos viraram a noite de sexta para sábado construindo o portal que receberia as inscrições dos fiscais do fumo. Eles interligaram o portal ao sistema de recursos humanos da secretaria e da vigilância sanitária, pois a vigilância selecionaria os inscritos. Na manhã de sábado, o portal estava pronto. Os técnicos esperavam receber 9 mil inscrições por dia, mas nos primeiros dias receberam cerca de 16 mil inscrições.&lt;br /&gt;Andre separou dois técnicos de infraestrutura para acompanhar o projeto do portal e adaptar os servidores para aguentar a quantidade de acessos. Eles conseguiram manter o portal funcionando.&lt;br /&gt;As inscrições para fiscal do fumo terminaram em 15 de maio. Em junho, 500 fiscais foram treinados e formados. A lei nova começa a valer em 7 de agosto. Até lá, Andre precisa montar um call center e outro portal, desta vez para receber as denúncias da população.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; por trás da lei – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e correm para criar um portal e um call center para as denúncias da população.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer pessoa poderá denunciar qualquer estabelecimento, bar, hotel, restaurante ou condomínio que permitir um cigarro aceso num lugar fechado. As denúncias poderão ser feitas pela Internet, por um telefone 0800 e até pelo Procon.&lt;br /&gt;A dificuldade, diz Andre, é que mais de uma pessoa pode denunciar o mesmo local, mas um pode denunciar o local pelo nome, outro pelo endereço, e alguém certamente escreverá o nome ou o endereço errado. "Temos de condensar isso tudo para fazer o fiscal chegar até o local."&lt;br /&gt;Ele quer centralizar as denúncias num sistema e fazer o sistema avisar automaticamente a vigilância sanitária, assim a agência manda fiscais logo para o local. Depois, ele precisa criar um sistema para a vigilância sanitária responder aos denunciantes.&lt;br /&gt;O portal e o call center estarão abertos a toda a população de São Paulo, quase 40 milhões de habitantes. Mas Andre não acredita que o sistema receberá denúncias de tanta gente. "A opinião pública é dividida."&lt;br /&gt;Antes do governador assinar a lei antifumo, os agentes da vigilância sanitária viajaram até Washington para ver como funciona uma lei semelhante. Os agentes da vigilância sanitária americana afirmaram que, no começo, quando a lei entrou em vigor, receberam denúncias de 5% da população, mas depois a taxa caiu. O número de denúncias, diz Andre, está relacionado com campanhas publicitárias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-3778638659543961450?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3778638659543961450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3778638659543961450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/por-tras-da-lei-i-tecnicos-da.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-7852385994753636175</id><published>2009-07-01T08:59:00.000-03:00</published><updated>2009-06-30T20:08:08.073-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; justiça - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O Conselho Nacional de Justiça cria um cadastro nacional de bens apreendidos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que um processo chega a um tribunal estadual ou federal com qualquer bem material vinculado (como carros, casas, drogas, armas ou dinheiro), o juiz se torna responsável pelo bem até concluir o processo. Até poucos meses atrás, técnicos da justiça registravam os bens no próprio processo e, quando possível, guardavam os bens em depósitos do tribunal em que o processo seria julgado. Até o final do processo, muitos bens sumiam. "É uma reclamação frequente de todos", diz Daniel Castro Machado Miranda, gerente de projeto do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que regula os tribunais de justiça do país.&lt;br /&gt;Por uma recomendação do Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro (Gafi), desde 2007 Daniel se reúne com colegas do Ministério da Justiça, da Polícia Federal e do próprio CNJ para resolver o problema. Eles queriam desenvolver um sistema em que os juízes dos três tribunais federais e 27 estaduais cadastrassem todos os bens apreendidos. Assim, cada tribunal prestaria contas ao CNJ pelos bens em seu poder. Durante um ano, Daniel e equipe levantaram os requisitos e desenvolveram um protótipo baseado do Sistema Nacional de Bens Apreendidos (SNBA), que ficou pronto em junho de 2008 e funciona via Internet. O mais difícil, diz Daniel, foi estabelecer as categorias para cadastrar os bens apreendidos. "É preciso cadastrar muitos detalhes sobre cada item."&lt;br /&gt;Daniel testou o SNBA durante seis meses em dois tribunais: na segunda vara criminal do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo), cinco funcionários usaram o SNBA; e na segunda vara criminal do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina), um funcionário usou.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; justiça – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e, desde fevereiro, os juízes já cadastraram mais de 4 milhões de itens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro de 2008, Daniel já havia homologado todas as funções e tabelas do SNBA com os usuários dos dois tribunais de teste. Com isso, o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, publicou a resolução nº 63, que obriga todos os tribunais a registrar os bens apreendidos de todos os processos no SNBA, por meio do portal do CNJ. Todos os tribunais deveriam cadastrar os primeiros bens no SNBA até 28 de fevereiro — o que só aconteceu em abril.&lt;br /&gt;Ninguém no CNJ sabe quantos bens apreendidos serão cadastrados mas, até agora, os funcionários dos tribunais já cadastraram 4,7 milhões de bens vinculados a 111 mil processos no SNBA. O prazo para cadastrar todos os bens vinculados a processos ativos em 31 de dezembro de 2008 termina em 31 de julho; a partir de 2010, todas as informações sobre os bens apreendidos deverão estar atualizadas. Os funcionários do CNJ apresentarão os dados sobre o SNBA na próxima reunião com o Gafi.&lt;br /&gt;Entre janeiro e março de 2009, os tribunais apreenderam 541 mil bens, no valor de $ 57 milhões. Para ajudar os tribunais a cadastrar os bens, Daniel tenta fechar parcerias com a polícia civil de cada estado. Como os policiais já cadastram os bens que apreendem ao registrar cada ocorrência, Daniel quer integrar o sistema da polícia com o SNBA. Assim, quando o processo chegar ao tribunal, os bens já estarão cadastrados na base de dados do SNBA. Até agora, Daniel já se reuniu uma vez com os técnicos da TI da Polícia Civil de São Paulo; eles comparam os campos do sistema da polícia com as tabelas de bens apreendidos do SNBA. "Só depois", diz Daniel, "vamos planejar como os sistemas serão integrados."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-7852385994753636175?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7852385994753636175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/7852385994753636175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/justica-i-o-conselho-nacional-de.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-1316913800302543185</id><published>2009-07-01T08:58:00.000-03:00</published><updated>2009-06-30T19:53:02.188-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; plc - I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Aneel escreve a versão final do regulamento de PLC...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Alberto Calixto Mattar, assessor da superintendência de regulação dos serviços de distribuição da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), realizou uma consulta pública do regulamento de banda larga pela rede elétrica (PLC) entre 12 de março e 11 de maio de 2009. Ele também recebeu os representantes das empresas durante uma audiência pública em 13 de maio. Recebeu 46 contribuições, e precisava estudá-las e alterar o texto o mais rápido possível, para que os diretores e procuradores da Aneel aprovassem o regulamento do PLC. "A versão final já está com os procuradores e eles devem demorar mais algumas semanas para aprová-lo."&lt;br /&gt;Assim como outros técnicos da Aneel, Mattar estuda o PLC há mais de cinco anos, e por isso ele tem pressa: a Aneel já organizou seminários, financiou estudos e projetos piloto com universidades, mandou funcionários visitar redes PLC em outros países.&lt;br /&gt;A versão final do regulamento incorporou 18 das 46 contribuições enviadas durante a consulta pública: oito de concessionárias de energia elétrica, quatro de empresas de serviços de telecomunicações, três de associações e três de consumidores. "A regulamentação atende as necessidades atuais do mercado, mas vamos adaptá-la conforme surgirem outras tecnologias de PLC." Ele pretende divulgar o regulamento em julho.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; plc – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e a maior parte da receita será usada para baixar a tarifa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o regulamento, as concessionárias de energia elétrica não podem operar a rede PLC, mas podem alugá-la para operadoras de telecomunicações. As operadoras pagarão o aluguel e, se for necessário, a reforma da rede elétrica. (PLC não funciona direito em redes velhas.)&lt;br /&gt;Depois que a Aneel publicar o novo regulamento, as concessionárias de energia elétrica poderão comunicar ao mercado se pretendem ou não alugar a rede. "A transmissão de banda larga não deve atrapalhar o fornecimento de energia."&lt;br /&gt;Parte da receita que a concessionária conseguir ao alugar a rede elétrica será destinada à "modicidade tarifária": o dinheiro será usado para reduzir as tarifas de energia elétrica. Essa divisão da receita, diz Mattar, é o que os procuradores da Aneel ainda discutem antes de divulgar a versão final do regulamento. As regras devem ser parecidas com as regras pelas quais a concessionária aluga postes para operadoras de rede de fibras óticas: 90% do aluguel servirá para reduzir o preço da energia elétrica, e 10% poderá ser usado livremente. "É uma receita adicional", diz Mattar. "Nenhuma concessionária recusará."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-1316913800302543185?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1316913800302543185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/1316913800302543185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/plc-i-aneel-escreve-versao-final-do.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-6875868412090774593</id><published>2009-07-01T08:57:00.000-03:00</published><updated>2009-06-30T19:53:39.929-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; antes da crise – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Telefônica cria um sistema para gerir as reclamações dos clientes...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Ricardo Formagio Bueno foi contratado pela Telefônica no final de 2006 para melhorar a forma como a operadora tratava os pedidos e os problemas dos clientes. A Telefônica mantinha canais separados para receber as reclamações e os pedidos de telefonia fixa, de Internet e de serviços empresariais.&lt;br /&gt;No Brasil, José Ricardo preside o Fórum de Gestão das Telecomunicações, e se reúne com representantes de operadoras, fornecedores e professores do mundo todo para discutir as melhores práticas de gestão e os melhores processos de negócios para as operadoras. José Ricardo seguiu as indicações do fórum, consolidadas num documento chamado de eTOM, e sugeriu mudanças nos processos da Telefônica.&lt;br /&gt;Ele sugeriu que a Telefônica tivesse um único canal de atendimento para todos os clientes, residenciais ou corporativos, e para todos os produtos, simples ou complexos. "Isso agiliza a operação e economiza no Capex e no Opex, que é o objetivo de todos hoje." E desenhou as especificações de um sistema de gestão para ser usado em toda a América Latina — o Goya.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; antes da crise – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... mas a instalação fica para 2010.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Goya é um sistema de controle do fluxo de tarefas ligadas aos pedidos e às reclamações dos clientes. Foi desenvolvido por técnicos da fábrica de software da Telefônica, em São Paulo. Ficou pronto em maio e seria instalado ainda este ano. Mas, por causa da crise econômica, José Ricardo teve de adiar a instalação para 2010.&lt;br /&gt;Quando o Goya começar a funcionar, o atendente da central de relacionamento digitará no sistema o pedido ou a reclamação do cliente; o sistema disparará avisos dentro da Telefônica para que os outros funcionários façam o que devem fazer. Ele também será integrado aos dois sistemas de CRM da Telefônica: um de clientes residenciais, que já existe; e outro de clientes empresariais, que está sendo construído na Espanha.&lt;br /&gt;Como o projeto do Goya já acabou, José Ricardo vai repetir o que fez antes: estudar os processos pelos quais a Telefônica se relaciona com clientes empresariais, e sugerir adaptações no CRM que está sendo construído na Espanha, e que será usado no Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-6875868412090774593?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6875868412090774593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6875868412090774593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/antes-da-crise-i-telefonica-cria-um.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2316936084393360476</id><published>2009-07-01T08:56:00.000-03:00</published><updated>2009-06-30T19:54:52.524-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; software livre&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Carnegie Mellon ajuda programadores Java a arranjar tempo para o café&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um programador se senta ao computador para programar em Java, ele na verdade se senta ao computador para escolher e configurar APIs (os protocolos pelos quais o computador vai realizar o trabalho). Na verdade, ele se senta ao computador para escolher entre 4.100 classes e 35 mil métodos. A cada nova versão do Java, aparecem mais APIs, mais classes e mais métodos. É difícil escolher — por exemplo, a classe MimeMessage, apesar do nome, não contém nenhum método para transmitir e-mail.&lt;br /&gt;Por isso a Escola de Computação da Universidade Carnegie Mellon anunciou duas novas ferramentas, a Jadeite e a Apatite, para ajudar o programador a escolher e a configurar APIs. Elas usam mecanismos parecidos com os do Google para agrupar classes e métodos conforme certas características comuns, e mostram ao programador as classes e os métodos mais usados no mundo, assim como as classes e os métodos mais usados juntos.&lt;br /&gt;Com as duas ferramentas, diz Jeffrey Stylos, um programador Java consegue entregar seu programa depois de um terço do tempo, pois ele acha as coisas mais depressa. As duas ferramentas estão disponíveis no portal do Projeto Programação Natural (&lt;a href="http://www.cs.cmu.edu/~NatProg/"&gt;www.cs.cmu.edu/~NatProg/&lt;/a&gt;), de graça.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2316936084393360476?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2316936084393360476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2316936084393360476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/software-livre-carnegie-mellon-ajuda.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2499115234634843921</id><published>2009-07-01T08:55:00.000-03:00</published><updated>2009-06-30T19:54:14.238-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; computação paralela&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Células funcionam como sistemas robustos de computação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tempos os biólogos lutam para entender uma característica das células: eles tiravam um gene-mestre do código genético da célula, mas a célula continuava a viver normalmente. Mas três universidades de três países (Estados Unidos, Israel e Espanha) colocaram biólogos, engenheiros da computação e matemáticos para estudar juntos o assunto, e eles publicaram este mês uma explicação.&lt;br /&gt;Um gene-mestre produz &lt;em&gt;fatores de transcrição&lt;/em&gt;, proteínas que ativam ou desativam os outros genes. Dentro da célula, cada parte vai executar sua função seguindo as instruções contidas nos genes ativados por genes-mestres, e vai desprezar as instruções contidas nos genes desativados. Ao extrair um gene-mestre, a célula deveria funcionar mal, ficar doente e morrer.&lt;br /&gt;Os engenheiros e os matemáticos descobriram que os genes-mestres fazem backup um para o outro. (Ainda não sabem explicar bem como.) Os genes-mestres funcionam como computadores numa rede de computação paralela, e até a matemática usada para descrever sistemas paralelos de computação também serve para descrever o comportamento dos genes-mestres e de seus backups. Ao remover o gene-mestre Pdr1, por exemplo, a célula continua viva e normal; ao remover o Pdr1 e seu gene backup, 19% dos genes ativados pelo Pdr1 não são mais ativados, e a célula passa a funcionar mal, mas não morre. "Células são máquinas muito robustas", diz Anthony Gitter, um dos cientistas.&lt;br /&gt;Se os biólogos precisaram de engenheiros e de matemáticos para entender melhor o que estava acontecendo, agora é a vez dos engenheiros e dos matemáticos. Os seres vivos estão evoluindo há uns 3 bilhões de anos, e toda solução contida em cada célula funciona bem, pois, caso contrário, já nem existiríamos mais. Quando os engenheiros entenderem direito de que jeito a célula ativa os próprios backups, vão descobrir novos truques para ativar os backups dos sistemas de computação paralela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2499115234634843921?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2499115234634843921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2499115234634843921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/computacao-paralela-celulas-funcionam.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-5329312556357161176</id><published>2009-06-17T09:00:00.002-03:00</published><updated>2009-06-16T19:34:11.397-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; entrevista&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Fernando Menezes deixa a TI da Sabesp&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Antonio Menezes sai da Sabesp este mês. Ele entrou pela primeira vez na empresa em 1975, logo depois que a empresa foi formada. Depois disso, foi e voltou algumas vezes; e em 2004, voltou para ficar — até agora. No começo de junho, a presidência decidiu que o superintendente da TI deve ser alguém da própria Sabesp — e não uma pessoa com cargo indicado, como é o caso de Fernando.&lt;br /&gt;Antes de sair, ele deixa algumas ideias para o sucessor. Há cerca de um ano, ele percebeu que, da forma como a TI está organizada, existem zonas cinzas, de conflito ou de abandono, entre as áreas; e o usuário fica mal atendido. O problema é que, em 2008, a diretoria da Sabesp reviu os objetivos estratégicos e, de 27 objetivos, ficou só com nove. Dos nove objetivos, um deles é de TI. A Sabesp, diz o objetivo, tem de aprimorar os sistemas de informação para aumentar a produtividade e a transparência. E, como consequência, a TI não pode mais falhar — o substituto de Fernando terá de planejar e agir bem para que a TI trabalhe lado a lado com as outras áreas.&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;TI &amp;amp; Governo —&lt;/span&gt; Por que a atual estrutura da TI não funciona mais?&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Fernando —&lt;/span&gt; A TI está dividida em cinco áreas: a de relacionamento; uma de telecomunicações; uma outra área que cuida de infraestrutura; uma área de desenvolvimento de sistemas de gestão interna; e outra de desenvolvimento voltado ao negócio. Quando os sistemas eram desintegrados, essa divisão fazia sentido. Mas, em 2004, os técnicos começaram a integrar os sistemas da Sabesp e hoje todos estão integrados. Então o cliente fica perdido. Ele pergunta: isso eu peço para a área de negócio ou para a de gestão? Hoje, essa divisão funciona 90%.&lt;br /&gt;E de um ano para cá, eu via os técnicos discutindo por trabalho. Um dizia que isso era dele, outro dizia que aquilo era dele. Dessas discussões, chegamos à conclusão de que precisávamos mudar a estrutura da TI. A primeira conclusão foi que a TI precisa de um canal único de comunicação com o cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;TI &amp;amp; Governo —&lt;/span&gt; Que modelo você propôs para a área de TI?&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Fernando —&lt;/span&gt; A ideia é criar uma área de relacionamento, para cuidar de tudo que entra e sai da TI. A área fala direto com o cliente, entende as necessidades, levanta uma parte dos requisitos e dá o primeiro encaminhamento da demanda. Depois, a demanda segue para a área de solução — a parte pensante da solução tecnológica. Qual a solução para o problema? Vamos comprar sistemas? Vamos desenvolver internamente?&lt;br /&gt;Depois da solução, a demanda vai para a área de implementação, que segue aquilo que a área de solução definiu, seja de telecomunicações, infraestrutura, sistema ou governança. Se a solução for desenvolver sistema, os técnicos terão o apoio da fábrica de software, com testes e um serviço de consultoria. A fábrica de software ficará mais com os projetos de longo prazo, de manutenção, de evolução ou de melhorias. A consultoria ficará com os projetos fechados. E a demanda segue para a área de infraestrutura, responsável por comprar e suportar as máquinas.&lt;br /&gt;Essa estrutura é uma mistura do nosso processo de produção e da nossa organização formal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;TI &amp;amp; Governo —&lt;/span&gt; Quem cuidará do planejamento de longo prazo da área de TI?&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Fernando —&lt;/span&gt; Pensamos numa quinta área, ligada ao planejamento de longo prazo, governança, segurança da informação, exigências da Sox [&lt;em&gt;a lei Sarbanes-Oxley&lt;/em&gt;]. A TI precisa de uma área de apoio, de suporte administrativo; uma área para cuidar do almoxarifado, acompanhar a contratação de pessoas e o pagamento de fornecedores e até para escrever os editais. A Sabesp tem uma área de compras responsável pelos editais, mas nós preferimos passar a documentação pronta para eles. Aqui também ficará o PMO, o escritório de projetos que começamos a construir. As pessoas dessa área definirão as tecnologias e as metodologias que as outras áreas podem usar. Decidirão se os técnicos da Sabesp vão desenvolver em plataforma aberta, ou Oracle, ou Java, ou .Net, ou qual metodologia de análise de requisitos todos devem seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;TI &amp;amp; Governo —&lt;/span&gt; Com essa estrutura, a TI atende o objetivo de negócio?&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Fernando —&lt;/span&gt; Dentro do objetivo estratégico, o presidente da Sabesp definiu algumas macroações. Uma delas é manter sistemas de informação sempre atualizados; e outra é ter informações confiáveis. A nova estrutura deve aumentar a produtividade da TI, pois não existe mais bagunça. Não interessa se o projeto é um sistema de gestão, de negócio, ou de telecomunicações. A pessoa vai fazer aqui o que foi definido ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;TI &amp;amp; Governo —&lt;/span&gt; Os técnicos de TI conseguem fazer essa mudança sozinhos?&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Fernando —&lt;/span&gt; Essa é uma mudança radical, porque um programador continuará sendo um programador, mas um arquiteto de soluções, que hoje desenha a arquitetura, depois analisa, depois acompanha, não fará mais tudo isso — será apenas o arquiteto da solução. Nós desenhamos tudo isso sozinhos, mas a Sabesp precisa de alguém para dizer como fazer isso funcionar, como comunicar isso para as pessoas, como trabalhar os macroprocessos e por qual estrutura começar. Pensamos em contratar uma consultoria, porque alguém de fora sempre enxerga as coisas melhor. Mas enquanto o dinheiro não sai, eu sugeri que os técnicos de TI comecem as mudanças aos poucos, sozinhos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-5329312556357161176?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5329312556357161176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5329312556357161176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/entrevista-fernando-menezes-deixa-ti-da.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16856970250993333884</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-2050514370572560715</id><published>2009-06-17T08:59:00.000-03:00</published><updated>2009-06-16T19:19:02.149-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; governança – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O Banco do Brasil percebe que a TI não dará conta das novas demandas daqui a dois anos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Francisco Alvarez Raya, diretor de TI do Banco do Brasil, tem sempre uma lista enorme de projetos a entregar. A área de TI desenvolve software conforme a metodologia do CMMI e cuida da infraestrutura conforme a ITIL, mas não consegue entregar todos os projetos no prazo. Raya diz que, caso a área de TI entregue 999 alterações por dia, será considerada ineficiente por causa de uma alteração. “Precisamos melhorar o relacionamento entre a equipe de TI e os usuários.”&lt;br /&gt;Os usuários e a TI não seguem processos para se relacionar, diz Anderson Itaborahy, gerente executivo do Banco do Brasil. Por isso as áreas de negócio pedem mais projetos do que a TI pode entregar. “Depois a TI tem que se virar.” Em 2007 e 2008, o Banco do Brasil investiu bastante em novos serviços, como banco pela Internet, e os usuários passaram a pedir cada vez mais serviços. Sem processos para escolher em quais projetos investir, para os gerentes do Banco do Brasil tudo é prioridade; para dar conta de todos eles, os gerentes de TI são obrigados a rever os planos de investimento várias vezes. “Não dá para rever os planos toda hora”, diz Anderson. Cada vez que a TI muda de rumo, perde tempo e dinheiro.&lt;br /&gt;Os gerentes de TI do Banco do Brasil perceberam que os critérios e práticas que usavam para atender as áreas de negócio até então não eram mais suficientes. Quando o conselho diretor do Banco do Brasil decidiu comprar outros bancos ainda em 2008 (a Nossa Caixa, por exemplo), os gerentes de TI concluíram: sem melhorar a gestão da TI, em dois anos, no máximo, a área de TI viraria uma bagunça. “Como a TI é um elemento estratégico”, diz Raya, “não dá mais para esperar o banco se posicionar para reagir.”&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; governança – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;... se não se integrar com as áreas de negócio...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na metade de 2008, os gerentes de TI do Banco do Brasil conversaram com os gerentes das outras áreas, porque, se eles não contribuíssem com a TI e vice-versa, a governança de TI ficaria impossível. “Não dava”, diz Raya, “para resolver o problema só com a área de negócios ou só com a área de tecnologia.” Eles decidiram que a equipe de TI precisava implementar um projeto de governança de TI mais abrangente do que eles tinham até então: a área de TI e as outras áreas deveriam alinhar as metas, e o conselho diretor do banco deveria ser capaz de olhar um painel e de entender o que se passava, mesmo sem conhecimento técnico. Se a TI conseguisse criar um plano assim, diziam os usuários, todos entenderiam como a TI funcionava. Para Raya, muita gente ainda vê a TI como “uma caixa-preta”.&lt;br /&gt;No Banco do Brasil, os gerentes escolheram Anderson para liderar o projeto. Ele precisava avaliar o estágio da governança na TI, levantar as falhas dos processos da ITIL e do CMMI que já estavam implementados, estabelecer todos os outros processos de TI e, depois, integrar tudo. “Todos precisam saber”, diz Anderson, “qual informação recebem e qual precisam gerar.” Anderson contratou uma consultoria em agosto de 2008 (a licitação tinha acontecido meses antes) para ajudá-lo a mapear as lacunas da governança de TI de acordo com o Cobit.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; governança – III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e decide investir R$ 15 milhões até 2011 para fazer a governança de TI dar certo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Banco do Brasil, Anderson e os consultores estruturaram o projeto de governança de TI em quatro partes: na primeira, desenharam um processo para traduzir o planejamento estratégico em projetos de TI de várias etapas. “Se a meta do banco é ter o maior número de cartões de crédito ativos no próximo ano”, diz Anderson, “precisamos preparar a TI no mesmo prazo para alcançar o objetivo.” A partir disso, os gerentes de TI e das áreas de negócio escolherão os projetos e verificarão se o objetivo, o custo e o prazo de cada um deles atende o planejamento estratégico do Banco do Brasil.&lt;br /&gt;Na segunda parte, os gestores vão definir quanto cada processo de negócio custa para a TI, revisar e criar novos indicadores de qualidade dos serviços e criar níveis de serviço (SLA) para todos os serviços de TI. Anderson também listou todos os processos pelos quais técnicos e usuários se relacionam e revisará todos eles. Depois, vai treinar os usuários e os técnicos sobre os novos padrões. “As mudanças que envolvem pessoas são as mais difíceis.” A quarta parte do projeto, diz Anderson, deve permear todas as outras fases: será uma estratégia para reduzir o risco de problemas ao redefinir os processos e as funções de alguns técnicos e usuários-chave. O pessoal de recursos humanos e os consultores ajudam.&lt;br /&gt;Os diretores já analisam o projeto e devem aprová-lo ainda este mês. Anderson terá R$ 15 milhões (incluído o valor que já pagou pelo serviço de consultoria) para implementar o projeto. “O maior desafio”, diz Anderson, “será fazer toda essa mudança sem prejudicar os resultados do banco.” Até o final de junho, o conselho diretor definirá se os processos mudarão aos poucos ou de uma só vez. A equipe de TI precisa implementar o projeto até junho de 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-2050514370572560715?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2050514370572560715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/2050514370572560715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/governanca-i-o-banco-do-brasil-percebe.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16856970250993333884</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-355860569160659196</id><published>2009-06-17T08:58:00.001-03:00</published><updated>2009-06-16T19:40:00.408-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; lexml – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Técnicos do Senado lançam um portal com as leis brasileiras...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma pessoa busca na Internet a explicação sobre uma lei, ela recebe uma lista de portais para consultar. Se ela consultar “lei de proteção ao consumidor”, no Google, receberá uma lista com 932.000 portais, muitos deles com informações inúteis. Agora, graças aos técnicos do Senado Federal, as pessoas poderão consultar as leis numa espécie de Google das leis — o LexML Brasil.&lt;br /&gt;O projeto começou nove anos atrás, quando técnicos do Senado procuravam uma maneira de organizar os documentos do próprio Senado. Eles testaram a linguagem XML; funcionou. Em 2002, publicaram a Constituição na versão XML. E, em 2005, começaram os trabalhos para levar o XML para fora do Senado.&lt;br /&gt;Escreveram um cabeçalho padronizado para cada documento de lei e criaram o portal LexML Brasil (&lt;a href="http://www.lexml.gov.br/"&gt;http://www.lexml.gov.br/&lt;/a&gt;). O portal não identifica o documento pelo endereço eletrônico (URL), como faz o Google, mas pelo cabeçalho e pelo nome (URN). “Quando uma pessoa buscar no portal a explicação sobre uma lei, ela receberá uma só resposta”, diz Carlos Magno, analista consultor do Senado. Se ela consultar “lei de proteção ao consumidor”, encontrará a lei em 56 lugares, separada por local, autoridade do governo, tipo de documento, ano e sigla.&lt;br /&gt;O Senado faz o papel de &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;resolvedor&lt;/span&gt;: os técnicos usam sistemas que funcionam como um servidor de nomes (DNS) para gerenciar todos os documentos. Os órgãos que participam do projeto são chamados de &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;provedores&lt;/span&gt;: os técnicos desenvolvem sisteminhas para gerar o cabeçalho de cada documento e, usando um kit de sistemas do Senado, criam as tabelas de endereços (URL) e de nomes (URN) que serão usadas no LexML.&lt;br /&gt;O portal será inaugurado oficialmente em 30 de junho, mas já conta com 91 mil documentos disponíveis para consulta — qualquer um pode consultá-los. Além dos do Senado, o portal traz os documentos da Câmara dos Deputados, do Tribunal de Contas da União, da Advocacia Geral da União, do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça, do Tribunal Superior Eleitoral e do Tribunal Superior Trabalho, além da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; lexml – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e vários órgãos do governo apoiam a iniciativa, por vontade própria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LexML começa no governo federal, mas Carlos Magno espera que órgãos de outras esferas entrem no projeto — por iniciativa própria. Se uma lei obrigar os técnicos a publicar os documentos no portal, eles farão por obrigação; e o Senado terá de usar fiscais para garantir que a lei está sendo cumprida. Se eles participam por espontânea vontade, é mais fácil e mais barato. “À medida que os órgãos federais aderem ao portal, os estaduais também devem aderir e, talvez, até os municipais.” Por enquanto, apenas o município de São Carlos colocou as leis no portal.&lt;br /&gt;Mas a iniciativa do LexML se espalha rápido. Até o final de maio, Magno e os outros técnicos que participam do projeto esperavam ter 700 mil documentos abertos ao público quando o portal fosse lançado. Hoje, eles esperam ter 1 milhão.&lt;br /&gt;Em 2006, os técnicos o Senado Federal apresentaram o projeto aos gestores da TI Controle, uma comunidade que busca a eficiência da TI no governo. Desde então, os gestores da TI Controle passaram a apoiar o LexML; eles criaram um comitê para gerir as informações do portal. Vão definir, por exemplo, se um ministério deve ser classificado como Min., Min ou simplesmente ministério.&lt;br /&gt;Em 2008, o LexML também entrou para a versão 4.0 da arquitetura e-Ping, que trata de padrões de interoperabilidade do governo eletrônico. O documento, publicado em 12 de dezembro, recomenda o LexML para identificar e organizar documentos legislativos e jurídicos.&lt;br /&gt;Este ano, os técnicos da Câmara dos Deputados manifestaram o interesse de ser um espelho do Senado; assim, se os servidores do Senado caíssem, os da Câmara assumiriam. Os técnicos do Senado estudam o assunto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-355860569160659196?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/355860569160659196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/355860569160659196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/lexml-i-tecnicos-do-senado-lancam-um.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16856970250993333884</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-3804838567626498465</id><published>2009-06-17T08:57:00.000-03:00</published><updated>2009-06-16T19:24:12.656-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; estados&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Abep prepara o planejamento estratégico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joaquim Costa Júnior contratou dois consultores para escrever um planejamento estratégico para a Abep, a associação que reúne representantes das empresas estaduais de TI. Ele prometia um novo planejamento à Abep desde que assumiu a presidência, em 6 março.&lt;br /&gt;Na última semana de maio, 30 dirigentes da Abep e seus dois consultores viajaram para Foz do Iguaçu. Durante “dois dias muito intensos”, diz Joaquim, eles discutiram qual deveria ser o papel da Abep e quais deveriam ser os objetivos estratégicos. No fim, definiram quatro objetivos.&lt;br /&gt;Eles querem maior integração entre as empresas associadas, principalmente entre os gerentes de TI, pois são eles que fazem as tarefas do dia a dia. “Às vezes um técnico daqui está com uma dúvida num projeto e ele poderia conversar com um técnico de lá para resolver o problema.” Eles também querem que a Abep converse mais com órgãos de outras esferas do governo, como o governo federal e o judiciário. “Os estados precisam falar com o poder judiciário, integrar os sistemas das cadeias, das polícias.” Num outro objetivo, eles querem melhorar a comunicação da Abep, para ela ser “conhecida e reconhecida” como uma entidade importante. E, por último, querem que a Abep tenha dinheiro para tocar seus próprios projetos.&lt;br /&gt;Agora, os consultores consolidam as ideias e as sugestões dos dirigentes num documento, que Joaquim apresentará na próxima reunião de conselho da Abep, em agosto.&lt;br /&gt;Contudo, a próxima eleição da Abep acontece em março de 2010. Joaquim terá tempo para cumprir alguma coisa do planejamento? “Alguma coisa vai dar para fazer.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-3804838567626498465?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3804838567626498465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/3804838567626498465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/estados-abep-prepara-o-planejamento.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16856970250993333884</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-5003235330453077142</id><published>2009-06-17T08:56:00.000-03:00</published><updated>2009-06-16T19:20:37.766-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; jeitinho na telefonia – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Defesa Social de Minas gastava muito com a telefonia...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Aguilar Silva trabalhou 22 anos em operadoras de telecomunicações; trabalhou na Oi, na TIM, na Telemig fixa e celular. Em 2006, ele foi trabalhar no governo pela primeira vez; foi para a Secretaria de Defesa Social de Minas Gerais para melhorar a infraestrutura de telecom. Mas, quando chegou, viu que os assuntos de telecom eram tratados pela área de serviços gerais e transporte; ninguém controlava os gastos com telefonia, nem os serviços prestados; ninguém sabia ao certo quantos ramais a secretaria mantinha, pois toda vez que a secretaria assumia um novo presídio, alguém fazia uma nova licitação para contratar uma operadora.&lt;br /&gt;A secretaria de segurança administra 85 presídios, 15 instituições para menores e mais 15 unidades de prevenção ao crime (uma espécie de telecentro). Em 2009, vai assumir mais 27 presídios e mais quatro instituições para menores. Quando Sérgio entrou, foi atrás das informações e calculou que, em 2006, a secretaria gastava R$ 1.819.603,54 por ano com telefonia. Ele estipulou a meta de gastar ao ano R$ 205 mil.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; jeitinho na telefonia – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... então o diretor de TI instalou placas extras na central telefônica...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio, a princípio, aderiu a uma ata de registro de preços de telefonia feita pelo governo de Minas Gerais para interligar os 856 municípios do estado. Em paralelo, preparou o edital da própria secretaria de segurança. No primeiro semestre de 2007, ele licitou a telefonia e conseguiu contratar a assinatura por R$ 3,16; as ligações de celular para fixo por R$ 0,05 o minuto, de celular para celular da mesma operadora por R$ 0,07 o minuto, e de celular para celular de outra operadora por R$ 0,11 o minuto. A partir disso, ele estabeleceu regras de uso de telefonia para os usuários; definiu quem podia fazer interurbano, quem podia gastar quanto, quem podia ligar para quem. Depois, foi cuidar da central telefônica.&lt;br /&gt;A secretaria não tinha uma central telefônica própria, pois todas as ligações passavam pela operadora. Sérgio descobriu uma ata de registro de preços feita pela Secretaria de Planejamento de Minas Gerais. A ata oferecia vários modelos de centrais por vários preços, então ele contratou uma de 30 ramais por R$ 360,00 por mês. A central fica no primeiro andar do prédio da Secretaria de Segurança, no centro de Belo Horizonte. Logo Sérgio percebeu que poderia instalar mais placas na mesma central (havia espaço sobrando); ele comprou as placas, instalou tudo ele mesmo e ficou com 500 ramais.&lt;br /&gt;Mas Sérgio não quer aborrecer o fabricante da central. Toda vez que aparece um técnico do fabricante para dar manutenção, Sérgio retira as placas extras. “Teve mês em que o técnico apareceu três vezes para visitar a central.” Quando ele retira as placas extras, os funcionários da secretaria falam ao telefone normalmente, pois as ligações saem por uma interface celular.&lt;br /&gt;Depois que contratou o serviço de telefonia celular, Sérgio também conectou placas de celular na central. Então toda ligação com prefixo 7, 8 ou 9 sai como sendo de celular para celular.&lt;br /&gt;Em 2007, a secretaria já gastou menos com telefonia: R$ 1.430.392,62.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; jeitinho na telefonia – III&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e instalou VoIP em 24 lugares: já reduziu o gasto anual em 83%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de 2007, Sérgio começou a instalar voz via IP. Instalou em 20 unidades e em quatro órgãos do governo: no gabinete do vice-governador, no departamento de obras públicas, no instituto de previdência e na secretaria de saúde. Os funcionários da secretaria de segurança ligam de graça para essas outras secretarias.&lt;br /&gt;Em 2008, a Secretaria de Planejamento de Minas fez outra ata de registro de preços, dessa vez para contratar telefonia celular. Na disputa do pregão, a operadora de telefonia ofereceu o serviço de graça. Sérgio aderiu à ata e deixou de pagar as ligações de celular dentro do estado e nas capitais. O problema é que ele pediu mil números de celulares, e a Secretaria de Planejamento só deu 500. “Como este ano assumimos mais 27 unidades, vamos precisar de mais telefones.”&lt;br /&gt;De janeiro a outubro de 2008, a secretaria gastou com telefonia R$ 305.096,67.&lt;br /&gt;Sérgio ainda espera conseguir mais telefones celulares da Secretaria de Planejamento, e continua a instalação de VoIP. Dentro de Minas, ele quer os funcionários da secretaria falando de graça.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-5003235330453077142?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5003235330453077142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/5003235330453077142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/jeitinho-na-telefonia-i-secretaria-de.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16856970250993333884</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-8801600791574529933</id><published>2009-06-17T08:55:00.000-03:00</published><updated>2009-06-16T19:21:23.774-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; cidades digitais – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A prefeitura de Parnaíba, no Piauí, retoma o projeto da rede WiMAX...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro, o secretário de finanças da prefeitura de Parnaíba, cidade do litoral do Piauí, autorizou Jean Carlo Galvão Mourão, coordenador de informática, a retomar a instalação da rede WiMAX de 5,8 GHz. No entanto, antes de expandir a rede para as escolas, passo seguinte do projeto, Jean precisou dar um passo atrás: no final do ano, uma descarga elétrica de 13 mil volts queimou os dois transmissores de rádio que distribuem o sinal da rede de fibra ótica da Oi para os rádios-cliente (CPEs) instalados na cidade.&lt;br /&gt;Desde que o acidente aconteceu, Jean precisava comprar dois novos transmissores de rádio, mas não tinha dinheiro; a verba que o governo do estado repassa para a prefeitura diminuiu, porque o cadastro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrava uma Parnaíba com 3 mil habitantes a menos. Ao longo de oito meses, enquanto os funcionários da prefeitura trabalhavam para corrigir os números do IBGE, eles deixaram de receber cerca de R$ 1 milhão. “A verba que recebemos no período”, diz Jean, “só dava para pagar os funcionários da prefeitura.” Enquanto isso, o projeto Parnaíba Digital ficou parado.&lt;br /&gt;Em fevereiro, Jean pensou que, se fizesse uma nova licitação para comprar os dois transmissores de rádio, demoraria alguns meses até continuar o projeto. Por isso, ele juntou algumas fotos dos equipamentos queimados, escreveu um texto para justificar a compra dos novos equipamentos com urgência, e entregou o material para a comissão de licitações. Dias depois, eles autorizaram um contrato de emergência, sem licitação. Jean comprou os dois equipamentos (da Motorola, mesmo fabricante que forneceu os equipamentos da primeira vez) por R$ 16 mil.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; cidades digitais – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e escreve uma licitação para comprar rádios-cliente (CPEs) para metade das escolas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda em fevereiro, a rede voltou a funcionar e, desde então, Jean está planejando as próximas fases do projeto. Ele quer licitar 40 CPEs para instalar em metade das escolas de Parnaíba. Jean terminou esta semana de escrever as especificações técnicas das CPEs e vai entregá-las na semana que vem para a comissão de licitações da Secretaria da Educação, que será responsável por verificar se as especificações atendem à lei nº 8.666 e escrever a versão final do edital. “Ainda não sei”, diz Jean, “quanto tempo eles vão demorar para divulgar a licitação.” Jean espera pagar R$ 2 mil, no máximo, por CPE.&lt;br /&gt;Em cada escola, Jean pretende instalar o equipamento WiMAX e, logo em seguida, montar uma rede Wi-Fi para distribuir o sinal. Ele já fez isso na secretaria de serviço social e de educação, na Câmara Municipal, no batalhão do exército, nas universidades federal e estadual e também na rodoviária e no aeroporto. Em locais públicos, o acesso à Internet é gratuito. Além disso, Jean instalou câmeras IP em 14 pontos da cidade e pretende criar uma central de monitoramento para a guarda civil da cidade. “O prédio onde instalaremos a central está sendo reformado.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-8801600791574529933?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8801600791574529933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/8801600791574529933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/cidades-digitais-i-prefeitura-de.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16856970250993333884</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-6119923539018910152</id><published>2009-06-17T08:54:00.000-03:00</published><updated>2009-06-16T19:22:39.274-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; pesquisa – I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A maioria dos internautas em portais do governo é do próprio governo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Alexandra Viegas Cortez da Cunha, professora de gestão de tecnologia da PUC do Paraná, queria descobrir o perfil de quem navega nos portais do governo. Junto com dois alunos de doutorado, ela criou um questionário e o divulgou em 70 portais do governo (federais, estaduais e uns poucos municipais). No final de dois meses, conseguiu 160 mil acessos, e 4.402 formulários válidos.&lt;br /&gt;Grande parte das respostas veio de gente da Bahia, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Tocantins e Mato Grosso do Sul. Alexandra descobriu que sempre tem alguém navegando nos portais do governo, não importa a hora nem o dia. Ela recebeu algumas respostas da pesquisa às 4 horas da manhã, até mesmo de domingo.&lt;br /&gt;Quem navega em portais do governo, diz Alexandra, em geral é da classe A ou B; mas internautas da classe C começam a usar os serviços também. “Em 1999 fiz outra pesquisa sobre o uso dos portais do governo, e a classe C não aparecia.” Desta vez, Alexandra descobriu que 66,9% das pessoas que navegam nos portais do governo são funcionários do próprio governo; 28,7% trabalham no setor privado e 4,36%, no terceiro setor.&lt;br /&gt;No entanto, quando os formulários foram postados no portal da Previdência Social, Alexandra notou uma mudança no perfil dos usuários. “São pessoas mais pobres, mais velhas e menos instruídas.”&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; pesquisa – II&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;... e está disposta a usar o celular para acessar os serviços de e-gov.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos que participaram da pesquisa, 59% têm conexão de banda larga em casa; 18,2% ainda têm conexão discada; e 20,43%, não têm conexão. A maioria acessa a Internet do trabalho (59,4%) e de casa (57,5%). Só 1,9% das pessoas acessou a Internet de telecentros gratuitos.&lt;br /&gt;92,1% entraram na Internet nos últimos 12 meses para usar algum serviço do governo. Eles consideram a Internet um canal prático, ágil e conveniente. “As pessoas também estão predispostas a usar o celular para acessar os serviços eletrônicos do governo.” No entanto, apesar da predisposição, apenas 12,08% usam o celular para obter os serviços públicos. “O número de serviços de governo disponíveis para o celular ainda é pequeno.”&lt;br /&gt;Apesar de 56,1% dos entrevistados ter um celular com acesso à Internet, a maioria ainda usa o aparelho para fazer ligações (85,7%) e mandar mensagens de texto (61%) — e apenas 11,9% acessam mesmo a Internet com o celular.&lt;br /&gt;A professora publicou os dados na pesquisa no portal http://projetoredes.net/.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-6119923539018910152?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6119923539018910152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/6119923539018910152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/pesquisa-i-maioria-dos-internautas-em.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16856970250993333884</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656927666813769878.post-469729709482715693</id><published>2009-06-17T08:53:00.000-03:00</published><updated>2009-06-16T19:23:36.529-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,51);font-family:arial;" &gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt; panorama da ti&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;A maioria quer pagar R$ 10,00 para ter acesso à Internet&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente da cidade usa a TI de forma diferente da gente do campo: pesquisadores do Comitê Gestor da Internet descobriram que, na cidade, existe computador em 28% das casas; no campo, em apenas 8%. A diferença é ainda maior quanto ao acesso à Internet: na cidade, o serviço existe em 20% das casas; no campo, em apenas 4% das casas.&lt;br /&gt;Todos os anos, os pesquisadores do CGI entrevistam as pessoas de casa em casa, para descobrir como anda o uso da TI no Brasil. Na 5ª edição, eles entrevistaram pessoalmente 21.520 pessoas, sendo 16.940 de áreas urbanas e 3.080 de áreas rurais. (É a primeira vez que a TIC Domicílios inclui áreas rurais.) As entrevistas, realizadas de setembro a novembro de 2008, duram cerca de 40 minutos. Desta vez, a maior parte dos entrevistados era da classe C e recebia de um a dois salários mínimos por mês.&lt;br /&gt;Na cidade, as pessoas não têm Internet em casa porque acham caro; no campo, nem existe o serviço, e um serviço via satélite é mais caro ainda. Por conta disso, 58% das pessoas no campo vão até LAN houses para se conectar. (Nas cidades, são 47%.) Só 4% dos entrevistados usam os telecentros gratuitos do governo. “Os centros do governo restringem o acesso a vários portais”, explica Alexandre Barbosa, coordenador da pesquisa. “Na LAN house, a pessoa paga R$ 1,00 e usa a Internet por alguns minutos como quiser.”&lt;br /&gt;A maioria da população (74%) pagaria no máximo R$ 300,00 por um computador — e uma minoria (15%) pagaria R$ 2.000,00. A maioria (71%) pagaria no máximo R$ 10,00 por mês para ter acesso à Internet — apenas 22% pagariam R$ 70,00.&lt;br /&gt;Em 72% dos 20.020 domicílios incluídos na pesquisa existe pelo menos um telefone celular: em 91%, plano pré-pago e, em 9%, pós-pago. A maioria (99%) ainda usa o celular para ligações telefônicas comuns, mas cada vez mais gente (55%) usa para enviar e receber mensagens de texto. Poucos (6%) usam para acessar a Internet e, segundo Alexandre, esse número tem se mantido o mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656927666813769878-469729709482715693?l=tigoverno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/469729709482715693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656927666813769878/posts/default/469729709482715693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tigoverno.blogspot.com/2009/06/panorama-da-ti-maioria-quer-pagar-r.html' title=''/><author><name>Plano Editorial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16856970250993333884</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
